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Esporte em foco

Esporte em foco

著者: RFI Brasil
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概要

Notícias e entrevistas sobre futebol, tênis, vôlei, Fórmula 1... Espaço aberto para a cobertura exclusiva dos grandes torneios franceses e europeus. Destaque para a atuação dos atletas brasileiros na Europa.

France Médias Monde
エピソード
  • Lucas Beraldo, do atual campeão PSG, diz que clube está pronto para encarar o Bayern nas semifinais da Champions
    2026/04/26
    Esta semana promete ter fortes emoções em Paris. O PSG entra em campo na terça-feira (28) no Parc des Princes para enfrentar o Bayern de Munique, no primeiro jogo das semifinais da Liga dos Campeões. Marcio Arruda, da RFI em Paris O Paris Saint-Germain é o atual campeão da Champions League e vai jogar pela terceira vez seguida as semifinais da Liga, um desempenho incomum para a maioria dos clubes, frisou técnico do Paris, Luis Enrique. "Isso é muito difícil de conseguir. Estamos orgulhosos do que fizemos até agora e queremos muito mais. Buscaremos, nos próximos anos, fazer a mesma coisa ou melhorar ainda mais", disse. "Nós sabemos que, no futuro, será difícil estar novamente numa semifinal ou até mais chegar mais adiante”, ressaltou o treinador do Paris Saint-Germain. Na fase mata-mata desta edição, o PSG passou pelo Mônaco, eliminou o Chelsea – vingando a derrota na final do mundial de clubes de 2025 – e despachou o Liverpool. Os jogadores do clube francês têm demonstrado confiança para a partida que será disputada nesta terça-feira, em Paris. O zagueiro brasileiro Lucas Beraldo, que já atuou de lateral e volante com a camisa do time parisiense, disse que o elenco está focado na Champions League. “A expectativa é sempre a melhor possível. A gente conhece a qualidade do nosso adversário, então, a gente está se preparando da melhor forma possível porque esse mês vai ser importante para a gente, nesta temporada”, contou o brasileiro. Osso duro de roer O Bayern de Munique tem sido uma pedra no sapato do PSG na Champions. Na final de 2020, o time alemão ganhou por 1 a 0 e foi campeão. Na temporada seguinte, foram dois jogos pelas quartas com uma vitória para cada lado e classificação do clube francês. Nas oitavas da edição de 2022/23, o balanço foi duas vitórias do Bayern sobre o PSG. Nesta temporada, no jogo disputado em novembro do ano passado na capital da França, nova vitória do Bayern: 2 a 1. Para a partida desta terça-feira, o Bayern, campeão desta temporada da Bundesliga e finalista da Copa da Alemanha, terá pelo menos dois desfalques: o meia-atacante Serge Gnabry, lesionado na coxa direita e que não poderá disputar a Copa do Mundo pela seleção da Alemanha, e o técnico Vincent Kompany. O ex-zagueiro do Manchester City e da seleção da Bélgica – ele estava em campo na partida em que os belgas tiraram o Brasil da Copa de 2018 – foi punido com cartão amarelo durante o jogo em que o Bayern eliminou o Real Madrid e está suspenso para a partida em Paris. “Em termos de como vamos organizar o jogo contra o PSG, nós ainda estamos pensando. Para ser honesto, não estou feliz com o cartão amarelo que recebi no jogo contra o Real Madrid. O quarto árbitro está lá também para nos escutar", argumentou. "Em um determinado momento, teve um lance discutível e é normal que eu, como técnico do Bayern, fale com ele. Se a minha linguagem tivesse sido exagerada, eu aceitaria a punição, mas minha linguagem não foi desrespeitosa", afirmou o treinador do Bayern. "A equipe vai a Paris para buscar um bom resultado. Eu só estarei à beira do campo no jogo da volta, em Munique. Eu tenho muita fé na equipe do Bayern e na comissão técnica para não apenas continuar, como para ganhar cada vez mais força e motivação”, revelou Kompany. Mesmo com os desfalques do Bayern, o técnico Luis Enrique descartou qualquer favoritismo do Paris Saint-Germain. “Nós somos igualmente favoritos desde o primeiro dia que jogamos a Champions League. Na verdade, não é importante saber quem é favorito. O importante é mostrar em campo o seu nível, e é isso que interessa.” Apesar da boa fase, o treinador não quer nem saber se o Paris Saint-Germain desta temporada é melhor ou pior do que o PSG que foi campeão na última edição da Champions. “Isso não é importante. Eu arrisco a dizer que somos iguais. Nada mal. Eu realmente não estou preocupado se a gente é um pouco mais forte ou mais fraco. Para mim, estar mais ou menos no mesmo nível do que estávamos é incrível”, disse Luis Enrique. Leia tambémPSG goleia Inter de Milão na final e conquista título inédito da Liga dos Campeões Mesmo tendo sido titular somente em alguns dos últimos jogos do PSG, o brasileiro Lucas Beraldo tem passado a maior parte da temporada no banco de reservas. Mas isso não incomoda o zagueiro, que ganhou destaque no futebol com a camisa do São Paulo. “Eu acho que sou uma pessoa importante no clube, não só pela questão de jogar ou não, mas no dia a dia eu estou sempre fazendo o meu trabalho e dando o meu melhor. Cabe ao treinador escolher quem vai jogar ou não", comentou. "Minha parte está sendo bem feita e tem sido correspondida nos últimos jogos, quando eu estou conseguindo um pouco mais de minutagem. Espero ter mais essa sequência para ajudar ainda mais a equipe”, afirmou Beraldo, que fez o terceiro gol da vitória do Paris ...
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  • “Endrick está com mais confiança”, diz treinador do Lyon antes de jogo contra o PSG
    2026/04/19

    O Paris Saint-Germain recebe neste domingo (19), o Lyon, no jogo de encerramento da 30ª rodada do campeonato francês. Enquanto o time parisiense busca manter-se isolado na liderança, o Lyon vai tentar um bom resultado para continuar na briga pelas melhores posições da tabela. O treinador do time lionês elogia a boa fase do brasileiro Endrick, mas faz mistério sobre se o atacante será titular.

    Embalado pela vitória de 2 a 0 contra o Liverpool, em Anfield, que garantiu vaga na semifinal da Liga dos Campeões da Europa, o PSG entrará em campo menos pressionado do que seu adversário.

    Líder isolado com 61 pontos e com um jogo a menos do que o Lens, segundo colocado, o time parisiense vê na vitória uma oportunidade de ampliar a vantagem para os concorrentes ao título.

    A superioridade do PSG é incontestável. A boa fase do time, que vem também de duas vitórias seguidas no campeonato, faz os adversários temerem. O treinador do Lyon, o português Paulo Fonseca, confessou na entrevista coletiva antes da partida, que enfrentar o PSG exige uma preparação não somente física mas mental, para enfrentar uma equipe ofensiva e que, segundo ele, vive seu melhor momento.

    “Acho que o PSG está no seu melhor momento da temporada. Eles também tiveram problemas físicos e lesões, mas agora contam com todos os jogadores. Não sei se todos estão disponíveis para jogar ou não, mas eles estão em um ótimo momento. Acho que este é o melhor momento do PSG”, disse Fonseca.

    Segundo a imprensa esportiva francesa, a volta aos treinamentos do meio campista Fabien Ruiz é progressiva e talvez não entre em campo contra o Lyon. O treinador Luis Enrique ainda pode poupar o lateral Nuno Mendes e o atacante Desiré Doué, que sentiram leves contusões no jogo contra o Liverpool.

    Mas as dúvidas não dissipam as preocupações do jogadores adversários. O zagueiro angolano do Lyon, Clinton Mata, não hesita em dizer que vai enfrentar uma equipe que é um verdadeiro “rolo compressor”. Mas o time pode surpreender, após a boa vitória contra o Lorient, em casa, por 2 a 0.

    “Vamos enfrentar, diria, a melhor equipe do campeonato. Sabemos que é também um "rolo compressor". É uma equipe que tem muitas qualidades. Para nós, acho que o mais importante nesse tipo de partida é nos concentrarmos em nós mesmos. Acho que, a vitória contra o Lorient deu muito mais confiança para a equipe. Além disso, tudo é possível no futebol. De qualquer forma, vamos disputar essa partida dando o nosso melhor para tentar conquistar alguns pontos”, disse Mata.

    Endrick “com confiança”

    Para tentar surprender o PSG em casa, os torcedores do Lyon esperam contar com a eficiência do brasileiro Endrick. Muito criticado por ter ficado seis partidas sem marcar gols, o brasileiro foi parar no banco, por escolha do treinador Paulo Fonseca.

    Mas na vitória contra o Lorient, que encerrou uma série de derrotas do Lyon, Endrick foi decisivo. Ao entrar em campo na segunda etapa, deu um passe para Yaremchuck abrir o placar e também teve participação no segundo gol, marcado por Tolisso. A equipe chegou aos 51 pontos e está em quinto lugar na tabela.

    Questionado sobre o papel de Endrick especialmente no últimos jogo do Lyon, o treinador Paulo Fonseca foi só elogios ao brasileiro.

    “Ele entrou muito bem, deu mais confiança aos jogadores. Ele ajudou a equipe, foi decisivo e decidiu o jogo. Sei que é difícil ser decisivo em todos os jogos, mas ele jogou melhor do que nos outros", avaliou.

    "No final da partida, analisamos muitas coisas e também precisamos levar em conta que foi um jogo contra uma equipe que defendia muito bem, sem deixar espaços. Neste momento, precisamos da criatividade de um jogador como o Endrik. Ele entrou, fez o que eu acho que ele sabe fazer de melhor, e pode ajudar a equipe neste momento”, acrescentou.

    Paulo Fonseca admite que tem sido muito criticado pelas escolhas que tem feito. Cobrado sobre como pretende aproveitar melhor o brasileiro em campo, o português não quis revelar se o atacante será titular contra o PSG, mas destacou o bom momento do ex-palmeirense.

    “Para um jogador como o Endrik, há outros momentos em que é mais fácil para ele entrar durante o jogo. Mas um jogador com a qualidade do Endrick, precisamos o tempo todo. Ele é muito importante em todos os momentos e acho que ele está melhor agora, com mais confiança”.

    O jogo PSG contra o Lyon será no Parque dos Príncipes, em Paris, às 20h45 pelo horário local, 15h45 pelo horário de Brasília.

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  • Europa reverencia Ayrton Senna em exposição imersiva sediada em Luxemburgo
    2026/04/12
    O trágico acidente de Ayrton Senna, morto depois de bater seu carro na Curva Tamburello do autódromo de Ímola, durante a disputa do Grande Prêmio de San Marino de 1994, completa 32 anos no próximo dia 1° de maio. Nestas mais de três décadas, surgiram gerações que não tiveram a oportunidade de acompanhar o dia a dia da carreira do piloto brasileiro. Mas nem o tempo foi suficiente para apagar a imagem de Senna. A cada ano que passa, o legado do tricampeão mundial de Fórmula 1 se fortalece. Marcio Arruda, enviado especial da RFI a Luxemburgo Imagine agora, em 2026, ver de perto o verdadeiro carro que Ayrton Senna pilotou e venceu pela primeira vez na Fórmula 1? Este e outros modelos guiados pelo brasileiro podem ser apreciados em um único lugar na Europa. Na capital de Luxemburgo, uma exposição sobre o brasileiro tricampeão mundial na virada dos anos 80 para os 90 atrai olhares de fãs da Fórmula 1. O novíssimo centro de convenções Gridx organiza a “Ayrton Senna Forever”, uma homenagem imersiva que reúne carros de competição e itens usados pela lenda brasileira em sua carreira. “Nós trabalhamos com exposições temáticas e esta é a nossa primeira, que começou aqui no ano passado no nosso museu", explica o gerente da galeria 610 da Gridx, Alex Jacoby. "Queríamos começar com algo muito grande, muito especial. E o Ayrton Senna é uma lenda e muita gente adora o Senna. Então, era algo que queríamos fazer. E é uma grande honra ter esta exposição conosco agora”. Máquinas voadoras Cinco modelos de Fórmula 1 chamam a atenção de quem visita a mostra. Todos esses carros foram marcantes na trajetória do brasileiro, que disputou 11 temporadas na Fórmula 1 e foi contemporâneo de Niki Lauda, Nelson Piquet, Nigel Mansell, Mika Hakkinen, Michael Schumacher e Alain Prost. Leia tambémImprensa francesa presta homenagem a Senna, 30 anos após a morte do ídolo da Fórmula 1 Duas das três Lotus que Senna guiou na carreira estão em exposição. A vedete é a Lotus-Renault 97T, carro nas cores preta e dourada que ajudou Senna a alcançar sua primeira vitória na F1, conquistada no GP de Portugal de 1985 disputado debaixo de um temporal. A outra Lotus é o modelo 99T, da temporada de 1987. Naquele ano, o piloto brasileiro usou motores Honda e conquistou a primeira de suas seis vitórias no GP de Mônaco. O triunfo nas ruas do Principado foi o primeiro de um carro equipado com suspensão ativa, tecnologia que ficou mundialmente conhecida em 1992, ano em que os carros da equipe Williams dominaram a categoria. “Temos todos os carros lendários dele, como a Lotus 99T e a 97T. Temos, também, a McLaren MP4/6 e um de seus últimos carros: a Williams FW16”, detalhou Jacoby. O modelo da Williams, que não é o carro que sofreu o acidente na Tamburello, foi pilotado pelo brasileiro em 1994. Este F1 está em um pedestal ao lado de uma barra de direção fabricada pela Williams, peça similar àquela que causou o acidente do brasileiro no GP de San Marino daquele ano. A McLaren, segundo o gerente da galeria 610 da Gridx, é o único carro do salão que não foi pilotado pelo tricampeão. “Todos os carros que estão aqui são originais, exceto o MP4/6, que acabou sendo vendido e, por isso, não podíamos mais ficar com o carro. Mas todos os outros que estão aqui são os que foram pilotados por ele.” A McLaren-Honda exposta na “Ayrton Senna Forever” é o modelo que foi para as pistas na temporada de 1991, ano em que Ayrton conquistou seu terceiro título mundial de Fórmula 1 por esta escuderia inglesa; antes, ele foi campeão em 1988 e 1990. O carro que está neste salão é original da equipe britânica, mas foi adesivado para ficar com a identidade visual que o brasileiro usou naquela temporada, como o número um no bico e no aerofólio traseiro, e o nome de Senna com a bandeira do Brasil no santantônio. Além dos três telões que exibem continuamente imagens de momentos que construíram o mito Ayrton Senna, a mostra resgata grande parte da carreira do piloto brasileiro na Europa, inclusive seus primeiros anos antes de entrar na Fórmula 1. O Fórmula Ford 2000, com o qual Senna foi campeão britânico e inglês em 1982, é uma das raridades que estão no local. Outra curiosidade é um carro menos badalado pelos fãs do brasileiro: o Toleman-Hart TG184 que Senna guiou no ano de sua estreia na Fórmula 1, em 1984. Jacoby lembra que esse foi um dos seus primeiros carros de Fórmula 1. "Temos exatamente aqui aquele carro, aquele chassi que competiu em Mônaco”, detalha. Aquela corrida nas ruas encharcadas de Monte Carlo foi inesquecível para a torcida brasileira, que até hoje aposta que Senna seria o vencedor, caso a prova não tivesse sido interrompida antes da metade. Além do segundo lugar no GP de Mônaco, Senna conquistou outros dois pódios com a Toleman naquele ano: um terceiro lugar na Inglaterra e outra terceira colocação em Portugal. Além dos carros ...
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