Só tinha um plano: jogar golfe. Sem plano B, para não se desfocar. Acabou por gerir um clube com mais de cem anos de história e, poucos anos depois, o golfe português inteiro.
Neste episódio do Mais do que Golfistas, Rui Morris recebe como convidado Miguel Gaspar, diretor da Federação Portuguesa de Golfe. Falam de como o golfe entrou na vida dele quase por acaso, na ilha Terceira, de uma geração de amadores que incluía Ricardo Melo Gouveia e Pedro Figueiredo, e da transição difícil de amador para profissional. Falam também de como a curiosidade por perceber o que está por trás de um torneio o levou a trocar o swing pela gestão, primeiro num clube centenário, depois no golfe português.
Miguel Gaspar representou a seleção nacional a partir de 2007 e foi profissional a partir de 2013. Deixou de competir, tornou-se diretor do Lisbon Sports Club, um dos quatro clubes fundadores da federação, onde quase duplicou o número de sócios em três anos, e é hoje responsável pelas seleções nacionais na Federação Portuguesa de Golfe.
Neste episódio vais ouvir:
• como trocou os treinos de golfe pela gestão de um clube, sem experiência na área
• como quase duplicou o número de sócios do Lisbon Sports Club em três anos
• o que falta em Portugal para termos mais jogadores a tempo inteiro no circuito europeu
• porque diz que o talento não chega, e que é o trabalho que aparece sob pressão
Sem pressão, dizem que é o talento que se vê. Miguel Gaspar discorda. Para ele, é sob pressão que se percebe mesmo quem trabalhou.
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