A nova superfície de ataque da inteligência artificial
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A segurança da inteligência artificial já não depende apenas do modelo.
À medida que os agentes ganham browsers, ferramentas, APIs, ficheiros, credenciais e acesso a sistemas reais, aumenta também a quantidade de software e infraestrutura que precisa de ser protegida.
Esta semana vimos as duas metades desse problema.
A CISA confirmou exploração de vulnerabilidades em componentes relevantes para aplicações, automação e infraestrutura moderna, incluindo LiteLLM, Starlette e Kestra.
Ao mesmo tempo, a OpenAI apresentou o GPT-6 Astra, o primeiro modelo que a própria empresa classifica como Critical em capacidade de cibersegurança.
No Radar Semanal explicamos o que acontece quando modelos capazes de encontrar vulnerabilidades começam a coexistir com uma infraestrutura de agentes cada vez mais complexa.
Também passamos pela IFA e pelos novos computadores Lenovo preparados para IA local, pelos dois State of Play da PlayStation, pela ação judicial contra a Apple no Reino Unido e por uma experiência científica particularmente curiosa: investigadores do MIT demonstraram porque um “laser de neutrinos” afinal não pode funcionar.
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