エピソード

  • O Perigo do Radicalismo Ideológico
    2025/09/14

    Tempos atrás vimos como o radicalismo religioso pode ser perigoso e usado para objetivos escusos no caso dos atentados do 11 de setembro das torres gêmeas que vitimou milhares de pessoas em 2001.

    Entretanto, recentemente com a politização política mundial e a desumanização de pessoas que pensam diferente, fomentada principalmente por grande parte da mídia, estamos vendo o radicalismo ideológico.

    É importante salientar que o radicalismo pode ser usado e fomentado por qualquer aspecto político e pode culminar numa espiral de violência sem fim. Principalmente numa sociedade cada vez mais afastada dos ensinamentos de Cristo, com baixa espiritualidade e absurdamente materialista.

    Infelizmente, Charlie Kirk, foi uma vítima desse radicalismo ideológico quando debatia com opositores dentro da universidade de Utah.



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    35 分
  • Provamos que a Terra Não É Um Globo | The Earth is NOT a Globe
    2025/03/17

    Não Existe Curvatura. Usando tecnologia, provamos que NÃO há curvatura de acordo com os cálculos oficiais do modelo globo. O vídeo traz o teste realizado entre a cidade de Dennis, Massachussets, EUA, e a península de Great Island, também nos EUA, distantes cerca de 30 km.

    Vídeo original:

    • TESTE DE CURVATURA 30 KM, ACOMPANHADO...

    Base dos cálculos: https://dizzib.github.io/earth/curve-... https://www.omnicalculator.com/pt/fis...

    Dados do local:

    Elevação da região: https://www.mapdevelopers.com/elevati... coordenadas: 41°43'59"N 70°13'58"W 41°43'00"N 70°32'08"W 41°44'00"N 70°13'56"W 41.986754, -70.055229

    Altura da câmera: 0,8m e 2,8m

    Distância aproximada: 30km

    Montanha mais alta na região: 46m

    Altura que deveria estar oculta pela curvatura: ≃ 56m



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    4 分
  • Crimes da Ciência
    2024/11/11
    A ciência moderna nos proporcionou inovações que mudaram radicalmente a vida como a conhecemos. Ela nos trouxe recursos que, no passado, seriam vistos como magia ou milagres: avanços médicos salvaram vidas, a tecnologia encurtou distâncias, e nosso acesso à informação nunca foi tão amplo. A própria plataforma que uso para escrever este texto é um dos muitos produtos desse progresso científico. Mas a que preço? Se por um lado a ciência nos trouxe benefícios, em alguns momentos, seu progresso veio com um custo humano alarmante, deixando um rastro de abusos e crimes muitas vezes encobertos por políticas corporativas, corporações poderosas e apoio institucional. Quem pagou ou paga a conta desse progresso?Nos tempos atuais, a ciência alcançou um status quase sagrado. Hoje, muitos a exaltam como o bastião da verdade, ao ponto de alguns a idolatrarem como uma espécie de “messias” que libertou o mundo civilizado das trevas e do obscurantismo religioso. E a bem da verdade, sim, as religiões também tem em seu quadro histórico páginas manchadas a sangue.No entanto, o status exaltado da ciência frequentemente encobre uma face obscura. Um exame mais crítico e aprofundado revela um lado sombrio e pouco divulgado com atos antiéticos e macabros que raramente vêm à tona, mas que colocaram vidas em risco em nome do progresso e do lucro. É essencial questionar essa confiança cega, examinando o potencial da ciência para o bem e para o mal.Nas linhas abaixo, exploro alguns dos crimes da ciência - eventos marcados por abusos que contaram com o apoio de setores científicos, políticos e a imprensa de suas épocas. Essas histórias revelam como a confiança cega na ciência e em seus agentes pode causar danos profundos, e por que é essencial manter vigilância ética constante e um ceticismo saudável quanto à promessa de que a ciência, sozinha, seja a “salvação” da humanidade.1. Crimes da Indústria FarmacêuticaBayer e os Experimentos em AuschwitzNo século XX, sob o rótulo de “experimentos científicos”, algumas das atrocidades mais cruéis foram cometidas. E embora alguns desses experimentos tenham gerado avanços, eles foram alcançados às custas de vidas e de sofrimento humano. A farmacêutica Bayer, por exemplo, participou de experimentos em Auschwitz durante a Segunda Guerra Mundial, utilizando prisioneiros como cobaias para testar medicamentos. Muitos desses testes resultaram em mortes, mas a empresa continuou a lucrar. O consentimento era inexistente, e a vida humana era subjugada em nome da ciência e do lucro. No mesmo período, nos Estados Unidos — considerado o “símbolo máximo da liberdade e da democracia” —, prisioneiros foram usados como cobaias até 1970 em testes de medicamentos sem qualquer proteção ética.Richardson-Merrell e a TalidomidaUm outro caso marcante envolveu a farmacêutica americana Richardson-Merrell que tentou liberar a talidomida nos Estados Unidos em 1960, mesmo ciente de que o medicamento causava malformações congênitas. A farmacêutica conduziu um teste clínico sem controle em 1.200 profissionais de saúde, monitorado apenas pelo departamento de marketing da companhia e um dos artigos científicos que “confirmava” a segurança do medicamento foi redigido pelo diretor médico da empresa e publicado no Journal of Obstetrics and Gynecology com a assinatura de um dos médicos participantes do teste, que confessou não ter participado da supervisão.Esse medicamento afetou mais de 10 mil crianças em 46 países, das quais apenas metade sobreviveu. O escândalo levou à criação da FDA (agência reguladora de fármacos e alimentos), nos EUA. Mas o dano já estava feito: milhares de crianças pagaram com a própria vida.Eli Lilly e os Experimentos com MendigosEm 1996, outra farmacêutica, a Eli Lilly, foi denunciada pelo Wall Street Journal, por pagar mendigos alcoólatras para servirem como cobaias em testes. Questionada, a empresa afirmou que os “voluntários” eram movidos pelo altruísmo, querendo “ajudar a sociedade”. Após a repercussão negativa, a indústria farmacêutica passou a realizar testes em países emergentes, onde a regulamentação era menos rígida como América Latina e África, explorando a vulnerabilidade de populações menos protegidas por leis rigorosas.Pfizer e Testes Não Consentidos na ÁfricaEntre 1995 e 2006, o número de testes clínicos crescia rapidamente em países emergentes como Rússia, índia, Argentina, China e Brasil. Em um desses testes, conduzidos pela Pfizer na África em 1996, 200 crianças foram submetidas a medicamentos experimentais sem o consentimento formal dos pais, que foram levados a acreditar que se tratava de uma “ajuda humanitária”. O caso resultou em mortes e sequelas graves nas crianças, e terminou em um acordo judicial de U$$ 75 milhões - mas tudo, claro, “em nome da ciência”. Este episódio levantou questões éticas profundas sobre o uso de ...
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    24 分
  • Ciência ou Dogma? Como a Manipulação da Informação Apaga a Verdade Histórica sobre as Vacinas
    2024/10/17
    A crença e o senso comum é de que religião, ciência e política são domínios separados, cada um com suas regras e fundamentos. No entanto, a história nos mostra que a linha que separa essas esferas pode ser tênue. Na realidade,ao longo da história, esses campos frequentemente se entrelaçam. Os exemplos são inúmeros: Isaac Newton, um dos maiores cientistas da história, realizou experimentos buscando a pedra filosofal, um artefato lendário que supostamente conferia imortalidade, e tentava transformar metais em ouro . Por outro lado, a eugenia, (pasmem) considerada científica no século XIX, serviu de justificativa para políticas de esterilização forçada de pessoas consideradas "indesejáveis", como deficientes mentais . Esses exemplos mostram o perigo de adotar qualquer medida científica de forma radical e acrítica.Para discutir a ciência de forma mais abrangente, seria necessário definir com precisão o que é ciência, mas não existe uma definição clara, embora saibamos o que ela não é — ou não deveria ser: dogmática e autoritária. Nessa linha, o professor da Universidade de Princeton, nos EUA, Michael Gordin, reconhece que não há linha clara que separe ciência da pseudociência (pessoas que defendem métodos alternativos às vacinas são acusadas de defenderem pseudociência) mas desliza ao ser favorável a vacinação obrigatória.Olhando para o passado, ao longo da história, temos visto repetidamente a ciência ser usada de forma arbitrária, inclusive durante a recente crise sanitária provocada pela COVID-19.A Pandemia de COVID-19: Ciência ou Dogma?Segundo o dicionário online de português, a palavra dogma admite os seguintes significados:Durante a pandemia, o consenso científico foi amplamente utilizado como base para medidas políticas. Além disso, a mídia adotou uma postura dogmática, quase religiosa (mais radical até do que muitas religiões) na defesa desse consenso, atacando ferozmente qualquer voz dissonante, inclusive àquelas do próprio meio acadêmico. Este é o ponto crítico: a fusão da ciência com a política e a mídia resulta em uma ferramenta de controle social. Isso é particularmente evidente no que tange às vacinas, que foram transformadas em um dogma inquestionável. Quando algo se torna imune ao questionamento, perde seu caráter científico. A ciência, por definição, deve ser um campo de questionamentos contínuos, onde o debate é essencial para o desenvolvimento do conhecimento.Paul Feyerabend, que foi professor na Universidade da Califórnia e um dos maiores críticos da ciência moderna, já havia percebido esses problemas. Ele argumentou que a ciência em sua essência não difere muito de outras formas de conhecimento, como os mitos antigos e o vodu (religião de origem africana). Segundo ele, a ciência não possui características intrinsecamente superiores a outros saberes . Uma vez que grandes avanços tecnológicos ocorreram fora dos meios científicos convencionais, especialmente em tempos de guerra, onde o método científico muitas vezes cede lugar à necessidade de inovação rápida.A Mídia como Guardiã do DogmaEm nossa sociedade contemporânea, os cientistas tornaram-se os novos sacerdotes da "verdade absoluta", com a mídia conferindo a legitimação do que pode ou não ser considerado "científico". Essa situação ficou evidente durante a pandemia, quando qualquer crítica às vacinas experimentais foi imediatamente silenciada. Os críticos eram rotulados como "negacionistas" ou "conspiracionistas", e o discurso dominante era rigidamente protegido. Sem falar nos possíveis conflitos de interesse envolvendo médicos e laboratórios.O Caso Superinteressante: Apagando a História?Em meio à crise sanitária e à narrativa midiática predominante, alguém encontrou nos arquivos digitais da revista Superinteressante uma edição de fevereiro de 2001 que trazia a capa polêmica: "Vacinas: A Cura ou a Doença?" A edição questionava a efetividade das vacinas, algo que contrasta diretamente com o discurso de 2020, quando tais questionamentos eram proibidos ou silenciados.Diante dessa contradição, o grupo Abril, responsável pela revista, excluiu a edição de 2001 de seus arquivos digitais, alegando que questionar as vacinas em plena crise sanitária seria um "desserviço para a sociedade" . O argumento era que tal conteúdo não deveria ser acessível durante a pandemia, mas o fato é que a ação apagou uma parte importante do histórico de debates sobre vacinas, manipulando a opinião pública ao retratar a ciência como inquestionável.Manipulação da Verdade CientíficaO comportamento da Superinteressante ao apagar uma publicação que contradiz sua postura atual é um exemplo clássico de falácia. Em vez de engajar em um debate honesto sobre a ciência, a revista optou por apelar à "verdade absoluta", algo que vai contra o próprio espírito científico. O conhecimento científico é sempre ...
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    24 分
  • O Mercado das Guerras | The Market of Wars
    2024/09/03

    Este podcast se propõe a esclarecer que os conflitos armados são criados artificialmente com vistas ao lucro e outras questões. Ás custas do sacrifício de inocentes.

    Fontes:

    BlackRock na Rússia

    BlackROck Asia Times

    OSW Importações para a China

    japan times

    The Intercept

    Reuters

    The Times of Israel

    The Business Standard

    The Wall Street Journal



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    28 分