エピソード

  • Interessa | Meu lugar preferido
    2026/10/02

    Existe um momento do dia em que tudo o que buscamos é o acolhimento do nosso próprio espaço. Seja uma poltrona no canto da sala, a bancada da cozinha, a varanda ensolarada, o vão debaixo da escada... quase todo mundo possui um "lugar preferido" dentro de casa - um cantinho capaz de desacelerar pensamentos e renovar energias.


    E o que faz com que um determinado ambiente ganhe tanto significado? A resposta passa pela psicologia dos espaços e pela memória afetiva. Os objetos e os arranjos que escolhemos ter ao nosso redor funcionam como espelhos da nossa identidade. Quando um ambiente transmite a sensação de pertencimento, ele deixa de ser apenas uma estrutura de concreto para se transformar em uma extensão emocional de quem o habita.


    Para encerrar a semana com chave de ouro e uma reflexão sensível e reconfortante sobre pertencimento, arquitetura afetiva e o valor das nossas lembranças domésticas, o Interessa Podcast desta sexta-feira (2) promove uma última conversa especial na CASACOR Minas Gerais sobre as histórias que moram em cada canto.

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  • Interessa | Muito Wi-Fi, pouca conversa: como encontrar o equilíbrio digital dentro de casa?
    2026/10/01

    Assistentes virtuais que organizam rotinas, sistemas de iluminação inteligente acionados pela voz e fechaduras digitais transformaram as residências em ambientes altamente eficientes. No entanto, ao mesmo tempo em que a tecnologia facilitou o cotidiano, o excesso de telas e a necessidade de estar sempre disponível trouxeram um efeito colateral silencioso: a perda da presença real no convívio familiar.


    O hábito de preencher qualquer intervalo do dia com notificações, manter a televisão ligada como pano de fundo ou levar o celular para a mesa de jantar acendeu um alerta sobre a "solidão acompanhada", quando pessoas dividem o mesmo teto, mas permanecem isoladas em suas próprias bolhas virtuais.

    Longe de propor um boicote aos recursos tecnológicos, que trazem segurança, conforto e praticidade, especialistas defendem que o caminho para o bem-estar está na construção de limites claros dentro do lar. Criar pequenos "espaços ou momentos offline", resgatar o hábito da conversa sem interrupções e estabelecer acordos sobre o uso de aparelhos durante as refeições são passos simples para devolver a afetividade aos ambientes.

    Para refletir sobre como dosar inovação e conexões humanas genuínas sem transformar a tecnologia em vilã, o Interessa Podcast desta quinta-feira (01) discute, com especialistas, a convivência na era digital.

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  • Interessa | Família e comunidade: por que estar junto voltou a ser tão importante?
    2026/09/30

    Em tempos em que as rotinas aceleradas e o excesso de telas tendem a fragmentar as relações, viver de forma isolada tem se mostrado uma fórmula insustentável para o bem-estar emocional. Diante desse cenário, espaços de convivência e rituais simples de afeto voltaram a ocupar um lugar central nas escolhas das famílias: estar junto, criar memórias e fortalecer redes de apoio virou uma prioridade.


    A busca por casas com quintal, mesas amplas que convidam a refeições demoradas e ambientes integrados reflete uma mudança de postura. A arquitetura, longe de ser apenas estética, passa a atuar como facilitadora do convívio. Detalhes como a disposição dos móveis na sala, priorizando posições em que as pessoas se olhem em vez de olharem apenas para a televisão, alteram significativamente a dinâmica da casa.


    Além das quatro paredes, a discussão se estende para o conceito de comunidade. Em grandes cidades, o desconhecimento sobre quem mora ao lado expõe a fragilidade dos indivíduos diante de momentos de crise. Resgatar o contato com vizinhos, criar trocas entre diferentes gerações e valorizar o acolhimento mútuo são caminhos para reconstruir o sentimento de segurança e pertencimento.

    Para pensar sobre como criar ambientes que estimulem trocas genuínas e entender a importância de cultivar laços comunitários na atualidade, o Interessa Podcast desta quinta-feira (1º) promove um debate acolhedor e cheio de inspiração. O bate-papo ocorre direto do palco da CASACOR Minas Gerais, celebrando 31 anos de história na sede da PUC Minas Lourdes, edifício histórico no Circuito Liberdade. O programa vai ao ar ao vivo, às 14h, com transmissão simultânea nos canais de O Tempo e O Tempo Livre no YouTube. Acompanhe no chat e responda: você conhece seus vizinhos e pode contar com eles no dia a dia?

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  • Interessa | SUSTENTABILIDADE NO VIVER COTIDIANO: AS NOVAS GERAÇÕES QUEREM TER "CASAS DE VÓ"
    2026/09/29

    A busca por uma vida mais sustentável e alinhada ao consumo consciente ultrapassou o descarte correto do lixo e chegou ao coração das escolhas de decoração e arquitetura. Em um movimento impulsionado sobretudo pelas gerações mais jovens, o padrão minimalista e padronizado vem perdendo espaço para um estilo de morar acolhedor, afetivo e repleto de memórias: as "casas de vó".


    Peças de crochê, cristaleiras, louças herdadas da família, móveis de madeira maciça garimpados em brechós e objetos com marcas de uso deixaram de ser vistos como ultrapassados. Pelo contrário: viraram símbolos de autenticidade e respeito ao ciclo dos materiais. O hábito de comprar peças novas e descartáveis vem dando lugar à arte de restaurar e dar novos significados a itens que já contam uma história.


    Além de diminuir o impacto ambiental e gerar economia financeira dentro de casa, essa tendência revela uma busca por pertencimento em meio à correria e à frieza dos grandes centros urbanos. A nostalgia atua como uma ferramenta para tornar o ambiente doméstico mais seguro, humano e afetuoso.

    Para entender como adotar práticas sustentáveis na rotina, reaproveitar móveis com inteligência e entender por que o antigo nunca esteve tão atual, o Interessa Podcast desta terça-feira (29) reúne convidados para um debate leve e repleto de dicas práticas.

    O bate-papo será transmitido diretamente da CASACOR Minas Gerais, que celebra 31 anos ocupando o histórico edifício da PUC Minas Lourdes, na Rua da Bahia - patrimônio tombado que integra o Circuito Liberdade. O programa vai ao ar ao vivo, às 14h, com transmissão simultânea nos canais de O Tempo e O Tempo Livre no YouTube. Envie sua pergunta ou conte no chat qual objeto da casa da sua avó você adoraria ter na sua sala!

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    53 分
  • Interessa | Casa como refúgio emocional
    2026/09/28

    A sua casa é um verdadeiro porto seguro ou apenas mais um ambiente de cobrança e estresse? Depois de anos enfrentando rotinas exaustivas, excesso de telas e ansiedade urbana, o lar passou a ocupar um papel central na nossa saúde mental. Mas será que os espaços que habitamos hoje realmente cumprem essa função de refúgio emocional?


    Na busca por uma "casa instagramável" e perfeita para fotos, muitas vezes priorizamos padrões estéticos e esquecemos do conforto, do afeto e da funcionalidade. Como a psicoarquitetura e a psicologia ambiental explicam o impacto do ambiente no nosso sono, no foco e na sensação de segurança? E de que forma pequenas marcas de vida cotidiana podem transformar quatro paredes em um lar com alma e pertencimento?


    Neste episódio do Interessa Podcast, transmitido diretamente da CASACOR Minas Gerais (31ª edição) que volta a ocupar o edifício sede da PUC Minas Lourdes, a bancada debate como construir um ambiente acolhedor em meio a uma rotina acelerada, a importância de ter um espaço que reflita quem você é e caminhos práticos para transformar sua casa em um espaço de descanso e regeneração.

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  • Interessa | Qual tipo de adulto estamos formando quando criamos crianças sem histórias?
    2026/09/24

    Apenas quatro em cada dez crianças de 5 anos no Brasil têm o hábito de ouvir histórias lidas por seus familiares dentro de casa. É o que revela o estudo International Early Learning and Child Well-being Study (IELS), realizado pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) com apoio do Sesi. O dado mostra que 53% das famílias brasileiras nunca ou raramente leem para os pequenos, contrapondo a média internacional de 54% de leitura frequente nessa faixa etária.


    O alerta é imediato: a ausência desse estímulo na primeira infância prejudica o ganho de vocabulário, o raciocínio lógico, a capacidade de empatia e a regulação das emoções. Frente ao uso precoce de telas e smartphones, o livro perde espaço não apenas pela falta de hábito, mas por barreiras que envolvem o cansaço dos pais, baixa escolaridade, falta de recursos e desigualdade social.


    Como resgatar a contação de histórias na rotina das famílias? De que forma o acesso gratuito a acervos pode transformar a leitura em um direito democrático, e não em um privilégio econômico?

    Quais os impactos neurocientíficos e sociais desse apagamento literário? Este é o Interessa Podcast desta quinta-feira (24). A transmissão ao vivo vai ao ar às 14h, nos canais de O Tempo e O Tempo Livre no YouTube. Participe e envie suas dúvidas e relatos no chat!

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  • Interessa | O fim de certas palavras ‘ameaça’ quem nós somos?
    2026/09/23

    Você ainda usa expressões como "ir pras cucuias", "virar cacareco" ou "escafeder-se"? Embora ainda ressoem na memória afetiva, na literatura e nas lembranças de família, diversos vocábulos e termos que antes dominavam as conversas cotidianas simplesmente desapareceram da fala urbana.


    A transformação da língua portuguesa é um processo natural e contínuo - afinal, a linguagem é viva e se adapta às novas necessidades de cada época. No entanto, o apagamento desse repertório levanta uma reflexão curiosa: quem define quando uma expressão perde a validade? E o esquecimento dessas palavras representa uma perda para a nossa memória comunitária e para a forma como contamos nossa própria história?


    Longe de ser uma discussão rígida, o resgate desses arcaísmos revela como o vocabulário molda nossa identidade. Ao mesmo tempo em que novas gírias e estrangeirismos surgem diariamente, a resistência em manter vivas certas palavras antigas funciona quase como um ato de preservação cultural e afeto.

    Para investigar as razões socioculturais que levam certos termos ao "beleléu" e reavivar as expressões mais marcantes do passado com leveza e bom humor, o Interessa Podcast desta quarta-feira (23) promove um bate-papo.

    A transmissão ao vivo começa às 14h, simultaneamente nos canais de O Tempo e O Tempo Livre no YouTube. Participe e mande no chat qual palavra antiga você gostaria de trazer de volta para o dia a dia!

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  • Interessa | Homens: está liberado gemer!
    2026/09/18

    Pesquisa encomendada pela marca de produtos íntimos, Lovehoney, revelou que 94% das mulheres afirmam fazer mais barulho durante as relações sexuais do que seus parceiros, e 70% dos homens concordam com essa estatística. No entanto, enquanto para muitas mulheres ouvir a demonstração de prazer do parceiro é algo extremamente excitante, grande parte deles prefere manter o silêncio.


    O assunto voltou à tona nas redes após o término do namoro entre a cantora mineira Marina Sena e o influenciador Juliano Floss. A internet resgatou declarações antigas em que a artista destacava que gemer e vocalizar faz parte de sua maneira intensa de viver a sexualidade, levantando o questionamento: por que o gemido masculino ainda é um tabu?


    Especialistas apontam que a repressão emocional histórica vivida pelos homens, ensinados desde cedo a não demonstrar vulnerabilidade, reflete diretamente na cama. Além disso, o padrão imposto pela pornografia tradicional costuma colocar a mulher em papel ruidoso e o homem em um lugar de controle rígido e silencioso.

    Mas afinal: gemer tira a masculinidade ou demonstra liberdade e entrega? Para debater o impacto do som na conexão sexual e como quebrar essa trava, a apresentadora Renata Zacaroni e as jornalistas Lorena Martins e Mari Zanon recebem ao vivo a psicóloga e sexóloga, Renata Dietze.

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