エピソード

  • [Boletim Tanin] Brasil no Pódio Mundial, Champagne Dispara e PF Investiga Vinhos Argentinos #EP31
    2026/10/22

    O Brasil acaba de conquistar um resultado histórico no mundo do vinho! A equipe brasileira ficou em terceiro lugar no Campeonato Mundial de Degustação às Cegas, disputado em Avignon, na França, superando países como Alemanha e Estados Unidos. Foram 41 equipes enfrentando o desafio de identificar uvas, origens, denominações e safras sem ver os rótulos. A França conquistou o título com uma equipe formada por duas mulheres que, curiosamente, têm ligações com o Brasil.No Boletim Tanin #31, Ana Leal também apresenta os destaques da safra brasileira de 2026, analisa o ranking das marcas de vinho mais valiosas do mundo e revela um dado importante sobre o consumo nacional: quase nove em cada dez garrafas vendidas nos supermercados custam até R$ 50. O episódio ainda aborda uma operação da Polícia Federal contra a comercialização irregular de vinhos argentinos e a retirada de milhares de hectares de vinhedos em países produtores.Neste episódio:🏆 Brasil no pódio mundial: a equipe brasileira conquista o terceiro lugar no Campeonato Mundial de Degustação às Cegas, com 159 pontos e dez uvas identificadas corretamente entre os doze vinhos apresentados.🇧🇷 Os destaques da safra brasileira de 2026: a Avaliação Nacional de Vinhos selecionou 16 amostras entre 558 avaliadas por 109 enólogos. Dois Tannat alcançaram 97 pontos, enquanto rótulos do Distrito Federal e de Santa Catarina também ganharam destaque.🥂 Champagne lidera o ranking mundial: Moët & Chandon é a marca de vinho mais valiosa do mundo, estimada em US$ 2,3 bilhões. Veuve Clicquot cresce 39% e chega ao segundo lugar, enquanto a australiana Penfolds perde 32% de valor.🛒 Quanto o brasileiro paga pelo vinho? Quase 90% das garrafas vendidas em supermercados custam até R$ 50. A faixa de R$ 20 a R$ 30 concentra a maior participação no faturamento, segundo levantamento da Ideal BI.🚨 Polícia Federal investiga vinhos argentinos: a Operação Nerovino apura um esquema suspeito de importação e comercialização de vinhos sem recolhimento de impostos federais. Foram cumpridos 25 mandados de busca e apreensão em 16 cidades.🍇 Por que o mundo está arrancando vinhedos? Califórnia, Chile, França e Austrália enfrentam redução de consumo, excesso de estoque e dificuldades econômicas. Na Califórnia, cerca de 15 mil hectares de vinhedos foram retirados em um ano.📖 O Vinho por Elas: um livro escrito por 22 mulheres do universo do vinho apresenta histórias, experiências e diferentes olhares sobre a vitivinicultura. Entre os destaques está um capítulo de Daniela Fialho dedicado à diversidade e ao potencial das regiões brasileiras.Mais do que notícias, o Boletim Tanin é leitura de mercado — para quem quer entender o vinho além da taça.

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    14 分
  • [ProWine 2026] Agostina de Lucca – Vinhos Naturais, Sustentabilidade e a Nova Geração do Vinho Uruguaio #EP02
    2026/10/22

    O que acontece quando tradição familiar, sustentabilidade e uma nova geração de produtores se encontram? Diretamente da ProWine São Paulo 2026, a SommCast TV recebe Agostina de Lucca, diretora da De Lucca Wines, vinícola familiar localizada em Canelones, no Uruguai. Representante da terceira geração da família, Agostina compartilha como o legado de seu pai, Reinaldo de Lucca, um dos nomes importantes na modernização da vitivinicultura uruguaia, se transformou em uma filosofia de produção que valoriza a biodiversidade, a autenticidade e a expressão do terroir.A conversa percorre os bastidores de uma vinícola que trabalha com mais de 25 variedades de uvas e pratica a produção sustentável há mais de 30 anos. Agostina apresenta a linha Indígena, criada pela nova geração com vinhos de mínima intervenção, fermentações espontâneas e sem adição de sulfitos. Entre Tannat, Viognier, Marsanne e variedades italianas pouco exploradas no país, ela revela como a De Lucca Wines busca produzir vinhos com identidade, sem abrir mão da qualidade. O episódio também discute a evolução dos vinhos naturais, o crescimento dos brancos uruguaios, a relação com o mercado brasileiro e a importância de preservar a expressão das uvas, sem deixar que a madeira domine o vinho.Mais do que uma conversa sobre produção, este episódio revela um Uruguai que vai muito além do Tannat. Agostina mostra como o enoturismo, a proximidade com os produtores e a valorização das histórias familiares estão transformando a experiência de quem visita as vinícolas. Uma oportunidade de descobrir novas variedades, entender diferentes filosofias de produção e conhecer um país que vem construindo sua identidade no cenário internacional.Destaques🇺🇾 Três gerações e uma transformação no vinho uruguaio: A história da família De Lucca acompanha a modernização da vitivinicultura do país. Reinaldo de Lucca ajudou a introduzir novas práticas de cultivo e produção, enquanto Agostina e seus irmãos assumem o desafio de preservar esse legado e desenvolver novos estilos de vinho.🌱 Sustentabilidade muito antes de virar tendência: Há mais de 30 anos, a vinícola trabalha com produção integrada, respeitando a biodiversidade e buscando equilibrar os vinhedos com o ecossistema. Para Agostina, sustentabilidade não é apenas uma certificação, mas uma filosofia que começa no campo e chega até a garrafa.🍇 Linha Indígena: a nova geração dos vinhos naturais: Criada a partir de 2020, a linha reúne sete rótulos de mínima intervenção, produzidos com leveduras indígenas e sem sulfitos adicionados. O projeto nasceu do desejo de Agostina de criar vinhos que traduzissem sua identidade e valorizassem a expressão mais autêntica dos vinhedos.🍷 O Uruguai vai muito além do Tannat: Com mais de 25 variedades cultivadas, a De Lucca Wines explora uvas como Marsanne, Viognier, Albariño, Cabernet Franc e Nero d'Avola. Uma diversidade que desafia a imagem tradicional do vinho uruguaio e revela novas possibilidades para o consumidor.🪵 Menos madeira, mais identidade: Agostina questiona o excesso de barrica que, durante anos, marcou determinados estilos de vinho. Sua proposta é valorizar a fruta, a variedade e a origem, utilizando a madeira de forma equilibrada, sem esconder as características naturais de cada rótulo.🏡 Enoturismo e o novo significado de luxo: Na De Lucca Wines, as visitas são realizadas em pequenos grupos, muitas vezes recebidos pelos próprios integrantes da família. Para Agostina, o verdadeiro luxo está na proximidade com o produtor, nas histórias compartilhadas e nas experiências autênticas.🇧🇷 Brasil e Uruguai, uma relação cada vez mais próxima: O mercado brasileiro tem papel importante nas exportações e no enoturismo uruguaio. Na ProWine 2026, o Uruguai marcou presença com 38 vinícolas, mostrando a força de um setor que aposta em diversidade, qualidade e identidade própria.

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    41 分
  • [Épice Talks] Manu Brandão - Os Segredos de Bordeaux: História, Grandes Vinhos e os Bastidores | Épice Talks #EP05
    2026/10/21

    Nascido em Bordeaux, Manu Brandão cresceu entre vinhedos, castelos e histórias que dificilmente aparecem nos livros. Sua primeira colheita aconteceu aos 11 anos, no lendário Château Haut-Brion, e desde então o vinho se tornou parte de sua vida. Neste episódio do Épice Talks, recebemos o Embaixador dos Vinhos Franceses da Épice e Grand Maître de Bordeaux para explorar as origens, tradições e curiosidades de uma das regiões vinícolas mais importantes do mundo. Uma conversa que mostra por que entender Bordeaux vai muito além de conhecer uvas, safras e classificações.Com décadas de experiência entre França e Brasil, Manu revela os bastidores que construíram a reputação dos grandes vinhos franceses. Da classificação de 1855 à influência dos negociantes, passando pelos vinhos En Primeur, pelo impacto de Robert Parker e pelas diferenças entre margem esquerda e direita. O episódio também explora os terroirs de Pomerol e Saint-Émilion, a importância da Merlot e o trabalho de curadoria da Épice para aproximar grandes produtores franceses do consumidor brasileiro. Entre histórias pessoais e experiências com rótulos raros, Manu mostra que Bordeaux tem muito mais diversidade do que normalmente imaginamos.Mais do que uma conversa sobre vinhos franceses, este episódio é um convite para compreender o vinho como patrimônio cultural, construído por gerações, escolhas e tradições. Uma oportunidade para descobrir o que existe por trás dos grandes rótulos e explorar Bordeaux sem complicações. Destaques🌿 A infância entre os vinhedos de BordeauxManu relembra sua primeira colheita aos 11 anos no Château Haut-Brion e explica como crescer cercado por produtores e vinhedos construiu uma relação com o vinho que vai muito além do conhecimento técnico.🇧🇷 Da França ao Brasil: os desafios de apresentar BordeauxA chegada a Curitiba em 2002, a criação de sua importadora e o desafio de apresentar pequenos produtores franceses a um mercado ainda pouco familiarizado com Bordeaux. Uma trajetória marcada por degustações, educação e histórias.🏰 Bordeaux: história, poder e tradiçãoDa influência romana ao domínio inglês sobre a Aquitânia, Manu mostra como política, comércio e famílias ajudaram a transformar Bordeaux em uma referência mundial de qualidade e prestígio.🏅 A classificação de 1855 e seus bastidoresPor que a margem direita ficou de fora da classificação mais famosa de Bordeaux? Como o Château Mouton Rothschild se tornou Premier Cru em 1973? Manu revela histórias, decisões e controvérsias por trás dos grandes châteaux.🤝 O papel dos negociantes no mercado francêsMuito além de intermediários, os negociantes financiam produtores, organizam a distribuição e conectam Bordeaux ao mundo. Manu explica como funcionam as alocações e por que esse sistema permanece tão relevante.🍇 En Primeur: o vinho vendido antes de ficar prontoComo avaliar uma safra que ainda está amadurecendo? Manu explica as degustações En Primeur, a influência das pontuações e a dinâmica de preços dos grandes rótulos, incluindo o cenário da safra 2025.🍷 Merlot, Pomerol e os tesouros da margem direitaManu destaca a importância da Merlot e as particularidades de Pomerol, incluindo os solos de argila azul associados ao Petrus. Um exemplo de como terroir e variedade podem produzir vinhos extraordinários.🇫🇷 A curadoria dos vinhos franceses da ÉpiceManu apresenta o trabalho de seleção de produtores, as relações construídas com grandes famílias e a diversidade do portfólio francês da Épice, conectando tradição, autenticidade e oportunidades para o mercado brasileiro.🎖️ Grand Maître de Bordeaux e a CommanderieA importância de preservar e compartilhar a cultura de Bordeaux. Manu explica sua atuação na Commanderie e como a tradição também pode aproximar novos consumidores desse universo.

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    2 時間 13 分
  • [SommCast] Fabio Saito - Sommelier e Gerente de Compras de Bebidas do Covabra Supermercados #EP186
    2026/10/19

    O que faz um vinho conquistar espaço nas prateleiras de um supermercado? E por que alguns rótulos vendem tanto enquanto outros, mesmo excelentes, ficam esquecidos? Neste episódio do SommCast, recebemos Fábio Saito, Sommelier e Gerente de Compras de Bebidas do Covabra Supermercados, para revelar os bastidores de um dos canais mais importantes do mercado de vinhos. Com uma trajetória de 17 anos no Grupo Pão de Açúcar e uma transformação pessoal que começou nas viagens a vinícolas, Fábio mostra como conhecimento, estratégia e paixão podem mudar a maneira de comprar e vender vinho.A conversa mergulha na operação do Covabra, rede com 25 lojas e um portfólio de aproximadamente 700 rótulos, onde a curadoria vai muito além do preço. Fábio explica como funciona a seleção de vinhos, a importância de conhecer o perfil do consumidor e o papel das degustações na decisão de compra. Revela números surpreendentes, como a liderança dos vinhos chilenos, que representam 35% das vendas da categoria em valor, e o investimento em vinhos brasileiros de pequenos produtores. Também compartilha estratégias de fidelização, experiências em condomínios, produtos exclusivos e o trabalho de inteligência comercial que ajuda a transformar dados em oportunidades.Mas o episódio vai além do varejo. Fábio conta como nasceu o projeto Vinho com Saito, sua iniciativa nas redes sociais para aproximar novos consumidores desse universo, e compartilha histórias de viagens pelo Chile, Estados Unidos, Espanha e Itália. Entre encontros inesquecíveis com produtores e experiências de enoturismo pelo Brasil, fica uma reflexão: vender vinho não é simplesmente colocar uma garrafa na prateleira, mas criar conexões, despertar curiosidade e construir confiança. Um episódio para quem trabalha no mercado, quer comprar melhor ou simplesmente descobrir tudo o que existe por trás de uma boa taça.Destaques🛒 O que acontece antes de um vinho chegar à prateleira? – Fábio explica como avalia fornecedores, qualidade, posicionamento e potencial comercial dos rótulos. Uma boa embalagem e um preço competitivo não garantem espaço: o vinho precisa entregar uma experiência à altura da expectativa do consumidor.📊 700 rótulos e uma estratégia para cada público – Com 25 lojas divididas em perfis premium, intermediário e popular, o Covabra adapta seu sortimento a cada região. Inteligência comercial, análise de vendas e conhecimento do cliente orientam as decisões.🇨🇱 Por que o Chile lidera as vendas? – Os vinhos chilenos representam 35% das vendas de vinho em valor na rede. Fábio revela como o comportamento do consumidor influencia a participação dos países e a escolha dos produtos.🇧🇷 O espaço que o vinho brasileiro merece – A rede decidiu apostar nos vinhos finos nacionais, incluindo produtores de São Paulo, Minas Gerais e outras regiões. Uma estratégia para mostrar que o Brasil tem diversidade e qualidade muito além dos rótulos mais conhecidos.🥂 Degustação vende, mas relacionamento fideliza – Feiras, confrarias e eventos em condomínios levam o vinho diretamente aos consumidores. Mais do que vender no momento, a proposta é construir experiências que façam o cliente voltar.🏷️ Exclusividade como diferencial – De edições especiais de aniversário a um vinho português de produção limitada a 300 garrafas, Fábio mostra como projetos exclusivos agregam valor e fortalecem a relação entre varejo, produtores e consumidores.📱 Vinho com Saito: conteúdo sem complicação – O projeto nasceu como um perfil para compartilhar descobertas de alguém que também estava aprendendo. Hoje, une informação, experiências e uma preocupação constante com ética e independência profissional.🌍 Enoturismo: quando a experiência muda tudo – Das visitas em Napa Valley aos encontros com produtores italianos, passando pelas viagens organizadas a São Roque e Andradas, Fábio mostra como conhecer a origem do vinho pode transformar consumidores em apaixonados.

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    1 時間 49 分
  • [A Origem do Sabor] Rudnei Alves – Cachaça artesanal, madeiras brasileiras e os sabores que valorizam o Brasil #EP24
    2026/10/18

    A cachaça brasileira é muito mais do que um destilado: é história, identidade e uma expressão da riqueza do nosso território. Neste episódio de A Origem do Sabor, Élvio Rocha recebe Rudnei Alves, engenheiro, fundador e mestre cachaceiro da Alves Ibiúna, que transformou sua paixão pela gastronomia e pelos destilados em um negócio que valoriza a cultura nacional. Entre tradição, empreendedorismo e muita criatividade, ele mostra por que a cachaça artesanal merece ocupar um lugar de destaque entre as grandes bebidas do mundo.

    A conversa mergulha nos bastidores da produção, desde o cultivo da cana-de-açúcar e a destilação em alambique de cobre até o envelhecimento em madeiras brasileiras como amburana, jequitibá, pau-brasil e bálsamo. Rudnei explica as diferenças entre a cachaça artesanal e a industrial, revela como cada madeira transforma aromas e sabores e apresenta criações surpreendentes, como uma cachaça desenvolvida para harmonizar com charutos, licores especiais de café e até um perfume inspirado nos barris. Tudo isso acompanhado de queijos brasileiros, histórias pessoais e reflexões sobre os desafios de empreender em um mercado ainda cercado de preconceitos.

    Mais do que conhecer uma bebida, este episódio é um convite para redescobrir o Brasil através dos seus sabores. Afinal, por que valorizamos tanto os destilados estrangeiros quando temos tanta diversidade e qualidade por aqui? Uma conversa sobre autenticidade, inovação e o prazer de transformar ingredientes e tradições em experiências únicas.


    Destaques


    🥃 Da engenharia à cachaça artesanal – Como Rudnei transformou um interesse pessoal por destilados em um projeto empreendedor, apostando na valorização da cachaça brasileira e na criação de produtos autorais.

    🌳 O poder das madeiras brasileiras – Amburana, jequitibá, pau-brasil e bálsamo revelam diferentes aromas, texturas e sabores. Entenda por que a Alves Ibiúna prioriza madeiras nacionais e como o envelhecimento influencia cada cachaça.

    🔥 O segredo do coração da cachaça – Da colheita da cana sem queima à destilação lenta em alambique de cobre, Rudnei explica a importância de separar cabeça, coração e cauda para construir um destilado equilibrado.

    🧀 Cachaça também harmoniza com queijo – A degustação explora combinações com queijos brasileiros, mostrando como notas de mel, castanhas, especiarias e café podem criar experiências gastronômicas surpreendentes.

    🚬 Cachaça criada para charutos – Conheça a Manga Larga, desenvolvida com duplo bálsamo tostado para proporcionar notas de café e acompanhar charutos, em uma proposta que une técnica, criatividade e prazer.

    ☕ Do café ao perfume – Licores elaborados com cafés da Serra da Canastra e envelhecidos em barris de cachaça, além de um perfume inspirado na Manga Larga, mostram como Rudnei explora novas possibilidades para a marca.

    🇧🇷 O desafio de valorizar o que é nosso – Preconceito, tributação, educação do consumidor e oportunidades de mercado entram na conversa sobre como fortalecer a cachaça artesanal e ampliar seu reconhecimento.

    🐎 Cavalaria e comunidade – A paixão pelos cavalos, inspirada pelo filho, deu identidade à marca e ajudou a criar uma comunidade de apreciadores que compartilham experiências envolvendo cachaça, gastronomia e charutos.

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    1 時間 4 分
  • [Boletim Tanin] Roubo de €5 Milhões na Antinori, Mudanças na Wine e Vinho Sem Álcool Dispara #EP30
    2026/10/16

    Um dos maiores roubos de vinho da história aconteceu na Toscana. Sete homens mascarados invadiram o centro logístico da Antinori e levaram 30 mil garrafas de rótulos como Solaia, Tignanello e Guado al Tasso, em uma operação com caminhões de placas falsas e prejuízo estimado em €5 milhões. O crime levanta suspeitas de uma ação planejada e encomendada, envolvendo alguns dos vinhos mais prestigiados da Itália.


    No Boletim Tanin #30, Ana Leal também traz os bastidores da ProWine São Paulo 2026, incluindo as mudanças no Grupo Wine, que se despede de Germán Garfinkel e Cibele Siqueira, e uma conversa com José Zuccardi sobre as impressionantes 16 notas máximas conquistadas pela família. O episódio ainda mostra como o vinho sem álcool já representa 15% dos negócios da Freixenet no Brasil entre janeiro e agosto, além de histórias sobre vinhos alemães, produtores uruguaios e novas formas de consumir vinho.


    Neste episódio:


    🍷 Roubo histórico na Antinori: 30 mil garrafas de vinhos de luxo desaparecem na Toscana, em um crime estimado em €5 milhões.


    🇩🇪 Uma princesa do vinho na ProWine: Ana conhece Katja Simon, ex-Princesa Alemã do Vinho, e descobre rótulos que mostram a diversidade e a qualidade dos Rieslings alemães.


    📉 Mudanças no Grupo Wine: Germán Garfinkel, vice-presidente do grupo, deixa a companhia depois de oito anos. Cibele Siqueira, sommelière e uma das vozes mais conhecidas da marca, também anuncia sua saída.


    🏆 José Zuccardi e as 16 notas 100: em entrevista no estande do SommCast, o produtor argentino fala sobre reconhecimento internacional, vinhos de montanha, família e a importância de interpretar cada terroir.


    🚫 O avanço do vinho sem álcool: os rótulos desalcoolizados já representam 15% do negócio da Freixenet no Brasil entre janeiro e agosto, mostrando uma transformação nos hábitos de consumo. A participação, porém, pode mudar com as vendas de fim de ano.


    🇺🇾 A nova geração do vinho uruguaio: Agostina De Lucca apresenta a linha Indígena, criada com foco em vinhos naturais, mínima intervenção e identidade própria.


    🥫 Vinho em lata pode surpreender? Ana prova um moscatel frisante da Rio Valley, produzido no Vale do São Francisco, e encontra um exemplo de como novos formatos podem aproximar mais consumidores do vinho.

    Mais do que notícias, o Boletim Tanin é leitura de mercado — para quem quer entender o vinho além da taça.

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    13 分
  • [ProWine 2026] Malu Savieri conta os bastidores do crescimento e o futuro da feira
    2026/10/15

    O que faz uma feira de vinhos crescer e colocar o Brasil no radar de produtores do mundo inteiro? Malu Savieri, diretora da ProWine São Paulo, abre a série especial do SommCast TV gravada na ProWine 2026 com uma conversa sobre os bastidores, os desafios e os próximos passos do evento. A temporada chega com novos hosts, Ana Leal e Édio Bergamaschi, para aproximar o público das pessoas e das ideias que movimentam esse mercado.

    Das primeiras edições à retomada depois da pandemia, Malu relembra uma trajetória que exigiu persistência e aprendizado. O papo passa pelo avanço da participação internacional, pela presença de novos projetos brasileiros e pelo desafio de receber mais gente sem comprometer a experiência de quem visita e faz negócios. Também entram na conversa os destilados e os planos de criar espaços dedicados a café, chocolate e azeite, ampliando as conexões entre vinho e gastronomia.

    Para quem trabalha com vinho ou quer entender o que acontece antes de uma garrafa chegar à loja, ao restaurante ou à sua mesa, o episódio oferece um olhar sobre as relações que fazem esse mercado acontecer. Como transformar interesse em oportunidade? E como crescer mantendo a feira relevante para expositores e compradores?


    Destaques


    🚀 Uma feira construída na prática: Malu relembra o início do projeto, o trabalho para conquistar a confiança dos expositores e a retomada após a pandemia. Uma história que mostra quanto relacionamento e persistência existem por trás de um grande evento.

    🧭 Crescer exige repensar a experiência: circulação, distribuição dos estandes e organização do pavilhão entram na pauta. O desafio é fazer o aumento da feira se traduzir em melhores encontros e oportunidades para quem está ali.

    🌍 O Brasil no radar internacional: a conversa destaca o interesse de produtores europeus e a expansão da presença de países como Espanha, França, Itália e Portugal. Para Malu, esse movimento ajuda a entender o espaço que o mercado brasileiro ocupa nas estratégias de novos negócios.

    🍇 Novas origens do vinho brasileiro: projetos de diferentes portes e regiões, incluindo o Nordeste, ganham espaço na conversa. Essa diversidade amplia a oferta e apresenta aos compradores produtores que vão além dos polos mais conhecidos.

    🥃 Destilados também fazem parte do encontro: a presença de outras bebidas, incluindo tequilas mexicanas, abre possibilidades para profissionais que trabalham com portfólios variados e buscam novidades para seus negócios.

    ☕ Café, chocolate e azeite nos planos: Malu adianta a proposta de ilhas dedicadas a esses produtos nas próximas edições. A ideia é reunir categorias próximas do universo do vinho e criar novas possibilidades de descoberta e conexão comercial.

    🔮 O que vem pela frente: ampliar a duração da feira e reorganizar os espaços são temas do papo. Malu explica que essas decisões precisam acompanhar a demanda e o tamanho do evento, com atenção ao que expositores e visitantes realmente precisam.

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    16 分
  • [PodVenda+Vinho] Como vender vinho em vários canais sem perder margem: a estratégia do figiência #EP08
    2026/10/14

    Vender vinho nunca foi tão acessível, mas também nunca foi tão desafiador para quem empreende. Como competir com supermercados, marketplaces e grandes redes sem sacrificar a rentabilidade? Neste episódio do PodVenda+Vinho, Diego Bertolini recebe Ari Gorenstein, fundador da Evino, ex-executivo do grupo que integrou Evino e Grand Cru e atual CEO da Vila Porto Vinhos, para uma conversa sobre multicanalidade, inovação e os caminhos para construir negócios lucrativos no mercado brasileiro de vinhos.Com mais de 20 anos de experiência no setor, Ari compartilha os bastidores da transformação do varejo de vinhos no Brasil, desde a expansão do e-commerce até os desafios de integrar lojas físicas, franquias e operações digitais. O papo apresenta o conceito de Figência, que conecta o físico, o digital e a experiência em uma estratégia de vendas mais inteligente. Entre os temas estão gestão de margens, conflitos entre canais, exclusividade de portfólio, CRM, fidelização e o papel das experiências como novas fontes de receita. Ari também revela como marcas como Anciano e Portada ganharam força no ambiente digital e por que vender mais nem sempre significa lucrar mais.Mais do que estar presente em vários canais, o segredo está em entender o comportamento do consumidor, criar relacionamentos duradouros e transformar cada ponto de contato em uma oportunidade de negócio. Um episódio essencial para lojistas, importadores, distribuidores, vinícolas e profissionais que querem crescer com estratégia, diferenciação e rentabilidade.


    Destaques


    🍷 Enoturismo é uma unidade de negócio

    A experiência na vinícola pode gerar receita própria, fortalecer a venda direta e reduzir a dependência dos canais tradicionais. Para pequenos produtores, principalmente, agregar gastronomia, hospedagem, eventos e experiências pode ser decisivo para tornar a operação economicamente sustentável.

    🤝 O visitante pode virar embaixador

    Poucos negócios têm o privilégio de receber consumidores dispostos a pagar para conhecer sua história, seus produtos e seu território. O desafio é não encerrar essa relação na saída da vinícola, mas criar mecanismos para continuar conversando, vendendo e fortalecendo esse vínculo.

    📊 Dados transformam experiência em recorrência

    Cadastro, CRM, histórico de compras e acompanhamento pós-visita ajudam a transformar emoção em relacionamento comercial. O episódio traz exemplos de operações que estruturaram essa jornada e conseguiram converter visitantes em clientes ativos ao longo do tempo.

    🌎 Uma rota forte depende de um ecossistema

    Nenhuma vinícola constrói um destino sozinha. Restaurantes, hotéis, produtores locais, queijarias, cafés, azeites e outras vinícolas ajudam a tornar a região mais desejada. Em vez de enxergar apenas concorrentes, o episódio propõe pensar em destinos que crescem coletivamente.

    🛒 A venda não termina no produtor

    Christian reforça uma mudança de mentalidade importante: o produtor não pode se enxergar apenas como alguém que faz vinho. Produção, branding, marketing, venda e consumo fazem parte da mesma cadeia. Um vinho pode nascer no vinhedo, mas seu valor comercial só se completa quando encontra o consumidor.

    🏪 Lojas também podem vender experiências

    O enoturismo não interessa apenas às vinícolas. Lojas especializadas podem conectar consumidores a destinos, experiências e produtores, funcionando também como pontos de descoberta e geração de novas receitas além da simples venda da garrafa.

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    1 時間 6 分