エピソード

  • E14|O golfe visto por dois comediantes com Tiago e Miguel do "Par a Par" - PARTE 4
    2026/08/31
    Dois comediantes decidiram que a melhor forma de mostrar o golfe a quem nunca jogou não era um manual de regras. Era uma câmara, um campo, e um adversário que nunca tinha pegado num taco.
    Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris convidou Tiago e Miguel, comediantes e criadores do Par a Par, um programa que junta humor e golfe. Falam de como o golfe entrou nas suas vidas, de como surgiu a ideia do programa, e da tentativa de mostrar a modalidade fora dos clichés habituais, sem dress code obrigatório e sem gente a fingir que joga bem. Falam também de como o golfe influencia o trabalho deles em palco.
    Tiago é comediante, apresentador na SIC Radical, e começou a jogar golfe há cerca de dois anos. Miguel joga desde os 11 anos, depois de a família se mudar para o Belas Clube de Campo, e é também comediante, da primeira geração do Lisboa Comedy Club. Juntos criam o Par a Par, onde já convidaram nomes como a comediante Luana do Bem.
    Neste episódio vais ouvir:
    - como surgiu a ideia do Par a Par, inspirada num youtuber americano de golfe
    - porque acham que o dress code afasta mais gente do golfe do que atrai
    - quem foi o convidado que mais os surpreendeu a jogar
    como a visualização que aprenderam no golfe passou para os palcos de stand-up
    - o que falta em Portugal para o golfe deixar de ser visto como um desporto para poucos
    Ninguém começa a jogar bem golfe. Talvez seja essa a parte que falta contar a quem ainda não experimentou.
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    9 分
  • E6| Parar o golfe para não desistir dele com Pedro Figueiredo - PARTE 2
    2026/08/31
    Havia dias de treino em que a bola não ia para onde ele queria. Nem perto. Ao fim de três anos assim, Pedro Figueiredo percebeu que não aguentava mais a frustração e fez o que quase nenhum profissional faz: parou. Viajou três meses pela América do Sul, mochila às costas, sozinho, sem tocar num taco.
    Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris conversa com Pedro Figueiredo sobre o caminho que o levou de um miúdo de 6 anos na Quinta do Peru até quase uma década entre o DP World Tour e o Hotel Planner Tour. Falam da carreira amadora, da passagem por UCLA, dos primeiros anos como profissional que correram mal, da decisão de descer à terceira divisão europeia para recomeçar, e das três vezes que passou a escola de qualificação. Pelo meio, o momento que o golfe português está a viver, com vários portugueses a discutir torneios semana após semana.
    Pedro Figueiredo é um dos nomes mais constantes do golfe profissional português. Venceu no Hotel Planner Tour em 2018, representou Portugal desde as camadas jovens e continua a competir ao mais alto nível europeu.
    Neste episódio vais ouvir:
    • como um miúdo de 6 anos na Quinta do Peru acabou no golfe universitário em Los Angeles
    • o que muda quando se passa de amador acompanhado a profissional sozinho
    • porque é que três meses longe do golfe fizeram mais pelo jogo dele do que três anos de treino
    • porque é que ele sai mais orgulhoso de uma volta em 80 do que de uma volta em 64
    • o que está a mudar no golfe português e porque é que isto pode ser só o início
    Às vezes a única forma de voltar a jogar bem é não pegar num taco durante três meses.
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    30 分
  • E2|Do City Golf ao European Tour com Daniel Rodrigues - parte 2
    2026/08/31
    Há quem chegue ao golfe profissional com tudo preparado. Daniel Rodrigues chegou porque, em criança, o apartamento da família dava para o campo do City Golf no Porto. Dani está na sua primeira época completa no European Tour e já tem um segundo lugar na Turquia. Neste episódio, o Rui Morris conversa com Daniel Rodrigues sobre: a infância a ser tirado do campo à força pela mãe, o que os Estados Unidos lhe deram que Portugal ainda não consegue dar aos atletas jovens, e como se gere uma semana de escola de qualificação com um trolley elétrico e sem caddy enquanto toda a gente à volta está a desmoronar. Daniel Rodrigues é jogador profissional de golfe e membro do European Tour. Cresceu no Porto, passou pelo City Golf e pelo Clube de Golfe de Miramar, estudou e jogou na Texas A&M University, e é hoje uma das referências do golfe português na primeira divisão europeia. Neste episódio vais ouvir: - como o golfe entrou na vida do Dani quase por acidente e o que o fez querer ficar - o que Portugal falha sistematicamente com atletas jovens e o que os Estados Unidos fazem diferente - como é a última fase de uma escola de qualificação por dentro: o ambiente, a pressão e o que separa o passar ou não passar - o que o Dani acha do estado atual do golfe português, profissional e amador Jogar bem resolve quase tudo. O difícil é acreditar nisso quando os resultados ainda não provaram nada.
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    20 分
  • E17|Trocou o swing pela gestão do golfe português, com Miguel Gaspar - PARTE 3
    2026/08/31
    Só tinha um plano: jogar golfe. Sem plano B, para não se desfocar. Acabou por gerir um clube com mais de cem anos de história e, poucos anos depois, o golfe português inteiro.
    Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris recebe como convidado Miguel Gaspar, diretor da Federação Portuguesa de Golfe. Falam de como o golfe entrou na vida dele quase por acaso, na ilha Terceira, de uma geração de amadores que incluía Ricardo Melo Gouveia e Pedro Figueiredo, e da transição difícil de amador para profissional. Falam também de como a curiosidade por perceber o que está por trás de um torneio o levou a trocar o swing pela gestão, primeiro num clube centenário, depois no golfe português.
    Miguel Gaspar representou a seleção nacional a partir de 2007 e foi profissional a partir de 2013. Deixou de competir, tornou-se diretor do Lisbon Sports Club, um dos quatro clubes fundadores da federação, onde quase duplicou o número de sócios em três anos, e é hoje responsável pelas seleções nacionais na Federação Portuguesa de Golfe.
    Neste episódio vais ouvir:
    • como trocou os treinos de golfe pela gestão de um clube, sem experiência na área
    • como quase duplicou o número de sócios do Lisbon Sports Club em três anos
    • o que falta em Portugal para termos mais jogadores a tempo inteiro no circuito europeu
    • porque diz que o talento não chega, e que é o trabalho que aparece sob pressão
    Sem pressão, dizem que é o talento que se vê. Miguel Gaspar discorda. Para ele, é sob pressão que se percebe mesmo quem trabalhou.
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    13 分
  • E14|Desmistificar o golfe através da comédia, com Tiago e Miguel PARTE 4
    2026/08/31
    Dois comediantes decidiram que a melhor forma de mostrar o golfe a quem nunca jogou não era um manual de regras. Era uma câmara, um campo, e um adversário que nunca tinha pegado num taco.
    Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris convidou Tiago e Miguel, comediantes e criadores do Par a Par, um programa que junta humor e golfe. Falam de como o golfe entrou nas suas vidas, de como surgiu a ideia do programa, e da tentativa de mostrar a modalidade fora dos clichés habituais, sem dress code obrigatório e sem gente a fingir que joga bem. Falam também de como o golfe influencia o trabalho deles em palco.
    Tiago é comediante, apresentador na SIC Radical, e começou a jogar golfe há cerca de dois anos. Miguel joga desde os 11 anos, depois de a família se mudar para o Belas Clube de Campo, e é também comediante, da primeira geração do Lisboa Comedy Club. Juntos criam o Par a Par, onde já convidaram nomes como a comediante Luana do Bem.
    Neste episódio vais ouvir:
    - como surgiu a ideia do Par a Par, inspirada num youtuber americano de golfe
    - porque acham que o dress code afasta mais gente do golfe do que atrai
    - quem foi o convidado que mais os surpreendeu a jogar
    como a visualização que aprenderam no golfe passou para os palcos de stand-up
    - o que falta em Portugal para o golfe deixar de ser visto como um desporto para poucos
    Ninguém começa a jogar bem golfe. Talvez seja essa a parte que falta contar a quem ainda não experimentou.
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    9 分
  • E17|Trocou o swing pela gestão do golfe português, com Miguel Gaspar - PARTE 2
    2026/08/31
    Só tinha um plano: jogar golfe. Sem plano B, para não se desfocar. Acabou por gerir um clube com mais de cem anos de história e, poucos anos depois, o golfe português inteiro.
    Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris recebe como convidado Miguel Gaspar, diretor da Federação Portuguesa de Golfe. Falam de como o golfe entrou na vida dele quase por acaso, na ilha Terceira, de uma geração de amadores que incluía Ricardo Melo Gouveia e Pedro Figueiredo, e da transição difícil de amador para profissional. Falam também de como a curiosidade por perceber o que está por trás de um torneio o levou a trocar o swing pela gestão, primeiro num clube centenário, depois no golfe português.
    Miguel Gaspar representou a seleção nacional a partir de 2007 e foi profissional a partir de 2013. Deixou de competir, tornou-se diretor do Lisbon Sports Club, um dos quatro clubes fundadores da federação, onde quase duplicou o número de sócios em três anos, e é hoje responsável pelas seleções nacionais na Federação Portuguesa de Golfe.
    Neste episódio vais ouvir:
    • como trocou os treinos de golfe pela gestão de um clube, sem experiência na área
    • como quase duplicou o número de sócios do Lisbon Sports Club em três anos
    • o que falta em Portugal para termos mais jogadores a tempo inteiro no circuito europeu
    • porque diz que o talento não chega, e que é o trabalho que aparece sob pressão
    Sem pressão, dizem que é o talento que se vê. Miguel Gaspar discorda. Para ele, é sob pressão que se percebe mesmo quem trabalhou.
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  • E14|O golfe visto por dois comediantes com Tiago e Miguel do "Par a Par" - PARTE 3
    2026/08/31
    Dois comediantes decidiram que a melhor forma de mostrar o golfe a quem nunca jogou não era um manual de regras. Era uma câmara, um campo, e um adversário que nunca tinha pegado num taco.
    Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris convidou Tiago e Miguel, comediantes e criadores do Par a Par, um programa que junta humor e golfe. Falam de como o golfe entrou nas suas vidas, de como surgiu a ideia do programa, e da tentativa de mostrar a modalidade fora dos clichés habituais, sem dress code obrigatório e sem gente a fingir que joga bem. Falam também de como o golfe influencia o trabalho deles em palco.
    Tiago é comediante, apresentador na SIC Radical, e começou a jogar golfe há cerca de dois anos. Miguel joga desde os 11 anos, depois de a família se mudar para o Belas Clube de Campo, e é também comediante, da primeira geração do Lisboa Comedy Club. Juntos criam o Par a Par, onde já convidaram nomes como a comediante Luana do Bem.
    Neste episódio vais ouvir:
    - como surgiu a ideia do Par a Par, inspirada num youtuber americano de golfe
    - porque acham que o dress code afasta mais gente do golfe do que atrai
    - quem foi o convidado que mais os surpreendeu a jogar
    como a visualização que aprenderam no golfe passou para os palcos de stand-up
    - o que falta em Portugal para o golfe deixar de ser visto como um desporto para poucos
    Ninguém começa a jogar bem golfe. Talvez seja essa a parte que falta contar a quem ainda não experimentou.
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  • E6| Parar o golfe para não desistir dele com Pedro Figueiredo - PARTE 1
    2026/08/31
    Havia dias de treino em que a bola não ia para onde ele queria. Nem perto. Ao fim de três anos assim, Pedro Figueiredo percebeu que não aguentava mais a frustração e fez o que quase nenhum profissional faz: parou. Viajou três meses pela América do Sul, mochila às costas, sozinho, sem tocar num taco.
    Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris conversa com Pedro Figueiredo sobre o caminho que o levou de um miúdo de 6 anos na Quinta do Peru até quase uma década entre o DP World Tour e o Hotel Planner Tour. Falam da carreira amadora, da passagem por UCLA, dos primeiros anos como profissional que correram mal, da decisão de descer à terceira divisão europeia para recomeçar, e das três vezes que passou a escola de qualificação. Pelo meio, o momento que o golfe português está a viver, com vários portugueses a discutir torneios semana após semana.
    Pedro Figueiredo é um dos nomes mais constantes do golfe profissional português. Venceu no Hotel Planner Tour em 2018, representou Portugal desde as camadas jovens e continua a competir ao mais alto nível europeu.
    Neste episódio vais ouvir:
    • como um miúdo de 6 anos na Quinta do Peru acabou no golfe universitário em Los Angeles
    • o que muda quando se passa de amador acompanhado a profissional sozinho
    • porque é que três meses longe do golfe fizeram mais pelo jogo dele do que três anos de treino
    • porque é que ele sai mais orgulhoso de uma volta em 80 do que de uma volta em 64
    • o que está a mudar no golfe português e porque é que isto pode ser só o início
    Às vezes a única forma de voltar a jogar bem é não pegar num taco durante três meses.
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