『Betelgeuse: eu ainda não morri』のカバーアート

Betelgeuse: eu ainda não morri

Betelgeuse: eu ainda não morri

著者: Helô
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Betelgeuse é uma gigante vermelha que está morrendo, assim como nós. Aqui eu compartilho minha alma com cada alma deste universo porque acredito que minhas experiências pessoais não são únicas. Um desabafo sobre minha jornada em diagnosticar minhas doenças crônicas, sobre transtornos psiquiátricos, relacionamentos e pequenas felicidades. Me deixa saber se você tá interessando em ouvir fatos inúteis sobre o universo: das estrelas às moléculas, dos encontros de almas aos términos traumáticos em Paris. Esse é o Betelgeuse, e eu ainda não morri. 🌌🔬🫀Helô 社会科学
エピソード
  • Episódio 06 #Adultei
    2026/09/14

    "Estar incompleta aqui não é sinônimo de vazio, é sinônimo de mais espaço para abrir novos caminhos."

    No Episódio 6, encaramos o capítulo mais difícil do término: a despedida no aeroporto de Charles de Gaulle e a saga de empacotar o passado para apagar a presença de quem decidiu ir embora. Falo abertamente sobre a sensação de traição, o peso de recomeçar do zero e a busca por respostas que talvez nunca venham.

    Uma reflexão profunda sobre o que realmente significa "adultar": mudar as lentes dos óculos, parar de medir o próprio valor pela rejeição alheia e entender que o nosso propósito é algo que a gente cria vivendo. Um episódio sobre a beleza de resistir como a sarça ardente , que queima, mas não se consome.

    Das estrelas às moléculas. Esse é o Betelgeuse, e eu ainda não morri. 🌌🔥✨

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    15 分
  • Episódio 05 #Les confidents
    2026/09/07

    O meu maior medo sempre foi não ser suficiente: a aluna esforçada que quase era a melhor, a mulher bonita que quase era a escolhida, o pato que nada, anda e voa, mas não faz nada direito. Anos de terapia me mostraram como o TOC esculpiu essas crenças na minha alma — e como a busca por validação me fez aceitar migalhas em nome do amor.

    Neste quinto episódio, abro a ferida do final do meu noivado: a sobrecarga da vida a dois, o isolamento em São Carlos, os planos tomados sem a minha presença e o doloroso término em Paris em pleno Natal. Um relato cru sobre a dor de ser desvalorizada por quem jurou nos cuidar, o peso de atravessar o Atlântico para ser dispensada e o funeral necessário da mulher que eu fui para que a mulher de hoje possa renascer.

    Das estrelas às moléculas. Esse é o Betelgeuse, e eu ainda não morri. 🌌✈️💔

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    16 分
  • Episódio 04 #Suco de laranja com acerola
    2026/08/21

    Logo após o Big Bang, o hidrogênio e o hélio eram tudo o que existia no universo. Foram necessárias temperaturas extremas, panela de pressão e supernovas para forjar cada elemento mais pesado do cosmos — aqueles mesmos átomos que hoje formam os nossos tecidos, o nosso sangue e as nossas dores. A gente também é finitude lutando para viver mais um dia.

    Neste quarto episódio, compartilho o impacto de encarar a vida adulta fora de casa, o silêncio sufocante de Botucatu e como o meu corpo começou a gritar quando a mente não dava conta. Entre o diagnóstico de TOC, exames sem fim e a descoberta da Síndrome do Intestino Irritável, entendi que o meu intestino só estava colocando para fora tudo aquilo que a minha boca não era capaz de dizer.

    E foi no meio desse vendaval que reencontrei Alnitak. Um amor leve, inteiro e saboroso como um bom suco de laranja com acerola — que me trouxe paz, curou feridas físicas e me fez entender que amar é a escolha diária de permanecer. Um episódio sobre somatizações, a dor e a beleza dos encontros de alma, o peso sensorial das memórias de agosto e a certeza de que a nossa estrela ainda não morreu.

    Das estrelas às moléculas. Esse é o Betelgeuse, e eu ainda não morri. 🌌🍊✨

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    17 分
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