『Yuri Moraes | Rush Hush』のカバーアート

Yuri Moraes | Rush Hush

Yuri Moraes | Rush Hush

著者: Yuri Moraes
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Olá, humano.

Este é o RUSH HUSH. Se você está ouvindo isso, deu certo.

Eu sou o Yuri Moraes. Criador e apresentador (BEN-YUR, TV Churrasco 3D), autor de 5 graphic novels. Já escrevi para TV e cinema.

Aqui tem LIVES e o Coffee & Cigacasts. São conversas. Às vezes boas. Às vezes melhores do que deveriam.

O CINEYUR aparece por aqui também. Ele voltou depois de um tempo. Não era garantido.
Eu também faço o Enquadrado no UOL com o Sadovski toda quinta. Esse é um pouco mais organizado.

E tem o yu musick. Meu trabalho musical. Um projeto de pop experimental que mistura eletrônica, narrativa e identidade visual em um único universo.


Seja bem vindo!Yuri Moraes
アート
エピソード
  • descobrimos qual quentin tem a melhor filmografia
    2026/07/17
    Chegamos no CineYur 40 e decidimos transformar dois diretores chamados Quentin num campeonato de filmografia.
    Quentin Tarantino vs Quentin Dupieux.
    O episódio inteiro funciona assim.
    Criamos 3 rounds.
    No primeiro, os filmes se enfrentam por ordem cronológica. Primeiro filme contra primeiro filme, segundo contra segundo e por aí vai. Então vira coisas como Reservoir Dogs vs Steak, Pulp Fiction vs Rubber, Jackie Brown vs Wrong.
    No segundo round, os filmes são comparados pela função dentro da carreira de cada diretor. O filme que consolidou a identidade do autor. O mais agressivo visualmente. O mais obcecado por identidade. O mais autoconsciente. O mais claustrofóbico.
    E em algum momento a gente percebeu que estava discutindo The Hateful Eight vs Yannick como se isso fosse completamente normal.
    No terceiro round a conversa vira quase uma discussão sobre o que realmente importa no cinema.
    Melhor filme absoluto. Melhor roteiro. Originalidade. Personagens. Técnica. Impacto. Reassistibilidade.
    Cada categoria vale ponto. Vitória vale um. Empate vale meio.
    Só que depois de um tempo o placar começa a importar menos que a diferença entre os dois diretores.
    O Tarantino parece alguém tentando transformar cinema em mito moderno.
    O Dupieux parece alguém tentando descobrir até onde ainda dá pra brincar com um filme.
    E talvez o episódio tenha acabado ficando exatamente sobre isso.
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    1 時間 12 分
  • luiz thunderbird, a mtv e o pc siqueira
    2026/07/13
    luiz thunderbird no coffee & cigacasts.
    eu conheço o luiz thunderbird faz muito tempo. a gente já conversou bastante ao longo dos anos. mas esse episódio ficou diferente dos outros. menos personagem. menos televisão. menos história sendo contada de forma organizada.
    teve uma hora em que eu senti que a conversa simplesmente desistiu de tentar ser “um programa” e virou outra coisa. meio memória confusa. meio conversa cansada de madrugada. meio duas pessoas tentando entender o que aconteceu com a cultura, com a internet e talvez com elas mesmas no meio disso tudo.
    o thunder fala da mtv brasil como alguém descrevendo um acidente que durou anos. e talvez tenha sido exatamente isso mesmo. uma emissora feita por gente que ainda não parecia totalmente treinada para existir na televisão.
    a conversa passou por tv colosso, programas de madrugada, internet antiga, burnout, rock brasileiro e a sensação estranha de sobreviver tempo suficiente para ver certas coisas virarem arquivo histórico enquanto você ainda está aqui.
    tem episódios que parecem entrevista. esse aqui ficou com cara de conversa que normalmente aconteceria depois que as câmeras fossem desligadas. talvez por isso eu tenha gostado tanto dele.
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    2 時間 18 分
  • c4bal, o ódio do rap e o beat da senhorita
    2026/07/06
    Eu sempre acho estranho quando conheço alguém que, de algum jeito, já parecia existir na minha cabeça há muito tempo.
    Foi meio isso com o C4BAL.
    A gente tinha trocado algumas mensagens outro dia. Mas conversar mesmo foi aqui. E a conversa foi indo para uns lugares que eu honestamente não estava esperando.
    Tem uma hora em que ele fala do Kanye West gravando no Brasil e parece quase uma memória inventada por alguém num fórum antigo da internet. Tem outra em que o assunto vira o cansaço de tentar continuar fazendo música quando a música deixa de parecer música e começa a parecer uma coisa industrial. Meio pesada. Meio burocrática. Meio triste.
    Também tem uma história ótima sobre ganhar um Grammy com Chitãozinho & Xororó sem exatamente tratar aquilo como “o grande momento da vida”. O que eu acho mais interessante do que se ele tratasse.
    E tem o Disco D. Talvez a parte mais estranha da conversa inteira. Porque algumas pessoas parecem ficar pairando na cultura mesmo depois que desaparecem.
    Eu gosto quando os episódios daqui parecem menos entrevista e mais aquela situação em que duas pessoas continuam conversando mesmo depois de perceberem que o assunto já desviou completamente.
    Talvez esse seja um desses.
    Enfim. Tá aí.
    E eu continuo escrevendo no Rush Hush também. Para quem gosta desse tipo de pensamento meio atravessado de madrugada.
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    1 時間 43 分
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