エピソード

  • Como a Ditadura Argentina Roubou a Copa de 1978?
    2026/07/16
    Uma Copa cercada por ditadura, propaganda, desaparecimentos e um jogo que até hoje levanta suspeitas. Em 1978, a Argentina foi campeã do mundo enquanto o regime de Videla tentava esconder seus crimes.Neste episódio de Trabalho de História, voltamos à Argentina dos anos 1970 para entender como a morte de Perón, o golpe de 1976, o terrorismo de Estado e a propaganda política se cruzaram com a Copa do Mundo de 1978. No centro da história, a polêmica vitória sobre o Peru, a presença de Videla e Henry Kissinger nos bastidores e o uso do futebol como vitrine de uma ditadura.
    Bibliografia:AGOSTINO, Gilberto. Vencer ou morrer: futebol, geopolítica e identidade nacional. Rio de Janeiro: Mauad, 2002.COMISIÓN NACIONAL SOBRE LA DESAPARICIÓN DE PERSONAS — CONADEP. Nunca más: informe de la Comisión Nacional sobre la Desaparición de Personas. Buenos Aires: Eudeba, 1984.LLONTO, Pablo. La vergüenza de todos: el dedo en la llaga del Mundial 78. Buenos Aires: Ediciones Madres de Plaza de Mayo, 2005.YALLOP, David A. How They Stole the Game. Londres: Poetic Publishing, 1999.AMNESTY INTERNATIONAL. The 1978 World Cup and Human Rights: What Sportspeople Think. Londres: Amnesty International, 1978.NATIONAL SECURITY ARCHIVE. Argentina’s Military Coup of 1976: What the U.S. Knew. Washington, D.C.: George Washington University, 2021.ARGENTINA. Archivo Nacional de la Memoria. Registro Unificado de Víctimas del Terrorismo de Estado. Buenos Aires: Secretaría de Derechos Humanos.DAANEN, Benjamin. “Football, Dictatorship, and Human Rights: The 1978 World Cup and Solidarity Activism in the Netherlands for Argentina”. European Review of Latin American and Caribbean Studies, 2022.REIN, Raanan. “Sport, Politics and Exile: Protests in Israel during the World Cup in Argentina, 1978”. The International Journal of the History of Sport, 2009.FERNÁNDEZ MOORES, Ezequiel. “The Many Faces of Argentina ’78”. Play the Game.MITRE, Santiago. Argentina, 1985. Argentina: Amazon Studios, 2022. Filme.
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    48 分
  • A Origem Inglesa da Revolução Industrial
    2026/07/09
    Neste episódio, exploramos a interpretação de Eric Hobsbawm sobre as origens da Revolução Industrial inglesa. Mais do que um produto do avanço tecnológico, Hobsbawm argumenta que a industrialização foi consequência da consolidação das relações capitalistas de produção. Discutimos o papel da indústria algodoeira, da busca permanente pelo lucro e da expansão das ferrovias como motores da economia britânica, mostrando como o capitalismo criou as condições materiais que tornaram a Revolução Industrial não apenas possível, mas economicamente necessária.ReferênciaHOBSBAWM, Eric J. A Era das Revoluções: Europa 1789–1848. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2017.
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    26 分
  • As Origens Agrárias do Capitalismo
    2026/07/09
    Neste episódio, discutimos por que a Inglaterra se tornou o berço do capitalismo e, posteriormente, da Revolução Industrial. A partir das interpretações de Ellen Meiksins Wood e Eric Hobsbawm, analisamos como as transformações agrárias inglesas, os cercamentos dos campos, a formação de trabalhadores assalariados e a lógica do lucro criaram as condições para o surgimento do capitalismo e para a industrialização. O episódio propõe uma leitura que privilegia as relações sociais e econômicas, mostrando que a Revolução Industrial foi consequência da consolidação do capitalismo, e não apenas do avanço tecnológico. Referências: HOBSBAWM, Eric J. A Era das Revoluções: Europa 1789–1848. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 2017. WOOD, Ellen Meiksins. A origem do capitalismo. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2001.
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    22 分
  • Diálogos em Teoria da História: Bloch, Ortega Y Gasset, Marrou e Löwith
    2026/06/07
    Neste episódio, discutimos as principais contribuições de Marc Bloch em Apologia da História, obra fundamental para a historiografia do século XX. A partir de sua concepção da história como ciência dos homens no tempo, refletimos sobre o papel do historiador, a interpretação das fontes e a construção do conhecimento histórico. O debate é enriquecido pelo diálogo com José Ortega y Gasset, Henri-Irénée Marrou e Karl Löwith, abordando questões como leitura, subjetividade, método histórico e os desafios de atribuir sentido à experiência humana no tempo.
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    11 分