エピソード

  • Ser menina hoje: infância, redes sociais e autoestima
    2026/10/08
    O Pautas Femininas desta semana debate a infância, o impacto das redes sociais e os desafios da autoestima entre as meninas. A discussão analisa como a troca das brincadeiras pelas telas tem afetado o convívio, a saúde emocional e a autoimagem das garotas. A neuropsicopedagoga e diretora escolar Gabriela Mazaro explica como os conflitos da internet chegam à sala de aula, atrapalham os estudos e destaca a importância de restringir o celular no ambiente escolar para resgatar as brincadeiras e o diálogo. A psicóloga cínica especialista em terapia cognitivo comportamental, Nathália Jaborandy, aborda os efeitos na saúde mental infantil, a armadilha de medir a própria aprovação por curtidas e os sinais comportamentais de alerta que indicam a necessidade de apoio psicológico. Outro destaque são os depoimentos infantis que mostram dois lados dessa realidade: Maria Clara de nove anos, conta sua rotina sem redes sociais, aproveitando o tempo livre com dança, teatro e brincadeiras ao ar livre; já Maria Luiza de onze anos, relata a relação do celular.
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  • Eleições 2026: Mulheres ampliam presença no Senado, mas desafios permanecem
    2026/10/15
    O Pautas Femininas desta semana analisa os resultados das eleições de 2026 e os avanços e desafios da participação das mulheres na política brasileira. Na disputa pelo Senado Federal, 12 mulheres foram eleitas, o maior número em uma única eleição desde a redemocratização do país, em 1985. A coordenadora da Procuradoria Especial da Mulher do Senado Federal, Raquel Andrade, aborda os limites das regras de incentivo às candidaturas femininas, a violência política de gênero e raça e as dificuldades enfrentadas por mulheres negras para conquistar espaço no Legislativo. Ela também destaca a importância do apoio coletivo para garantir condições mais igualitárias de participação e ampliar a representatividade feminina nas decisões políticas. A repórter Marcella Cunha apresenta as novas senadoras eleitas e mostra como ficará a representação feminina na Casa a partir de 2027. O programa também traz declarações das senadoras eleitas Teresa Surita, Marília Arraes e Marina JHC sobre as prioridades de seus futuros mandatos, com destaque para a educação, a proteção às mulheres e o combate à violência de gênero.
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  • Outubro Rosa: câncer de mama impacta saúde e autoestima das mulheres
    2026/10/01
    O Pautas Femininas desta edição aborda o câncer de mama, os cuidados para prevenção e a importância do diagnóstico precoce. Em referência ao Outubro Rosa, o programa reúne informações sobre fatores de risco, sinais de alerta, autoexame e a importância da mamografia. A entrevistada é a médica oncologista Luci Ishii, fundadora e presidente de honra da Associação Brasiliense de Apoio ao Paciente com Câncer. Ela explica quais alterações nas mamas devem chamar a atenção das mulheres, quando procurar um profissional de saúde e como a identificação da doença em estágio inicial pode ampliar as possibilidades de tratamento. O programa também destaca que a atenção à saúde da mulher não deve se limitar ao mês de outubro. Alimentação saudável, atividade física, controle do peso e acompanhamento médico estão entre os cuidados abordados na entrevista. Outro destaque é o depoimento da esteticista Joana D’arc, que conta sua experiência com o câncer de mama, desde a descoberta do tumor até a cirurgia e a reconstrução. Ela fala sobre os impactos da mastectomia na autoestima e sobre o preconceito enfrentado por mulheres durante e depois do tratamento.
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  • Depois das grades: mulheres enfrentam o desafio de reconstruir a própria história
    2026/09/24
    O Pautas Femininas desta edição aborda os desafios enfrentados por mulheres que deixam o sistema prisional e precisam reconstruir a vida em sociedade. Além de recuperar a liberdade, elas precisam retomar vínculos familiares, buscar trabalho e estudo e enfrentar o preconceito e o estigma do cárcere. Para falar sobre esse recomeço, o Pautas conversou com a juíza Léa Martins Sales Ciarlini, da Vara de Execuções das Penas em Regime Aberto, e com Deuselita Pereira Martins, diretora da Funap e ex-diretora da Penitenciária Feminina do Distrito Federal, onde atuou por quase dez anos. O programa fala também com algumas ex-detentas que destacam os desafios da ressocialização e a importância de conseguir apoio para retomarem suas vidas e deixarem suas escolhas do passado para trás.
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  • Mulheres indígenas: entre a preservação dos saberes e a luta por direitos - 1ª parte
    2026/09/17
    O Pautas Femininas desta edição destaca o mês da mulher indígena e o protagonismo dessas mulheres na preservação de culturas, saberes e territórios. A edição também aborda as diferentes formas de violência e as violações de direitos que atingem as comunidades indígenas. A indígena, bióloga e comunicadora Samela Sateré Mawé fala sobre violência, preconceito, invasão de terras e a relação entre o corpo da mulher e o território. Ela também destaca a importância da participação das mulheres indígenas nas decisões que envolvem seus povos e comunidades. O programa conversa ainda com Stella Maria Vaz, coordenadora do Comitê Permanente pela Promoção da Igualdade de Gênero e Raça do Senado Federal. Ela aborda o papel das instituições na valorização das mulheres indígenas, na preservação de suas culturas e na ampliação da representatividade e da participação feminina nos espaços de decisão e nas políticas públicas. A edição mostra que discutir a realidade das mulheres indígenas é também refletir sobre identidade, resistência, direitos, preservação cultural e defesa dos territórios.
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  • Setembro Amarelo: acolhimento para quem sofre e para quem fica
    2026/09/10
    Neste Setembro Amarelo, o Pautas Femininas abre espaço para uma conversa sobre saúde mental, prevenção do suicídio e, principalmente, sobre a importância de não enfrentar o sofrimento em silêncio. Entre os temas, está a sobrecarga que faz parte da rotina de muitas mulheres — a pressão para trabalhar, cuidar da família, dar conta de tudo e ainda parecer forte o tempo inteiro. Para falar sobre os sinais de esgotamento e sobre como a escuta e o acolhimento podem fazer diferença, o programa conversa com Adriana Rizzo, representante do Centro de Valorização da Vida, o CVV, que reforça a importância de perceber quando o cansaço ultrapassa os limites e de buscar ajuda. E a conversa também olha para os que ficam depois de uma perda por suicídio. O luto, nesses casos, pode vir acompanhado de culpa, silêncio, medo do julgamento e da sensação de que seria possível ter feito alguma coisa para evitar a tragédia. Para falar sobre esse processo tão doloroso e sobre a importância do acompanhamento profissional, recebemos o psicólogo e especialista em luto Rodrigo Damasceno. Um programa sobre acolhimento, escuta e cuidado — porque falar sobre sofrimento também é uma forma de cuidar, e ninguém precisa atravessar momentos difíceis sozinho.
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  • Pesquisa nacional sobre violência contra a mulher: quando a agressão não é reconhecida como violência
    2026/09/04
    A violência contra a mulher pode se esconder em atitudes corriqueiras, como no controle do celular, no domínio financeiro ou em sucessivas humilhações, o que muitas vezes impede que a própria vítima a reconheça. Para entender a distância entre a violência vivida na prática e a violência declarada, o Pautas Femininas desta semana, conversa com Maria Tereza Prado, coordenadora do Observatório da Mulher contra a Violência, e com Raquel Andrade, coordenadora da Procuradoria da Mulher do Senado. Elas analisam a mais recente pesquisa do DataSenado e explicam como a naturalização das agressões afeta diretamente a busca por ajuda e a criação de políticas públicas. O levantamento, que ouviu mais de 21 mil brasileiras em todos os Estados, revela um cenário preocupante: embora uma em cada três entrevistadas tenha relatado situações concretas de abuso nos últimos doze meses, apenas 4% se declararam espontaneamente como vítimas. O programa também detalha as diferenças regionais desse problema pelo país e os mecanismos de proteção e acolhimento em vigor, reforçando que nomear as diferentes formas de violência, seja ela física, psicológica, moral, patrimonial ou sexual, é o primeiro passo para que toda a sociedade atue na proteção dessas mulheres.
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  • Inteligência artificial: oportunidades e desafios para as mulheres
    2026/08/28
    A inteligência artificial já faz parte da rotina das mulheres e traz oportunidades, mas também novos desafios. No trabalho, a tecnologia pode facilitar tarefas e abrir caminhos profissionais, mas exige adaptação e aprendizado constante. Para falar sobre essas mudanças, o Pautas Femininas conversa com a consultora jurídica em Direito Digital, doutora Samantha Schutz, que explica como a IA está transformando o mercado de trabalho e como as mulheres podem usar essa tecnologia a seu favor, sem perder autonomia e capacidade de decisão. E os impactos da inteligência artificial também chegam à proteção contra a violência. Já está em vigor a Lei 15.123, de 2025, que aumenta em 50% a pena para casos de violência psicológica contra a mulher quando há uso de inteligência artificial ou de outras tecnologias para alterar imagens ou a voz da vítima. A medida busca combater práticas como os chamados deepfakes, que podem ser usados para criar conteúdos falsos, inclusive de nudez ou pornografia, com consequências graves para a vida, a reputação e a saúde emocional das mulheres. A inteligência artificial já faz parte da rotina das mulheres e traz oportunidades, mas também novos desafios. No trabalho, a tecnologia pode facilitar tarefas e abrir caminhos profissionais, mas exige adaptação e aprendizado constante. Para falar sobre essas mudanças, o Pautas Femininas conversa com a consultora jurídica em Direito Digital, doutora Samantha Schutz, que explica como a IA está transformando o mercado de trabalho e como as mulheres podem usar essa tecnologia a seu favor, sem perder autonomia e capacidade de decisão. E os impactos da inteligência artificial também chegam à proteção contra a violência. Já está em vigor a Lei 15.123, de 2025, que aumenta em 50% a pena para casos de violência psicológica contra a mulher quando há uso de inteligência artificial ou de outras tecnologias para alterar imagens ou a voz da vítima. A medida busca combater práticas como os chamados deepfakes, que podem ser usados para criar conteúdos falsos, inclusive de nudez ou pornografia, com consequências graves para a vida, a reputação e a saúde emocional das mulheres.
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