Arthur Nogueira conversa com o poeta Age de Carvalho sobre memória, identidade e pertencimento. Nascidos em Belém do Pará, os dois revisitam lembranças vividas e inventadas de uma cidade que continua a habitá-los.
A professora da UFPA Mayara Ribeiro Guimarães participa do episódio.
Age de Carvalho (Belém do Pará, 1958) é poeta e designer gráfico. Vive na Europa desde 1986, entre Viena e Munique. Publicou, entre outros livros, Arquitetura dos ossos (1980), A fala entre parêntesis (com Max Martins, 1982), Caveira 41 (2003) e De-estar, entrestrelas (2025).
Poemas citados:
“A casa”, de Vinicius de Moraes.
“Carta aberta a John Ashbery”, de Waly Salomão.
“Cunca”, de Age de Carvalho.
“Blackstar”, de Age de Carvalho.
“Naschmarkt”, de Age de Carvalho.
Referências:
BLANCHOT, Maurice. O espaço literário. Rio de Janeiro: Rocco, 2003.
GUIMARÃES, M. R., & COROA, L. M. (2019). Age de Carvalho e a Estrangeiridade na Composição Poética. Opiniães, 14, 243-256.
PROUST, Marcel. Em busca do tempo perdido: No caminho de Swann (Volume I). São Paulo: Globo, 2006. Tradução de Mário Quintana.