エピソード

  • Diretrizes WSAVA e AAHA 2022: O Guia Unificado para Avaliação e Manejo da Dor em Pequenos Animais
    2026/04/28

    A medicina veterinária está evoluindo rápido, e a forma como tratamos a dor precisa acompanhar esse ritmo. Você ainda espera o paciente vocalizar para intervir com resgate analgésico? Se a resposta for sim, precisamos conversar sobre oligoanalgesia.

    Neste episódio, mergulhamos fundo na ciência por trás das Diretrizes da WSAVA e da AAHA de 2022 para Avaliação e Manejo da Dor em Pequenos Animais.

    Mais do que um sintoma, vamos discutir a dor clínica como o quarto sinal vital – uma doença por si só que afeta todos os domínios do bem-estar animal e exige nossa intervenção ética, médica e proativa.O que você vai descobrir (e atualizar) neste episódio:

      • O Fim da Era "Controle de Danos": Por que a nossa prática deve abandonar definitivamente a velha tática reativa e abraçar a analgesia preemptiva e multimodal. Entenda a neurobiologia por trás disso e como agir cirurgicamente e clinicamente antes que ocorra a sensibilização central (o temido wind-up).
      • Avaliação Baseada em Evidências: O "achômetro" ficou no passado. Vamos explorar o uso prático de Instrumentos de Metrologia Clínica (CMIs) validados para o internamento e ambulatório. Saiba como implementar e interpretar a Feline Grimace Scale (FGS), a Escala de Dor Composta de Glasgow (CMPS-SF) na sua rotina.
      • Desmistificando a Dor Mal Adaptativa: A transição neuroplástica da dor aguda (fisiológica) para a dor crônica (patológica e destrutiva). Como identificar a dor neuropática e por que a osteoartrite precisa começar a ser tratada como uma doença de cães jovens.
      • Inovações Farmacológicas e o Perigo da Polifarmácia: Atualize seus protocolos, o papel dos antagonistas EP4 (grapiprant) e o uso racional de adjuvantes como cetamina, amantadina e gabapentina, evitando as armadilhas de interações medicamentosas na polifarmácia indevida.
      • Oligoanalgesia e a Realidade Felina: Por que os gatos historicamente ainda recebem menos analgesia que os cães em procedimentos idênticos? Como quebrar esse paradigma e adaptar o manejo de baixo estresse às particularidades da espécie.

    Preparem seus blocos de anotações! Este episódio foi desenhado de vet para vet, pensando no clínico geral, cirurgião, plantonista ou estudante que deseja elevar o padrão de cuidado, acelerar a cicatrização dos seus pacientes e se destacar na medicina baseada em evidências. Dê o play e venha transformar seus protocolos de analgesia!

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    37 分
  • Diretrizes ACVIM 2026: Enteropatia Inflamatória Crônica em Cães - Diagnóstico e Tratamento.
    2026/04/09

    Desvendando as Enteropatias Crônicas Caninas: Do Diagnóstico ao Tratamento.

    Cães com sinais gastrointestinais crônicos são um desafio frustrante na sua rotina clínica? Você sabe exatamente o momento de avançar para exames mais invasivos ou a hora certa de trocar um ensaio dietético por terapia com imunomoduladores?Neste episódio, vamos mergulhar fundo no fluxograma de decisão definitivo para a abordagem de cães com sinais TGI crônicos, independentemente da gravidade. Descomplicamos o passo a passo da conduta médica para que você não tenha mais dúvidas na sua rotina:

    A base do diagnóstico: Como utilizar e interpretar corretamente os escores CIBDAI/CCECAI, além da avaliação da condição corporal (BCS) e massa muscular (MCS) para guiar seus próximos passos.

    CIE-I vs. CIE-II: Entenda o segredo para categorizar seus pacientes entre casos mais leves (CIE-I) e graves (CIE-II, caracterizados por escores altos, perda de peso ou letargia) e como isso muda completamente o destino do seu paciente.

    O labirinto dos exames: Saiba como a presença de hipoalbuminemia ou normoalbuminemia dita o caminho dos testes complementares, desde dosagens de cobalamina, folato, cPL e cortisol, até o momento exato em que a endoscopia com biópsia se torna inegociável.

    Manejo e Monitoramento: Discutimos a linha tênue entre a resposta aos ensaios dietéticos (CIE-FR e PLE-FR) e a necessidade de avançar para terapias com imunomoduladores e modulação de microbioma nas temidas Enteropatias Perdedoras de Proteína (PLE) ou casos refratários (CIE-NR).

    Seja você um estudante de medicina veterinária ou um clínico experiente, dê o play e pare de "bater cabeça" com casos gastrointestinais complexos. Atualize-se e transforme sua tomada de decisão clínica na gastroenterologia!

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  • Diretrizes ACVIM 2018: Manejo da Hipertensão Sistêmica em Cães e Gatos
    2026/03/23

    Hipertensão em Pets: Você está ignorando o assassino silencioso?

    Você sabia que mais de 80% dos casos de hipertensão em cães e gatos são secundários a doenças que você atende todos os dias no seu consultório?. O consenso do ACVIM (2018) é categórico: a hipertensão sistêmica é uma "bomba-relógio" que, se não detectada, destrói silenciosamente órgãos vitais antes mesmo dos primeiros sintomas clínicos claros aparecerem.

    Neste episódio, mergulhamos nas diretrizes que todo clínico precisa dominar para não deixar o diagnóstico escapar:

    O "Efeito do Jaleco Branco" é real: Aprenda por que você nunca deve tratar um animal baseado em uma única medição e como o protocolo de 5 a 7 medidas consecutivas é o seu maior aliado para diferenciar a hipertensão situacional da patológica.

    As 4 Armas do Crime (TOD): Vamos detalhar como a pressão alta ataca impiedosamente os olhos (causando cegueira súbita), os rins (acelerando a DRC), o cérebro (gerando encefalopatias) e o coração. Sabia que lesões oculares podem estar presentes em até 100% dos gatos hipertensos?.

    Quem deve ser testado? O consenso revela por que a triagem de rotina em animais jovens e saudáveis pode ser um erro e quais são os pacientes de "alerta vermelho" que exigem monitoramento imediato, especialmente aqueles acima de 9 anos.

    O Dilema da Terapia: Anlodipino ou Inibidores do SRAA? Descubra por que o Anlodipino é o "padrão-ouro" para gatos, enquanto para cães a estratégia costuma envolver o bloqueio do sistema renina-angiotensina-aldosterona.

    Emergências Hipertensivas: O perigo de baixar a pressão rápido demais! Entenda como o uso de fármacos como o nitroprussiato de sódio exige uma redução gradual de apenas 10% na primeira hora para evitar a hipoperfusão de órgãos vitais.

    Prepare o seu estetoscópio e o seu manguito: este podcast vai transformar a forma como você enxerga a pressão arterial na sua rotina clínica. O manejo da hipertensão não é apenas sobre números, é sobre garantir qualidade de vida e longevidade para os seus pacientes mais críticos

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    23 分
  • Diretrizes 2024 ISFM/AAFP: Evidências e Protocolos para o Uso de AINEs em Felinos com Dor Crônica.
    2026/03/09

    A gestão da dor crônica (maladaptativa) em gatos representa um dos maiores desafios da clínica médica de felinos, especialmente devido ao metabolismo peculiar da espécie e à alta prevalência de comorbidades em pacientes seniores.

    Neste vídeo, analisamos profundamente as novas Diretrizes de Consenso de 2024 da ISFM e AAFP, que revisitam o papel dos Anti-inflamatórios Não Esteroidais (AINEs) no manejo da dor persistente.O que discutimos neste episódio:

    Fisiopatologia e Mecanismo de Ação: Uma revisão da cascata do ácido araquidônico, com foco na inibição das enzimas COX-1 e COX-2 e o impacto na sensibilização periférica e central.

    Segurança Clínica e Farmacologia: Evidências atualizadas sobre o uso de Meloxicam e Robenacoxibe, incluindo a análise do risco de toxicidade frente à deficiência de glicuronidação nos gatos.

    O Paradigma da Doença Renal Crônica (DRC): Discussão baseada em evidências sobre a segurança da administração de AINEs em pacientes com DRC estável (Estágios IRIS 1 a 3) e como essa terapia pode influenciar positivamente a longevidade.

    Protocolos de Triagem e Monitoramento: Critérios rigorosos de avaliação pré-prescrição (Pressão Arterial Sistólica, Bioquímica, UPC e Urinálise) e a importância do monitoramento seriado a cada 6 meses.

    Aferição da Eficácia: O uso de Instrumentos de Metrologia Clínica (CMI), como o FMPI e CSOM, para transformar observações comportamentais em dados objetivos de resposta terapêutica.

    Manejo Multimodal: A integração de terapias farmacológicas com modificações ambientais e o suporte à "carga do cuidador" para garantir o compliance e o bem-estar do paciente.

    Prepare-se para atualizar sua conduta clínica com base no que há de mais robusto na literatura científica mundial sobre analgesia felina.

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    28 分
  • Diretrizes AAHA 2024: Fluidoterapia para Cães e Gatos.
    2026/03/02

    Desvendando a AAHA 2024: O que Mudou na Fluidoterapia de Cães e Gatos

    Você sabia que administrar fluidos sem um plano específico pode ser tão perigoso quanto errar a dose de um medicamento potente?. Fluidos são medicamentos e, se prescritos incorretamente, podem causar danos graves aos compartimentos intravascular, intersticial e intracelular.

    Neste episódio, exploramos as Diretrizes de Fluidoterapia da AAHA 2024 para que você pare de usar taxas arbitrárias e comece a salvar vidas com precisão.

    O que você vai aprender:

    • O fim do "Soro Padrão": Entenda por que a abordagem de "duas vezes a manutenção" é inadequada e como criar prescrições individualizadas baseadas em ressuscitação, reidratação e manutenção.
    • Hipovolemia vs. Desidratação: Aprenda a distinguir o tratamento do déficit intravascular (que exige bolus rápidos) da desidratação intersticial (que exige reposição lenta em 12–24h).
    • Novas Taxas na Anestesia: Descubra por que as taxas recomendadas baixaram para 5 mL/kg/h em cães e 3–5 mL/kg/h em gatos, visando evitar a sobrecarga de fluidos.
    • Intolerância a Fluidos: Como identificar precocemente a sobrecarga através do ganho de peso (>10%), sinais respiratórios e alterações clínicas como a quemose.
    • Monitoramento Avançado (POCUS): A importância do Índice de Colapsibilidade da Veia Cava Caudal e da busca por linhas B no pulmão para guiar sua conduta à beira do leito.

    A fluidoterapia moderna exige vigilância constante e ajustes dinâmicos conforme a resposta do paciente.

    Não perca este episódio: dê o play agora para dominar as novas diretrizes da AAHA e elevar o padrão de segurança e eficácia na sua rotina clínica!

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    25 分
  • Diretrizes IRIS 2024: Manejo da Lesão Renal Aguda em Cães e Gatos.
    2026/02/23

    Guia de Sobrevivência LRA: O que mudou nas Diretrizes IRIS 2024?

    Você ainda usa NaCl 0,9% para reanimar pacientes renais? Sabia que um aumento de apenas 0,3 mg/dL na creatinina já é sinal de alerta vermelho?. Neste episódio, desbravamos as Diretrizes de Consenso da IRIS 2024, o novo padrão ouro para o diagnóstico e manejo da Lesão Renal Aguda (LRA) em cães e gatos.

    Prepare-se para atualizar seus protocolos de internação com os pontos mais críticos do documento:

    Diagnóstico em 48h: Aprenda a identificar a LRA precocemente, mesmo quando a creatinina ainda está dentro dos valores de referência.

    O Fim do Soro Fisiológico: Entenda por que o NaCl 0,9% é agora contraindicado na reanimação e quais cristaloides balanceados você deve usar.

    A Meta do "Balanço Zero": O perigo invisível da sobrecarga de fluidos e como o ganho de peso ≥ 10% aumenta drasticamente a mortalidade.

    Manejo da Hipertensão: Por que a Amlodipina é a rainha e por que você deve evitar IECAs na fase aguda.

    Nutrição e Suporte: O fim do mito da restrição proteica na fase aguda e o uso seguro de opioides (e a proibição absoluta dos AINES).

    Este episódio é um chamado à ação para todo veterinário que deseja oferecer o melhor suporte vital e maximizar as chances de recuperação funcional dos seus pacientes.

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    27 分
  • Diretrizes RECOVER 2024: Reanimação Cardiopulmonar em Cães e Gatos
    2026/02/16

    RECOVER 2024: A Nova Fronteira da Ressuscitação Veterinária Chegou!


    Você ainda aplica os protocolos de 2012? Muita coisa mudou em uma década! As Diretrizes RECOVER 2024 acabam de ser lançadas, trazendo atualizações críticas baseadas em evidências que podem ser a diferença entre o óbito e o Retorno da Circulação Espontânea (RCE).


    O que você precisa saber AGORA:


    Adeus às Doses Altas: A adrenalina em doses altas não é mais recomendada; a precisão agora é a regra.

    Atropina Mudou: Esqueça as repetições. A recomendação agora é dose única na fase inicial.


    O Poder do ETCO2: Aprenda a usar a capnografia para guiar suas compressões com o novo alvo de ≥ 18 mm Hg.


    Novas Técnicas de Compressão: Ajustes na profundidade e métodos específicos para gatos e cães pequenos que otimizam a perfusão.


    Ferramentas Prontas para Uso: As novas diretrizes entregam algoritmos atualizados e tabelas de dosagem rápidas prontas para serem afixadas na sua sala de emergência ou UTI.


    Não confie apenas no instinto ou em protocolos defasados. Atualize sua técnica, treine sua equipe e maximize as chances de sobrevivência dos seus pacientes.


    Escute nosso conteúdo, leia o artigo completo e domine o novo padrão ouro da RCP veterinária!

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    14 分
  • Diretrizes da ISFM 2022 - Manejo de gatos hospitalizados inapetentes.
    2026/02/09

    O Gato que Não Come: Como Salvar Vidas com as Novas Diretrizes da ISFM 2022

    Você sabia que, para um gato hospitalizado, não comer é uma emergência médica tão grave quanto a própria doença?

    Neste resumo em áudio, mergulhamos nas diretrizes de consenso da ISFM (International Society of Feline Medicine) sobre o manejo do gato inapetente. Se você é médico-veterinário ou estudante, este conteúdo é essencial para entender por que a "inanição por estresse" pode ser fatal para os felinos.

    O que você vai aprender neste áudio:

    A Biologia do Caçador: Por que o metabolismo único dos gatos (como carnívoros estritos) faz com que eles percam massa magra de forma acelerada durante a doença.

    Inanição por Estresse: Entenda por que um gato doente que não come entra em um estado hipermetabólico perigoso que impede a cicatrização e destrói a imunidade.

    O Fator Medo: Como o ambiente hospitalar pode "bloquear" o apetite e quais as estratégias práticas (esconderijos, manejo gentil, feromônios) para reverter isso.

    Além do Estimulante de Apetite: Por que tratar a náusea e a dor é mais importante do que apenas dar mirtazapina, e quais são os sinais sutis de que o gato está enjoado.

    A Regra dos 3 Dias: O momento exato em que você deve parar de "esperar o gato comer" e intervir com sondas alimentares.

    Sondas: Amigas ou Inimigas? Desmistificamos o uso de sondas nasoesofágicas e esofágicas como ferramentas de baixo estresse e alta eficácia.

    Por que ouvir? A inapetência é um dos sinais clínicos mais comuns, mas também um dos mais negligenciados. Esperar "ver se ele come amanhã" pode ser o erro que atrasa a alta ou piora o prognóstico.

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    12 分