エピソード

  • Cp. 1 - A Façanha do "Onça"
    2026/04/22

    Neste primeiro capítulo de Arcaz de Um Barriga-Verde, de José Boiteux, acompanhamos os eventos que levaram à capitulação da Ilha de Santa Catarina durante a ofensiva espanhola no século XVIII. Apesar da rendição formal, os oficiais do lendário Regimento Barriga-Verde recusaram-se a assinar a capitulação, preferindo abandonar o serviço militar a aceitar a derrota, reafirmando seu valor e patriotismo.Entre os destaques está o alferes José Corrêa da Silva, o “Onça”, cuja bravura se tornou símbolo da resistência local.

    O capítulo também apresenta a atitude marcante do Coronel Fernando da Gama Lobo, comandante do Regimento Barriga-Verde, que quebrou as hastes da bandeira e rasgou o pano com as próprias mãos, para impedir que fosse tomado pelas tropas espanholas. A Ilha de Santa Catarina surge como a “chave do Brasil meridional”, reforçando sua posição estratégica no período colonial.

    Personagens e autoridades citadas: Pedro de Cevallos (Pedro Antonio de Cevallos Cortés y Calderón) – Governador da Província de Buenos Aires (1757–1766); Luís de Almeida Portugal – 2.º Marquês do Lavradio e Vice-Rei do Brasil.D. Guilherme Vaughan – Marechal de campo espanhol.Antônio Carlos Furtado de Mendonça – Marechal de campo português e governador militar da Ilha de Santa Catarina (1775); José da Silva Paes – Primeiro governador da Capitania de Santa Catarina; Raphael Pinto Bandeira – Militar; Coronel Fernando da Gama Lobo Coelho – Comandante do Regimento Barriga-Verde; Robert Mac-Duall – Almirante inglês; José Corrêa da Silva, o “Onça” – Alferes do Regimento Barriga-Verde; Marquês de Casa Tilly – Oficial espanhol; Capitão Pinto de Sá.

    Fortes e localidades mencionadas: Fortaleza da Ponta Grossa; Fortaleza de São Caetano; Fortaleza de Ratones; Caixa d’Aço; Enseada das Garoupas; Ilha de Santa Catarina; Desterro; Florianópolis.

    Contexto histórico adicional: O episódio integra a história militar e política de Santa Catarina, marcada por conflitos luso-espanhóis e pela defesa da antiga Vila do Desterro, atual Florianópolis. O Regimento Barriga-Verde tornou-se símbolo da identidade catarinense e da resistência do sul do Brasil durante o período colonial. A região, estratégica para o controle da costa, foi cenário de fortificações, disputas e processos de formação cultural que moldaram o estado.Sobre o autor:José Boiteux (1865–1924) foi historiador, jurista, jornalista e político catarinense, reconhecido por suas obras dedicadas à memória, à etnografia e à história de Santa Catarina. Sua escrita contribuiu para registrar tradições, conflitos e personagens do estado, tornando-se referência para estudos sobre o sul do Brasil e a antiga Ilha de Desterro.

    Créditos: Projeto executado por Página 1 – Audiobooks; H Music – Produções; Revisão, edição, leitura e finalização por Carlos Henrique Souza Lima.

    Proposta executada pelo Governo do Estado de Santa Catarina, por meio da Fundação Catarinense de Cultura (FCC), com recursos do Governo Federal e da Política Nacional Aldir Blanc.

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    16 分
  • Cp. 2 - O "Barbaças"
    2026/04/21

    Neste segundo capítulo de Arcaz de Um Barriga-Verde, de José Boiteux, o foco recai sobre a figura de José Mascarenhas Pacheco Pereira Coelho de Melo, conhecido como O Barbaças. Intelectual, conselheiro régio e membro destacado do Conselho Ultramarino, ele teve papel importante na vida cultural do Brasil colonial, sendo o fundador da Academia Brasílica dos Renascidos, uma das primeiras instituições literárias da América Portuguesa. Seu prestígio e circulação entre grupos políticos e religiosos o colocaram no centro das tensões do período, especialmente durante a administração autoritária do Marquês de Pombal. A tirania pombalina marcou profundamente sua trajetória. No contexto da repressão aos jesuítas, do fortalecimento do Estado absolutista português e das disputas entre facções políticas e eclesiásticas, José Mascarenhas foi acusado de traição, alvo de perseguição e encarcerado em dois dos mais simbólicos espaços de repressão do Império Português: os calabouços da Fortaleza de Santa Cruz de Anhatomirim, em Santa Catarina, e a Fortaleza de São José da Ilha das Cobras, no Rio de Janeiro. Sua prisão tornou-se emblemática da violência política exercida durante o governo pombalino e da fragilidade das instituições coloniais diante do poder central.

    O capítulo também contextualiza a atuação de governadores, prelados, militares e autoridades do período, revelando o cenário mais amplo da política luso-brasileira no século XVIII. A narrativa de Boiteux reconstrói não apenas a queda do "Barbaças", mas o ambiente de vigilância, disputas ideológicas, conflitos com os inacianos e reorganização do poder metropolitano no ultramar. Santa Catarina e Desterro aparecem novamente como espaços estratégicos dentro da administração portuguesa, especialmente devido à presença de fortalezas e à função militar do território.

    Personagens citados: D. Mello Manuel (ou José de Mello Manoel) – Militar português e Governador da Capitania de Santa Catarina; José Mascarenhas Pacheco Pereira Coelho de Melo, O Barbaças – Conselheiro do Rei, membro do Conselho Ultramarino e fundador da Academia Brasílica dos Renascidos.Sebastião José de Carvalho e Melo – Conde de Oeiras, Marquês de Pombal e Primeiro-Ministro de Portugal; Dom José Botelho de Matos – Arcebispo de São Salvador da Bahia e opositor da política pombalina; D. José – Rei de Portugal e Algarves; Francisco António Cardoso de Meneses e Sousa – Governador da Capitania de Santa Catarina a partir de 7 de março de 1761; Gomes Freire de Andrade – 1.º Conde de Bobadela, Governador do Rio de Janeiro entre 1733 e 1763.

    Temas e instituições mencionados: Companhia de Jesus; Conselho Ultramarino; Tirania Pombalina; Inacianos; Academia Brasílica dos Renascidos.

    Lugares mencionados: Fortaleza de Santa Cruz de Anhatomirim; Fortaleza de São José da Ilha das Cobras; Desterro (Florianópolis, Ilha de Santa Catarina); Sé Patriarcal de Lisboa (Basílica de Santa Maria Maior).

    Sobre o autor: José Boiteux (1865–1924) foi historiador, jurista e jornalista catarinense, dedicado à preservação da memória do estado, de seus personagens e de sua formação política e cultural. Suas obras tornam acessíveis episódios pouco conhecidos da história de Santa Catarina e do sul do Brasil, combinando narrativa literária e rigor histórico.

    Créditos: Projeto executado por Página 1 – Audiobooks; H Music – Produções; Revisão, edição, leitura e finalização por Carlos Henrique Souza Lima.

    Proposta executada pelo Governo do Estado de Santa Catarina, por meio da Fundação Catarinense de Cultura (FCC), com recursos do Governo Federal e da Política Nacional Aldir Blanc.

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    25 分
  • Cp. 3 - No Que Deu um Puxão de Orelhas
    2026/04/20

    Neste terceiro capítulo de Arcaz de Um Barriga-Verde, de José Boiteux, acompanhamos a juventude de Joaquim Francisco da Costa, que mais tarde seria conhecido como Joaquim do Livramento ou Irmão Joaquim. O texto apresenta o momento transformador que marcou o início de sua conversão e de sua dedicação aos pobres e desvalidos, traçando as raízes de sua vocação religiosa e de seu compromisso com os necessitados.

    Paralelamente, o capítulo também narra aspectos da vida familiar dos Costa, incluindo o pai, Thomaz Francisco da Costa, a mãe, D. Mariana Jacinta da Vitória, e os irmãos, entre eles Thomaz da Costa, o primogênito que seguiu para o seminário. No seminário, Thomaz estudou ao lado de Duarte Mendes de S. Payo (ou Duarte Mendes de Sampaio), que mais tarde se tornaria monsenhor e pregador predileto de D. João VI. Boiteux explora elementos do cotidiano da família, o ambiente em que viviam e as experiências que moldaram o caráter de Joaquim.

    Personagens citados: Joaquim Francisco da Costa (Irmão Joaquim do Livramento) – Auxiliador dos pobres, religioso franciscano e figura histórica brasileira; Thomaz Francisco da Costa – Comerciante, pai do Irmão Joaquim; D. Mariana Jacinta da Vitória – Mãe do Irmão Joaquim; Thomaz da Costa (filho) – Primogênito da família, seminarista; Duarte Mendes de S. Payo (ou Duarte Mendes de Sampaio) – Colega de seminário de Thomaz, futuro monsenhor e pregador de D. João VI; D. João VI – Rei do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves; Antônio José da Costa – Alferes, irmão de Joaquim e possivelmente o primeiro não-indígena a alcançar a região de Lages; Governador D. Luís Maurício da Silveira.

    Temas e instituições mencionados: Terceira Ordem de São Francisco; Nossa Senhora do Livramento; jogo da bisca ou bisca-coberta; Terra de Santa Cruz.

    Lugares mencionados: Desterro; Florianópolis; Santa Catarina; Rua dos Moinhos de Vento; Armação da Lagoinha; Saco dos Limões; Rua da Paz; Seminário da Lapa (Rio de Janeiro); Jacuecanga.

    Contexto histórico adicional: A narrativa integra a formação social e religiosa de Santa Catarina no período colonial, destacando figuras que contribuíram para o desenvolvimento espiritual e comunitário da antiga Vila do Desterro, atual Florianópolis. A trajetória de Joaquim do Livramento reflete o papel das ordens religiosas e das práticas assistenciais na história catarinense, revelando um personagem cuja atuação marcou cidades, instituições e projetos sociais. A presença do Seminário da Lapa e de nomes ligados à corte portuguesa aproxima a história local dos grandes movimentos culturais e religiosos do Brasil do século XIX.

    Sobre o autor: José Boiteux (1865–1924) foi historiador, jurista e jornalista catarinense, dedicado ao estudo das tradições, da cultura e da formação histórica de Santa Catarina. Suas obras registram relatos, personagens e paisagens que compõem a memória do estado e da antiga Ilha de Desterro, tornando-se referência para estudiosos e interessados na história do sul do Brasil.

    Créditos: Projeto executado por Página 1 – Audiobooks; H Music – Produções.

    Revisão, edição, leitura e finalização por Carlos Henrique Souza Lima.

    Proposta executada pelo Governo do Estado de Santa Catarina, por meio da Fundação Catarinense de Cultura (FCC), com recursos do Governo Federal e da Política Nacional Aldir Blanc.

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    26 分
  • Cp. 4 - Nem pra Festa Nem pra Luto
    2026/04/19

    O capítulo tem como foco a morte do segundo tenente da armada imperial José de Jesus, figura importante da história catarinense, marinheiro e antigo combatente legalista que defendeu Laguna contra a invasão farroupilha e atuou no transporte de mercadorias entre Laguna, Desterro e Rio de Janeiro por meio de embarcações como a Imperial Catharinense.

    A narrativa acompanha como o major Silva Fernandes e o alferes Cândido Pacheco conduzem o episódio no dia em que D. Pedro II completava dezesseis anos, enquanto o recém-chegado juiz Sylvio Barreto observa e tenta compreender a realidade política e social local. A Revolução Farroupilha, ainda em curso, permeia o capítulo ao destacar as tensões entre legalistas e revolucionários farroupilhas, e o texto também menciona personagens associados ao conflito, como Giuseppe Garibaldi e Anita Garibaldi, para situar o cenário mais amplo da época.

    Personagens e autoridades citadas: José de Jesus – Marinheiro, combatente legalista e proprietário da Imperial Catharinense; Major Silva Fernandes – Presidente da Câmara Municipal; Cândido Pacheco – Alferes, advogado contratado, secretário, tesoureiro e procurador; Sylvio Barreto – Bacharel e juiz municipal vindo de Piancó, província da Paraíba do Norte; Marechal Andréa (Francisco José de Sousa Soares de Andrea) – Presidente da Província do Pará, brigadeiro e barão de Caçapava; D. Pedro II – Segundo e último imperador do Brasil; Giuseppe Garibaldi; Anita Garibaldi.

    Temas e instituições mencionados: Revolução Farroupilha / Guerra dos Farrapos; combatentes legalistas; Armada Imperial; Imperial Catharinense; forças farroupilhas; tenente Jacinto Cordeiro de Farias; tenente-coronel Villas Boas; Marechal Andréa; Imperador Catarinense.

    Lugares mencionados: Laguna; Desterro; Pelotas; Carniça; Piancó, província da Paraíba do Norte; Rio Tubarão.

    Créditos: Projeto executado por Página 1 – Audiobooks, H Music – Produções; Revisão, edição, leitura e finalização por Carlos Henrique Souza Lima.

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    17 分
  • Cp. 5 - A Aninha do Bentão
    2026/04/18

    A Aninha do Bentão | Audiolivro Arcaz de Um Barriga-Verde (de José Boiteux)Neste capítulo de Arcaz de Um Barriga-Verde, de José Boiteux, acompanhamos uma conversa de alguns senhores à porta da botica de João Mendes, onde comentam a retomada da então Vila de Laguna pelas forças legalistas de terra e mar, atuando de forma conjunta contra as hostes farroupilhas. Discutem sobre as nomeações do presidente tenente-coronel Joaquim Xavier Neves e do vice-presidente padre Vicente Ferreira dos Santos Cordeiro, além da elevação da vila à categoria de cidade com o nome de Juliana, capital do efêmero Estado proclamado pelos revolucionários. Também relembram ataques e movimentações militares, incluindo a ação imperial no Embaú e a atuação de embarcações como Rio Pardo, Seival, Andorinha, Bela Americana e Patagônia.

    Em seguida, o capítulo apresenta a chegada de uma carta de Giuseppe Garibaldi para seu cunhado Antônio Ribeiro, irmão de Anita, relatando feitos, bravura e episódios marcantes da vida da jovem conhecida como Aninha, até a sua morte. Aninha essa que mais tarde se tornaria a célebre Anita Garibaldi.

    Personagens e autoridades citadas: Anita Garibaldi – Revolucionária, a Heroína de Dois Mundos; Giuseppe Garibaldi – Militar italiano e líder farroupilha; Bentão – Pai de Anita Garibaldi; Sylvio Barreto – Juiz municipal vindo de Piancó, Paraíba do Norte; Major Silva Fernandes – Tenente-coronel e presidente da Câmara Municipal; Cândido Pacheco – Alferes, solicitador e advogado contratado; Francisco Athayde (Vigário Ataíde) – Vigário da paróquia; João Mendes – Boticário e tenente-cirurgião do 5º Regimento de Artilharia a Pé da Guarda Nacional; Antonico (Antônio Ribeiro) – Irmão de Anita Garibaldi; General David Canabarro – Líder farroupilha; Frederico Mariath – Comandante da frota imperial responsável pela retomada de Laguna.

    Temas e instituições mencionados: Revolução Farroupilha; Guerra dos Farrapos; forças revolucionárias; tropas imperiais; Seival.

    Lugares mencionados: Cidade da Laguna; Cidade de Laguna; Laguna Santa Catarina; Barra do Camacho – Jaguaruna (Laguna); Embau – Guarda do Embaú; Barra do Camacho; Encantada (Garopaba); Imaruí.

    Créditos: Projeto executado por Página 1 – Audiobooks; H Music – Produções.

    Revisão, edição, leitura e finalização por: Carlos Henrique Souza Lima.

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    31 分
  • Cp. 6 - As Cebolas de D. Luis Maurício
    2026/04/17

    Após o coronel Joaquim Xavier Curado deixar o governo da Capitania de Santa Catarina, em 1805, D. Luís Maurício da Silveira o substituiu, nomeado pela Rainha D. Maria I. Em palácio, cercado por uma vintena de senhores, ele busca informações sobre a Ilha, e sobre seus moradores. Após deixarem-no informado sobre estes assuntos, os senhores esclarecem a situação quanto à situação dos oficiais e praças do Regimento Barriga-Verde. Após alguns acontecimentos a população ilhoa comenta aos quatro cantos sobre as patifarias feitas pelo então Governador e seu ajudante, o tal Freitas Corcunda. Este é o enredo central do sexto capítulo de Arcaz de Um Barriga-Verde, livro de José Boiteux.

    Personagens e autoridades citadas: Joaquim Xavier Curado - Goiano, Foi Governador da Capitania de Santa Catarina; D. Luís Maurício da Silveira. - Que Substitui Joaquim Xavier Curado. Novo governador da Capitania de Santa Catarina, (Fidalgo Português); Joaquim Freitas Corcunda - Auxiliar de D. Luís - Secretário; Francisco Machado de Souza - Vereador, senhor Souza; Capitão Costa Pereira; João Prestes Barreto da Fontoura, provedor interino da Real Fazenda; Reverendo Vigário; Domingos de Matos - Mercieiro; Major Jacinto Dos Santos; Anacleto Silva - Comerciante; Antônio José Da Costa - dos Correios; Justino Felício Bandeira - Capitão do Regimento; Maria Engrácia - A Quitandeira.

    Temas e instituições mencionados: Capitania de Santa Catarina; Desterro; Regimento de Linha da Ilha, Regimento Barriga-Verde; Beata Joana de Gusmão; Padre Lourenço de Gusmão (o Voador).

    Lugares mencionados: Desterro; Largo da Matriz de Florianópolis; Areão, Rua do Menino Deus; Quitanda da Pomona.

    Créditos: Projeto executado por: Página 1 – Audiobooks;H Music – Produções. Revisão, edição, leitura e finalização por: Carlos Henrique Souza Lima.

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    41 分
  • Cp. 7 - A Narrativa do Zabumba
    2026/04/16

    Neste capítulo de Arcaz de Um Barriga-Verde, de José Boiteux, Agostinho Joaquim, um ex-integrante do Regimento Barriga-Verde, narra ao seu sobrinho Francisco Alves, as violentas refregas e combates que participou, desde que Santa Catarina ainda era considerada uma Capitania; iniciadas em 1806. Vários acontecimentos se passaram no Rio Grande do Sul, em Maldonado, Paisandu, no Rio Negro, em Cunhaperu, nas Região das Missões e em São Borja; e o velho Agostinho Joaquim os recorda tal como aconteceram.

    Personagens e autoridades citadas: Agostinho Joaquim - Ex combatente Barriga-Verde; Chiquinho - Francisco Alves; D. Jacinta; D. Luís Maurício da Silveira; Maria Engrácia - A Quitandeira; José da Gama Lobo Coelho d'Eça; Manoel Coelho Rodrigues; Thomaz Silveira de Souza; Manuel Caetano Cardoso; Major Manuel Joaquim. Secretário que foi da Câmara Municipal; Antônio Martins, nascido em S. Francisco; Manuel da Costa Fraga; Brigadeiro José Maria; Tenente-Coronel Dantas Brandão dos Chimangos;André Artigas - Andresito Guacurarí; Aniceto Ventura.

    Temas e instituições mencionados: Guerra da Cisplatina; O Zabumba; Regimento Barriga-Verde; Irmandade do Divino Espírito Santo; D. João V; D. Pedro I; D. Luís Maurício da Silveira; Chimangos.

    Lugares mencionados: Cidade do Desterro; Cidade de Desterro; Florianópolis; Toca; Nossa Senhora do Desterro; Costeira do Pirajubaé; Rua dos Quartéis Velhos; José da Gama Lobo Coelho d'Eça; fortaleza de Santa Teresa; Rio Grande do Sul; Maldonado; Paisandu; Rio Negro; Cunhaperu; Região das Missões; São Borja.

    Créditos: Projeto executado por Página 1 – Audiobooks; H Music – Produções.

    Revisão, edição, leitura e finalização por: Carlos Henrique Souza Lima.

    Proposta executada pelo Governo do Estado de Santa Catarina, por meio da Fundação Catarinense de Cultura (FCC), com recursos do Governo Federal e da Política Nacional Aldir Blanc.

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    25 分
  • Cp. 8 - Um Bródio no Velho Palácio
    2026/04/15

    Neste capítulo de Arcaz de Um Barriga-Verde, José Boiteux narra a chegada dos franceses à então vila de Nossa Senhora do Desterro, comandados pelo navegante Luís Antônio de Bougainville, chefe de uma expedição científica. O Governador da Capitania de Santa Catarina, Coronel Antônio Francisco Cardoso de Menezes e Souza, os recebeu em palácio para um banquete. Na noite seguinte os navegantes franceses à mesa, durante o jantar, comentaram da véspera, do Governador da Capitania, do bródio que Sua Excelência se dignara de oferecer-lhes.

    Personagens e autoridades citadas: Capitão Guyot (Nicolas-Pierre Duclos-Guyot), o comandante de um dos navios da esquadra de Bougainville; Louis Antoine de Bougainville: oficial, navegador e escritor francês. Um dos mais famosos navegadores e exploradores franceses do século XVIII, conhecido como “navegador-cientista”; Governador Meneses e Souza (Francisco Antônio Cardoso de Menezes e Souza): Capitão Regimento de Dragões do Rio Grande de São Pedro (atual Estado do Rio Grande do Sul) e depois Comandante do Regimento no Rio de Janeiro; Capelão Antônio José Pernetty; Jules Bouquet.

    Temas e instituições mencionados: Navio Aigle; Navio Sphinx; Bougainville; Limousin; Franceses em Santa Catarina.

    Lugares mencionados: Nossa Senhora do Desterro; Fortaleza de Santo Antônio de Ratones; Fortaleza de São José da Ponta Grossa; Fortaleza de Santa Cruz de Anhatomirim; Fortaleza de Nossa Senhora da Conceição de Araçatuba; Capitania de Santa Catarina; Saint Silvan; D'Ile et Vilaine; Hospital de Montpellier; Portugal; França; Limousin; Saco dos Limões.

    Créditos: Projeto executado por Página 1 – Audiobooks; H Music – Produções. Revisão, edição, leitura e finalização por Carlos Henrique Souza Lima.

    Proposta executada pelo Governo do Estado de Santa Catarina, por meio da Fundação Catarinense de Cultura (FCC), com recursos do Governo Federal e da Política Nacional Aldir Blanc.

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    12 分