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Fast News - 1ª Edição - 20/09/2026 | Candidatura de Dallagnol é suspensa pelo TSE

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Confira os destaques da 1ª edição do Fast News deste domingo (20): O ministro Floriano de Azevedo Marques, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), suspendeu liminarmente a campanha de Deltan Dallagnol (Novo) ao Senado pelo Paraná. A decisão impede o ex-procurador de receber ou utilizar recursos públicos de campanha, fazer propaganda eleitoral no rádio e na televisão e praticar outros atos de campanha até que o recurso contra o registro de sua candidatura seja julgado pelo tribunal. A decisão foi tomada após o Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR) ter liberado a candidatura de Dallagnol. Para Floriano, há plausibilidade no recurso apresentado por coligações formadas por partidos como PT e P que questionam a decisão regional. O ministro considerou que o TRE-PR reavaliou os mesmos fatos já analisados pelo TSE em 2023, quando a Corte reconheceu a inelegibilidade de Dallagnol e indeferiu seu registro para deputado federal. O crédito de pessoas jurídicas em atraso no Brasil atingiu o recorde de R$ 86,1 bilhões no segundo trimestre de 2026, segundo levantamento da FecomercioSP. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista Thiago Carvalho, assessor econômico da FecomercioSP. O Supremo Tribunal Federal (STF) enfrenta um período de crise, com agressões e manobras para impunidade ganhando destaque no debate sobre a Corte. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista Juliana Sakai, diretora executiva da Transparência Brasil. O governo Donald Trump decidiu redirecionar US$ 52 milhões em financiamento militar para quatro países do Hemisfério Ocidental: Panamá, Peru, Equador e Colômbia. O Brasil ficou de fora. O dinheiro estava originalmente destinado à Eslováquia, Macedônia do Norte, Tunísia e Iraque. O Departamento de Estado notificou o Congresso americano da mudança e justificou que a distribuição anterior dos recursos já não correspondia à prioridade que o governo Trump passou a dar ao Hemisfério Ocidental. Segundo o governo americano, os recursos serão destinados principalmente ao combate ao narcotráfico e ao chamado narcoterrorismo, à segurança do Canal do Panamá e ao reforço da presença estratégica dos Estados Unidos na região. A ausência brasileira chama a atenção porque o Brasil está fora de algumas das principais iniciativas regionais de segurança impulsionadas por Trump neste segundo mandato. Para falar sobre o assunto, a Jovem Pan entrevista Alessandro Visacro, analista de segurança e defesa. Essas e outras notícias você acompanha nessa edição do Fast News.
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