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Carbonfy

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著者: Carbon School
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Podcast Carbonfy Carbonfy é o podcast da Carbon Business School que conecta você ao universo dos negócios sustentáveis, da transição energética e do mercado de carbono. Aqui, discutimos como empresas, investidores, profissionais e governos estão moldando a nova economia — uma economia descarbonizada, regenerativa e de impacto real. Se você é empresário, executivo, advogado, contador, investidor ou simplesmente quer entender como funciona a economia do clima, este podcast é para você.Carbon School
エピソード
  • Seattle colide com a realidade econômica de uma Copa do Mundo esvaziada
    2026/06/17

    O choque de realidade da Copa do Mundo. Enquanto a bola rola no maior torneio do planeta, cidades-sede americanas como Seattle enfrentam um cenário econômico bem diferente do esperado.

    O otimismo inicial de um "boom turístico" sem precedentes colidiu com dados preocupantes do setor de hospitalidade. Relatórios recentes revelam que as reservas de hotéis e a movimentação comercial estão abaixo das previsões iniciais em várias regiões.

    O fenômeno, que alguns hoteleiros já classificam de forma amarga como um "não evento", acendeu um debate sobre os limites financeiros do turismo esportivo.

    Por que a conta não está fechando?

    • Preços Abusivos: A inflação excessiva em passagens, transportes locais e diárias acabou afastando o turista convencional e assustando os próprios torcedores.

    • Logística Complexa: Por ser uma Copa gigante e muito espalhada geograficamente entre três países, o custo e o deslocamento se tornaram proibitivos para muitos fãs internacionais.

    • Demanda Doméstica: Embora os estádios sigam cheios — impulsionados pelo público local —, o impacto real no crescimento do PIB e na geração de empregos das cidades deve ser irrelevante.

    O caso de Seattle e de outras metrópoles americanas deixa uma lição clara para o mercado global de turismo: megaeventos geram visibilidade, mas preços fora da realidade cobram o seu preço esvaziando o comércio local.

    💬 Você imaginava que isso aconteceria nos EUA? A ganância nas tarifas estragou a experiência ou o formato da nova Copa que ficou inflado demais? Deixe sua análise aqui nos comentários!

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    22 分
  • Natura supera metas de biodiversidade amazônica e blinda custo de capital de seu SLB de R$ 1,3 bilhão
    2026/06/15

    A Natura deu uma verdadeira aula de como atrelar sustentabilidade ao sucesso financeiro de ponta.

    A gigante dos cosméticos superou suas metas de preservação da biodiversidade na Amazônia e, com isso, garantiu uma vitória estratégica no mercado de capitais: a blindagem dos custos de juros do seu Sustainability-Linked Bond (SLB), uma operação de R$ 1,3 bilhão.

    O título de dívida estava diretamente atrelado ao cumprimento de duas metas ambientais rigorosas até o final do ano passado:

    • Atingir R$ 400 milhões em volume de negócios na região amazônica.

    • Alcançar 95% de ingredientes biobaseados e fórmulas biodegradáveis.

    O resultado: A Natura superou as expectativas, movimentando R$ 494 milhões com fornecedores locais e alcançando 96,4% de bioingredientes.

    Com o cumprimento dos compromissos, a empresa evitou o mecanismo de step-up — uma cláusula contratual que aumentaria a taxa de juros do título em 0,25 ponto percentual por meta descumprida. Essa eficiência blindou o custo de capital da companhia, mostrando ao mercado global que a conservação ambiental é um dos melhores ativos para a saúde financeira de uma corporação.

    A operação reforça o papel do Brasil na liderança de finanças sustentáveis, onde a preservação da floresta em pé deixa de ser apenas um selo de marketing e passa a ser uma métrica de eficiência econômica de bilhões de reais.

    Como você enxerga o futuro dos títulos sustentáveis (SLBs) no mercado corporativo brasileiro? Compartilhe sua visão nos comentários!

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    33 分
  • Por que o balanço da Oracle virou o teste supremo para o cambaleante rali da inteligência artificial
    2026/06/11

    O mercado cansou de promessas. A era das narrativas abstratas sobre Inteligência Artificial chegou ao fim.

    Após recentes realizações de lucros que estressaram o índice Nasdaq, o balanço financeiro da Oracle virou o teste supremo para o rali global de IA. As maiores tesourarias e mesas de macro trading do planeta agora exigem provas materiais de monetização e geração de fluxo de caixa real.

    O mercado abandonou a tolerância com anúncios vagos e focou no que realmente importa no balanço: as Obrigações de Desempenho Remanescentes (RPO) — métrica que mede o volume de receitas contratadas e ainda não faturadas na infraestrutura de nuvem.

    A lógica de mercado é implacável: se a conversão desse indicador em receita real falhar ou se o encarecimento do Custo Médio Ponderado de Capital (WACC) desacelerar a expansão das empresas de tecnologia, o ecossistema de IA sofrerá uma compressão forçada de valuations.

    O reflexo na Avenida Faria Lima é imediato. Com a taxa Selic mantida em patamares restritivos pelo Banco Central para mitigar os riscos fiscais e conter o câmbio, o Cost of Equity das companhias nacionais não comporta múltiplos esticados baseados em teses digitais abstratas.

    A conclusão é evidente: a governança moderna exige tratar os dados de lucros como auditorias forenses da real produtividade da economia da informação. O rali das bolsas globais agora exige que os investimentos em tecnologia comprovem retornos (ROIC) superiores ao custo marginal da dívida para afastar o risco de uma corrida vendedora.

    Para os investidores locais, a ordem do dia é clara: acelerar a rotação de fatores para ativos de valor cíclico tradicionais e crédito privado estruturado (como CRAs, CRIs e debêntures incentivadas), onde o lastro em ativos reais protege as margens contra os solavancos da política monetária internacional.

    Como você está posicionando a sua carteira diante dessa virada de humor nas bolsas mundiais?

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    27 分
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