『"O Criador Contente" o Podcast | Dicas Para Criadores e Criação de Conteúdo』のカバーアート

"O Criador Contente" o Podcast | Dicas Para Criadores e Criação de Conteúdo

"O Criador Contente" o Podcast | Dicas Para Criadores e Criação de Conteúdo

著者: Marco Novo
無料で聴く

今ならプレミアムプランが3カ月 月額99円

2026年5月12日まで。4か月目以降は月額1,500円で自動更新します。

概要

O melhor podcast da minha Rua (garantidamente) 😆 Se queres criar conteúdo, mas ficas a olhar para o ecrã sem saber por onde começar… relaxa, estamos juntos! Aqui, falamos de tudo o que precisas para entrar no jogo sem medo: consistência, estratégia, síndrome do impostor, ideias geniais (ou pelo menos decentes) e até aquela vozinha marota na tua cabeça que diz "mas quem sou eu para fazer isto?". Tudo com dicas práticas, uma boa dose de humor e zero promessas de sucesso instantâneo (mas, se deres o litro, nunca se sabe 👀). 🎧 Novos episódios todas as quintas para te dar aquele empurrão!

ocriadorcontente.substack.comMarco Filipe da Costa Novo
経済学
エピソード
  • Estás a Criar Conteúdo Mas Não Estás a Gerar Negócio — E Aqui Está o Porquê.
    2026/04/23
    Estás a fazer barulho ou a fazer negócio?Deixa-me ser directo contigo logo à partida: se estás a criar conteúdo de forma consistente, mas não estás a ver resultados — não estás a atrair clientes, não estás a gerar oportunidades, não estás a fazer crescer o teu negócio — há uma hipótese muito real de que não estás verdadeiramente a criar conteúdo. Estás apenas a ocupar espaço no feed de algumas pessoas.E isso dói ouvir, eu sei. Mas é exactamente por isso que vale a pena falar sobre isto.Neste episódio d’O Criador Contente mergulhei fundo nesta questão, porque é um erro que vejo acontecer com muita frequência — e que também eu próprio já cometi. A boa notícia? Tem solução. E começa com uma palavra que uso muito: intencionalidade.O problema começa no posicionamentoA primeira pergunta que tens de te fazer é simples, mas poderosa: quando alguém vê o teu conteúdo, percebe claramente quem tu és e o que fazes?Sou jardineiro? Advogado? Especialista em moda? Criador de conteúdo para marcas de gastronomia? Se a resposta não for imediata e clara para quem te vê pela primeira vez, tens um problema de posicionamento.E atenção — o posicionamento não é só para quem quer trabalhar com marcas. É igualmente importante se és um profissional liberal, um empresário ou alguém que quer usar o conteúdo para atrair clientes directamente. O teu público precisa de perceber, rapidamente, com o que conta quando te segue.Os teus valores também fazem parte do posicionamentoIsto é algo que muitas vezes se esquece. O teu posicionamento não é só o que fazes — é também como e porquê o fazes. Os teus valores, o teu tom, a tua forma de ver o mundo.Imagina que és um criador com uma postura clara em relação à sustentabilidade ambiental. Se de repente aparece uma marca com uma pegada ecológica questionável e tu fazes o endorsement porque pagaram bem… a tua comunidade vai sentir-se traída. E tem razão para isso.A coerência entre o que dizes, o que defendes e com quem trabalhas é o que constrói — ou destrói — a confiança. E sem confiança, não há negócio.O catavento das tendências não te vai salvarJá viste acontecer com frequência. Aparece uma nova trend, toda a gente começa a publicar os avatares 3D, as dancinhas, o formato da semana, e lá vamos nós atrás.Pode gerar likes. Pode gerar comentários. Pode até gerar algum crescimento de seguidores.Mas dificilmente te vai gerar negócio.Porquê? Porque ir constantemente atrás de tendências vai precisamente contra a construção de um posicionamento sólido e de um tom reconhecível. Podes até criar um posicionamento involuntário — o de “seguidor de tendências” — mas isso não te vai ajudar a ser reconhecido como referência na tua área.E ser uma referência é o que te traz negócio.O erro do “eu, eu, eu”Outro padrão que vejo com demasiada frequência: conteúdo centrado exclusivamente em quem o cria.“Tenho empresa há X anos.”“Somos inovadores.”“Sou diferente da concorrência.”“A nossa qualidade é inigualável.”O teu futuro cliente não quer saber disso — pelo menos não assim. O que ele quer saber é: o que é que tu podes fazer por mim?Agora, atenção — isto não significa que não deves falar de ti. Significa que quando falas de ti, deve ser para ilustrar uma solução, para mostrar uma transformação, para provar que o problema que o teu cliente tem pode ser resolvido. Usar a tua experiência para exemplificar é completamente diferente de te gabar constantemente.A diferença entre um é conectar. O outro é afastar.Só conteúdo de venda? Problema garantido.Se sempre que o teu público encontra o teu conteúdo a única coisa que vê é uma promoção ou uma chamada para comprar, o algoritmo vai ignorar-te — e o público também.As pessoas, na maior parte das vezes, não estão à procura de comprar. Estão à procura de aprender, de se inspirar, de resolver um problema, de se entreter. Se o teu conteúdo só existe para vender, deixa de ser relevante. E relevância é tudo.Educa antes de venderA forma mais eficaz de criar relevância é através da educação. Em vez de dizer “esta lapiseira escreve bem, compra já”, experimenta uma abordagem diferente:* Identifica um problema com o qual o teu público se identifica* Mostra que entendes esse problema* Apresenta a solução — e aí sim, o teu produto ou serviço entra naturalmente na conversaÉ esta sequência — problema → identificação → solução — que cria confiança. E é a confiança que, com o tempo, gera vendas.Conteúdo polarizador não é conteúdo agressivoUma das coisas que também partilho neste episódio, e que pode parecer contra-intuitiva, é a importância de marcar posição.Muitas vezes tentamos ser tão inclusivos, tão neutros, tão inofensivos no nosso conteúdo que acabamos por não dizer nada. E conteúdo que não diz nada não cria nada — nem ...
    続きを読む 一部表示
    25 分
  • Consistência Não É Prisão: Quando e Como Mudar um Projecto de Conteúdo que Já Não Funciona
    2026/04/09
    Tenho um projecto que nasceu em 2018. Oito anos de episódios, centenas de convidados, uma comunidade construída tijolo a tijolo. E há umas semanas, tomei a decisão de o reformular por completo.Não foi fácil. Mas foi necessário.Se tens um projecto no qual investiste tempo, dinheiro e energia, mas sentes que algo já não bate certo — que já não tens aquele entusiasmo quando vais para o ar, que há ali um desalinhamento que não consegues ignorar — este artigo é para ti. Porque aquilo que vou partilhar contigo é precisamente o processo que eu próprio atravessei e as perguntas que me ajudaram a decidir.As três coisas que vão mudar (quer queiras, quer não)Uma das primeiras coisas que precisei de aceitar foi que tudo muda. E quando digo tudo, refiro-me a três pilares fundamentais:1. Tu mudasAo fim de alguns anos a criar conteúdo, a tua forma de estar em frente à câmara é diferente. O teu conhecimento aprofundou-se. Os teus interesses evoluíram. O que te entusiasmava há cinco anos pode já não te fazer levantar da cadeira hoje. E isso é perfeitamente normal.2. A tua comunidade mudaAs pessoas que te seguiam há seis anos podem já não estar presentes. Ou estão, mas aquilo que esperam de ti é diferente. Os gostos ficam mais sofisticados, as exigências aumentam, e isso é saudável — mas obriga-te a reavaliar se estás a servir essa audiência da melhor forma. E também chegaram outras pessoas com outras expectativas.3. Os teus objectivos mudamSe no início o teu projecto serviu para criar autoridade e rede de contactos, talvez agora precises que sirva para gerar clientes ou para te posicionar numa área mais específica. E se os objectivos mudaram mas o formato ficou igual, tens um problema.O meu caso: o The Special Marcoting Live ShowVou ser concreto contigo. O The Special Marcoting Live Show era um formato de entrevista em directo, muito abrangente — falávamos de empreendedorismo, SEO, marketing digital, redes sociais, liderança, de tudo um pouco.No seu tempo, foi extraordinário. A quantidade de pessoas que conheci por todo o mundo, os amigos que fui criando, o conhecimento que desenvolvi — não troco por nada.Mas comecei a notar dois problemas sérios:Primeiro, o desgaste com convidados. Quando fazes entrevistas em directo, o peso é enorme: encontrar convidados, fazer entrevistas prévias, preparar tudo, garantir que a pessoa consegue entrar no live. É extremamente desgastante, sobretudo quando trabalhas a solo.Segundo, a falta de foco estratégico. Sendo tão abrangente, as pessoas não sabiam se eu era estratega de marketing, especialista em liderança, expert em SEO ou produtor de live streaming. E quando tens um leque tão grande, acabas por não ser referência em nada.Consistência não pode ser uma prisão perpétuaAqui está uma verdade que demorei a interiorizar: a consistência no conteúdo tem de estar subordinada à consistência do negócio.Se o teu conteúdo não está estrategicamente alinhado com o teu negócio, a consistência não te vai servir de muito. Pelo contrário — vai-te estar a desviar ainda mais do teu objectivo.E cuidado com esta armadilha: continuar com as coisas só porque já tens um nome firmado, porque não queres “quebrar o recorde”, porque tens medo do que os outros vão pensar. “Ah, aquela pessoa nunca leva um projecto até ao fim.” Ignora isso. Antes de estar de bem com os outros, tens de estar de bem contigo e alinhado com a tua estratégia.As três opções que tens (e como escolher)Quando chegas a este ponto de reflexão, tens essencialmente três caminhos:Opção 1: Continuar com ajustesSe o formato ainda está alinhado com aquilo que pretendes, mas sentes que precisa de ar fresco, podes ajustar. Por exemplo, em vez de semanal, passar a quinzenal ou mensal. Reduzir a duração. Simplificar a produção. Mas mantém sempre a intencionalidade — pergunta-te: isto está alinhado com o meu negócio? Ainda tenho energia para isto?Opção 2: ReformularFoi isto que eu fiz. O The Special Marcoting Live Show vai deixar de ser um “show” de entrevistas abrangentes e vai passar a ser o The Special Marcoting Live — focado em live streaming e produção remota. Porquê? Porque é a área que me tem trazido mais clientes, mais rentabilidade, e onde posso ser verdadeiramente uma referência.Vou também mudar a duração (de uma hora para cerca de 25-30 minutos) e passar a fazer episódios a solo, com convidados apenas pontualmente. É menos desgastante e mais estratégico.Opção 3: TerminarSe mudaste de área, se esgotaste a temática, se o teu público simplesmente já não responde — termina. Sem drama. Vais libertar tempo, vais ter mais energia, e vais ter espaço mental para repensares o que vem a seguir. Por vezes, parar é o passo mais produtivo que podes dar.As perguntas que tens de fazer a ti próprioAntes de decidires, faz este exercício honesto. Foi o que eu fiz e recomendo-te que faças o mesmo:* Este tipo ...
    続きを読む 一部表示
    29 分
  • Vários Projectos de Conteúdo? Cuidado Com a Armadilha!
    2026/04/02
    Introdução: Quando o malabarismo deixa de ser divertidoTenho dois projectos de conteúdo ativos — o Criador Contente e o The Special Marketing Live Show. E quero ser honesto contigo: gerir ambos nem sempre é fácil. Aliás, há semana e meia tomei uma decisão importante sobre um deles, precisamente porque percebi que o formato que estava a seguir não era sustentável para mim.E é sobre isto que quero falar-te hoje. Não sobre como “escalar os teus projectos” ou “multiplicar a tua presença” com fórmulas mágicas. Mas sobre como gerir vários projectos de conteúdo de forma realista, sem te queimares, sem perderes o foco e sem deixares cair — qual malabarista cansado — todas as bolas ao chão.Tu não és um malabarista profissional (e está tudo bem)Gosto de usar a analogia do malabarista porque é muito visual. Imagina alguém a atirar bolas ao ar — cada bola é um projecto. Um podcast, uma newsletter, um live show, outra newsletter…Agora, há uma diferença fundamental entre ti e o malabarista: o trabalho dele é só aquele. No teu caso, a criação de conteúdo é provavelmente apenas uma das muitas tarefas que tens. Tens um negócio para gerir, clientes para atender, vida pessoal para viver. Se tratas cada projecto com a mesma intensidade sem pensares na tua capacidade real, vais acabar stressado, cansado e, eventualmente, a deixar cair tudo.Sim, a criação de conteúdos poupa-te tempo a médio e longo prazo — educa clientes, cria confiança, ajuda no pós-venda. Mas se o processo de criação se torna uma canseira, perdes todas essas vantagens.O primeiro passo: sabe qual é a tua bola principalAntes de mais, tens de ser honesto contigo mesmo e responder a estas perguntas:* Qual dos teus projectos te traz mais negócio?* Em qual te sentes mais à vontade?* Onde o teu público está mais conectado contigo?* Qual é aquele em que fazes mais diferença?Isto não é uma decisão emocional — é uma decisão estratégica. Tens de perceber claramente qual é o teu projecto principal e quais são os secundários. Porque em função disso, vais alocar as tuas forças, os teus recursos e o teu tempo de forma diferente.No meu caso, o The Special Marketing Live Show já tem oito anos e centenas de episódios. Houve durante muito tempo uma teimosia — vá, chamemos-lhe assim — de manter tudo igual, até por aquela coisa de “é o podcast mais antigo”. Mas a realidade é que tive de parar e repensar, porque não estava a ser sustentável.Replica o fluxo de trabalho que já funcionaUma das recomendações mais práticas que te posso dar é esta: quando avançares para um segundo projecto, tenta replicar ao máximo o fluxo de trabalho que já tens no primeiro.Porquê? Porque se já tens um processo testado e aprovado — da gravação à edição, da publicação à reutilização — não faz sentido inventares um fluxo completamente diferente para o segundo projecto. Isso vai criar confusão, distração e trabalho extra desnecessário.Já falámos várias vezes sobre a importância de otimizar o fluxo de trabalho. Se tens um que já está maduro e funcional, as otimizações são mínimas. Agora imagina teres de aperfeiçoar um segundo fluxo ao mesmo tempo que geres tudo o resto. É receita para o caos.Cuidado com a canibalizaçãoOutro ponto fundamental: os teus projectos têm de ser genuinamente diferentes entre si.Se tens dois podcasts que falam basicamente sobre o mesmo tema, para o mesmo público, no mesmo formato… um vai canibalizar o outro. No meu caso, o The Special Marketing Live Show é em inglês e o Criador Contente é em português, com temáticas que, embora tenham pontos de contacto, são distintas. Essa diferenciação é essencial.Pergunta-te:* Os dois projectos servem públicos diferentes?* Abordam ângulos ou temáticas distintas?* Existe uma razão clara para ambos existirem?Se não consegues responder com clareza a estas perguntas, talvez não precises de dois projectos — talvez precises de um projecto melhor.Questiona a frequência e o formatoAqui está algo que muita gente não pensa: o teu segundo projecto não tem de ter a mesma cadência do primeiro.Se o teu projecto principal é semanal e funciona bem assim, o segundo pode perfeitamente ser quinzenal. Se o primeiro dura uma hora, o segundo pode durar vinte minutos. Se do primeiro retiras trinta peças de conteúdo para reutilização, do segundo talvez cinco ou seis sejam suficientes.Tens de ser realista. Perguntas que deves fazer:* Justifica-se que seja semanal?* Justifica-se que tenha a mesma duração?* Preciso de convidados todas as semanas, ou isso é mais um peso?A propósito de convidados: já fiz uma minissérie inteira sobre isso e sou defensor do formato. Mas a partir de certo ponto, ter convidados todas as semanas pode tornar-se difícil de gerir. No início pode ser excelente para ganhar dinâmica e criar autoridade. Depois, vale a pena questionar a frequência.A sustentabilidade é o...
    続きを読む 一部表示
    24 分
adbl_web_anon_alc_button_suppression_c
まだレビューはありません