エピソード

  • Lucas Santtana: “Toda língua é política. Língua é identidade, cultura e precisamos nos relacionar melhor com a nossa.”
    2026/04/04
    O cantor, compositor e produtor baiano Lucas Santtana é, sem dúvidas, um dos artistas mais inventivos da música brasileira contemporânea. Ao longo de décadas, ele construiu uma obra marcada pelo encontro entre tradição e experimentação: sua música atravessa a canção brasileira, o reggae, a eletrônica, a cultura afro-atlântica e a herança tropicalista, criando paisagens sonoras que dialogam com o Brasil e com o mundo. Agora ele apresenta Brasiliano, um trabalho ambicioso que celebra também seus 25 anos de carreira. Nesta conversa, que mistura histórias musicais e uma amizade longeva entre a Fabi e o Lucas, você vai ouvi-los investigar a história da língua falada no Brasil como se fosse uma viagem musical através do tempo.
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    51 分
  • Teresa Cristina: “A revolução dos anos 80 foi feita pelo samba.”
    2026/03/28
    A cantora e compositora Teresa Cristina é uma das grandes vozes do samba contemporâneo. É uma artista que construiu sua trajetória reverenciando a tradição e, ao mesmo tempo, renovando o gênero com sensibilidade e inteligência musical. No Vozes da Vez, ela fala sobre a revolução que o samba fez nos anos 80, fala de Paulinho da Viola, Zeca Pagodinho e dos grandes bambas além de compartilhar uma reflexão bonita sobre sua caminhada: “sei ouvir meus ancestrais”. Porque, como ela mesma diz, “nós somos a melhor versão daqueles que vieram antes”. Um episódio sobre herança, escuta e a força viva do samba.
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    47 分
  • Guilherme Arantes: “Sou hoje o que sonhei ser aos 15 anos”
    2026/03/21
    O Vozes da Vez vai prestar uma merecida homenagem a um artista que escreve trilhas sonoras para a vida da gente. Guilherme Arantes é dono de uma obra que atravessa gerações e, aos 72 anos, está celebrando cinco décadas na música e lançando disco novo. Autor de canções que moram na memória afetiva do Brasil, daquelas que a gente sabe de cor, Guilherme construiu uma trajetória rara ao misturar uma música sofisticada e extremamente popular. Desde os anos 70, Guilherme vem provando que elegância musical e emoção andam juntas. Que honra!!
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    1 時間 10 分
  • Criolo: “Quem mantém a música brasileira de pé?”
    2026/03/14
    O Vozes da Vez recebe um artista que transformou o rap em poesia, reflexão e ponte com a música brasileira. Criolo está completando 50 anos e vive um momento especial da carreira: acaba de lançar um disco ao lado dos músicos Dino D'Santiago e Amaro Freitas. Nesta conversa, ele fala sobre o tempo, o curso da vida, a força fundadora do rap em sua trajetória e também sobre a importância de cuidar e manter viva a música brasileira. E, como bom ouvinte do mundo, lembra uma verdade bonita: o rádio, esse companheiro de tantas gerações, jamais será superado.
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    1 時間 6 分
  • Marina Lima: “Eu tô viva, vivíssima e ainda quero ficar nesse plano por muitos anos. ”
    2026/03/07
    Abrindo a temporada 2026 do Vozes da Vez, uma artista que ajudou a escrever a história do pop brasileiro com liberdade, inteligência e coragem. Marina Lima é essa mulher que sempre esteve à frente do seu tempo, sem abrir mão da emoção, do risco e da verdade. Agora ela chega aos 70 anos de vida com uma trajetória artística monumental, marcada por canções que atravessaram gerações, redefiniram o lugar da mulher na música e ampliaram o entendimento do que é música popular brasileira. Ela cantou o amor, o desejo, a inquietação, o feminino, a cidade, sempre com personalidade própria, sempre com voz autoral. Ao longo da carreira, Marina construiu um repertório que é patrimônio nacional. E como se isso não bastasse, marina chega a este momento lançando um novo disco. Um trabalho que reafirma sua inquietação criativa. Esta conversa é sobre música, tempo, escolhas, reinvenção e liberdade.
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    55 分
  • Supla: “Nunca fui desgovernado, sempre fui focado.”
    2025/12/21
    Encerrando a temporada 2025 do Vozes da Vez, um artista que atravessa gerações sem jamais perder a própria essência. Supla é desses fenômenos raros da música brasileira: múltiplo, imprevisível, absolutamente autêntico. Desde os anos 80, quando surgiu embalado pelo punk, pelo rock e por uma vontade quase indomável de criar seu próprio caminho, ele nunca se deixou enquadrar. Seguiu sempre do seu jeito — sem medo do exagero, sem medo da ternura, sem medo de ser exatamente quem é. Filho de duas figuras públicas muito conhecidas, Supla poderia ter escolhido muitos caminhos. Mas escolheu o do palco, o da canção, o da arte que pulsa. E é nessa trilha que ele construiu uma carreira de mais de quatro décadas, unindo rebeldia e romantismo, humor e crítica, atitude e vulnerabilidade — uma combinação que só ele sabe equilibrar. Com vocês, Supla — o único, o inconfundível, o absolutamente autêntico.
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    1 時間 7 分
  • Getúlio Abelha: “O forró e o humor são formas de expandir o meu discurso
    2025/12/14
    Ele é um dos artistas mais inventivos, corajosos e deliciosamente irreverentes da nova música nordestina: Getúlio Abelha.
    Cantor, compositor e performer, ele reinventa o forró e o brega com uma assinatura muito própria, uma mistura vibrante de humor, crítica, afeto e teatralidade. Sua música tem cor, ritmo, alegria...mas também tem profundidade. Ele fala da vida real com poesia, fala do corpo com liberdade e fala da nossa cultura com um orgulho que contagia. O mais bonito em Getúlio é que ele cria mundos. Mundos onde a gente pode ser exagerado, sensível, forte, frágil — tudo ao mesmo tempo. Mundos onde o Nordeste é potência estética, é vanguarda, é brilho, é futuro.
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  • Céu: “Minha música nasce da cultura preta”
    2025/12/07
    Ela é uma das artistas que redefiniu a música brasileira do século XXI. Céu é cantora, compositora, alquimista de timbres e atmosferas e está celebrando 20 anos do seu disco de estreia, aquele álbum homônimo que chegou em 2005 e mudou completamente a paisagem sonora do que convencionou-se chamar de Nova MPB. Foi ali que ela apresentou ao mundo sua mistura tão própria de samba, dub, soul, beats eletrônicos e poesia urbana. Foi ali que ‘Lenda’, ‘Malemolência’, ‘Ave Cruz’ e tantas outras faixas mostraram que uma nova estética estava nascendo. O disco atravessou fronteiras, ganhou o mundo e abriu caminho para uma carreira de oito álbuns, infinitas parcerias e um público fiel que cresce a cada ano. Duas décadas depois, Céu revisita essa obra em uma turnê comemorativa, mas também revisita a si mesma.
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    1 時間 21 分