『Bloco Central』のカバーアート

Bloco Central

Bloco Central

著者: Pedro Marques Lopes e Pedro Siza Vieira
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概要

Pedro Siza Vieira e Pedro Marques Lopes analisam os acontecimentos e os protagonistas da semana, com moderação de Paulo Baldaia. Quinze anos depois da estreia na TSF, os episódios passam a sair à quinta-feira, dia de Conselho de Ministros, no Expresso. A fechar, e como sempre, o bloco central de interesses, com sugestões para as coisas importantes da vida.

2026 Expresso
政治・政府 政治学
エピソード
  • Pedro Siza Vieira: “O PTRR pode vir a ser como o plano de emergência para a Saúde, anunciado como transformador mas que não se concretizou”
    2026/04/30

    Nos Estados Unidos existem mais armas que pessoas. O país que a 4 de julho celebra 250 anos da declaração de independência já matou quatro presidentes e nunca desiste de tentar matar quem estiver na função. Ainda não tinha um século de vida e resolveu um conflito político entre o norte e o sul com uma guerra civil que durou quatro anos e matou cerca de 700 mil pessoas. Do fim-de-semana vem mais um incidente com armas, num evento onde estava Donald Trump.

    Por cá, nem violência retórica digna de registo. A comunicação social preferiu a grande polémica da transparência e, dos disparates esperados. De Ventura sobrou o cravo verde, que os deputados do Chega usaram na lapela, ignorantes do facto desse ser um símbolo gay, popularizado por Oscar Wilde, no final do século XIX.

    Finalmente, o PTRR conheceu a luz do dia com um número mágico lançado pelo governo: 22 mil milhões de euros. Parece muito, será assim tanto? Como se vai concretizar este plano de resiliência num país que quase nunca está preparado para o que chega sem avisar?

    Está com Bloco Central, uma conversa entre Pedro Marques Lopes e Pedro Siza Vieira, moderada por Paulo Baldaia e com sonoplastia de Gustavo Carvalho. A música do genérico é de Manuel Siza Vieira.

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    1 時間 5 分
  • Siza Vieira: “A legislação laboral é da AD, não é de mais ninguém”
    2026/04/23

    Num momento em que o PS aparece à frente nas sondagens, em que José Luís Carneiro já é percepcionado como tendo capacidade de fazer melhor que Luís Montenegro o lugar de primeiro-ministro. Depois de elegerem o secretário-geral com 96,9% dos votos, os socialistas descobrem que, afinal, estes números não são a prova da unidade que o líder apregoa. Carneiro é visto como sendo de transição e já há Cordeiro a sonhar com a cadeira do líder.

    O paradoxo estende-se à relação com o Presidente da República, ex-líder socialista, que tem vindo a pressionar a UGT para fechar acordo com o governo e assim ajudar o chefe do Estado a evitar ter de andar às turras com o chefe do governo, logo no início da coabitação. O problema é que toda esta vontade está a criar tensão com a sua família política.

    O que não muda é a atracção das televisões por Ventura. Lula da Silva passou por cá e logo o Chega se lembrou de boicotar esta visita oficial. Sem nada de novo, nem de interessante, para dizer, Ventura teve o tempo de antena que procurava.

    Tinha Luis Inácio Lula da Silva chegado a Portugal vindo de Espanha, onde Pedro Sanchez procurou criar um alinhamento de progressistas para combater o crescimento da extrema-direita. E para que a vergonha mude de lado.

    Onde a vergonha não parece querer chegar é aos beligerantes da guerra para ver quem contribui mais para manter fechado o Estreito de Ormuz.

    Está com o Bloco Central, um podcast que é o resultado de uma conversa entre Pedro Marques Lopes e Pedro Siza Vieira, com moderação de Paulo Baldaia e sonoplastia de João Luís Amorim. A música do genérico é de Manuel Siza Vieira.

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    1 時間 6 分
  • Pedro Marques Lopes: “André Ventura andava aos abraços ao maior corrupto da Europa”
    2026/04/17

    Do fim-de-semana passado vêm as negociações falhadas para a paz no Médio Oriente e a decisão de completar o bloqueio no Estreito de Ormuz, ideia de Trump para não deixar o Irão beneficiar com o bloqueio parcial que vinha fazendo. Mas, o presidente norte-americano é um grande colecionador de polémicas e, como não gostou de ouvir o Papa, no domingo de Páscoa, defender a paz no Irão, atacou Leão XIV sem dó nem piedade.

    Definitivamente, o fim-de-semana passado não foi bom para Donald Trump, derrotado nas eleições húngaras, juntamente com Vladimir Putin. Bruxelas respirou de alívio, mesmo sabendo que Péter Magyar, não sendo Orbán, também não é um alinhado com o mainstream europeu. O ainda primeiro-ministro da Hungria é agora uma estrela sem brilho no universo populista que via nele um exemplo a seguir, uma espécie de Trump antes de Trump.

    Por cá, mais para a direita, menos para a esquerda, o país segue o seu caminho com votações para eleger os representantes da Assembleia nos órgãos externos, enquanto o pacote laboral não chega ao Parlamento para ser aprovado e enviado para Belém. Voltaremos mais tarde a estes temas nacionais, no episódio de hoje vamos apenas olhar para a decisão da Entidade das Contas e Financiamentos Políticos de não permitir que se conheçam os nomes dos doares dos partidos.

    Está com o Bloco Central, uma conversa entre Pedro Marques Lopes e Pedro Siza Vieira, com moderação de Paulo Baldaia e sonoplastia de Gustavo Carvalho.

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    1 時間 2 分
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