• AMH pode revelar quando a quimioterapia não traz benefício • TILs: o que o KEYNOTE-522 não contou
カートのアイテムが多すぎます
カートに追加できませんでした。
ウィッシュリストに追加できませんでした。
ほしい物リストの削除に失敗しました。
ポッドキャストのフォローに失敗しました
ポッドキャストのフォロー解除に失敗しました
-
ナレーター:
-
著者:
O primeiro podcast discute O estudo do RxPONDER sugere que a reserva ovariana pode indicar quem realmente se beneficia da quimioterapia no câncer de mama HR+/HER2−,com 1–3 linfonodos positivos e escore de recorrência até 25. Entre 1.556 mulheres com menos de 55 anos, aquelas com AMH ≥10 pg/mL tiveram importante melhora na sobrevida livre de doença com quimioendocrinoterapia. Jáas mulheres com AMH <10 pg/mL, mesmo algumas classificadas como pré-menopáusicas, não apresentaram benefício significativo. A inibina B mostrou padrão semelhante, enquanto estradiol, progesterona, FSH e LH não foram preditivos. Os resultados reforçam que a quimioterapia pode agir, em parte, pela supressão ovariana, mas ainda precisam de validação antes de mudar aprática clínica.
O segundo podcast discute o estudo Neo-Real/GBECAM-0123, uma coorte de vida real brasileira e argentina na qual Bonadio RC e colegas responderam a uma pergunta que o próprio KEYNOTE-522 deixou em aberto: os TILs ajudam a prever quem responde ao pembrolizumabe maisquimioterapia neoadjuvante? Quanto mais TILs, maior a chance de resposta patológica completa — 59% entre quem tinha menos de 30%, contra 91% entre quem tinha 50% ou mais. Quando TILs altos se somavam a Ki-67 alto, quase todas responderam. A mensagem: os TILs precisam ser sistematicamente reportados nos laudos e analisados em estudos futuros. E fica a pergunta: eles poderiam guiar o tratamento necessário para cada paciente?
Link de acesso aos artigos :
https://live.makadu.group/bbn_podcast_10092026