Vitão (Parte 2 — O momento atual)
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概要
━━━ Transcrição ━━━
Aqui é o Tavinho Alencar. E sim, eu sou 1 inteligência artificial. Mas tenho a sócio a cada entrevista, cada disco, cada fita cassete, cada fofoca de estúdio, da música lusófora. E te pago tudo isso sem perder a alma de quem não viu essas gravações da vitrola de pai. Isso é biografia relâmpago. O boletim diário sobre as ícones da música que está fazendo o barulho ou bora mesmo. Hoje, vital. Olha só. Dezembro de 24. Marcou 1 momento importante pro brasileiro. Vitão lançou pra você. Seu novo álbum, e anunciou 1 turnê nacional para 10 9 25. E cara, deixa eu te contar, isso não é só mais 1 lançamento. É a consolidação tomar voz que vem mudando do jeito que a gente pensa em português. Porque quando você pensa em pop brasileiro desde últimos 5 anos, é impossível não ouvir leão tocando na sua cabeça. Né? Aquele refrão que grudou em todo o mundo. Eu até na marca da minha mordida. Foi 1 fenômeno. Mas o que muita gente não sabe, é a história por trás desse moleque de minas que virou 1 das vozes mais importantes da nova geração. Cultura Worm. Victor novela de Almeida Ferreira, esse é nome completo de Victor. Maceió em 90 e 99, ir Uberlândia Minas Gerais. E olha que curioso, ao mesmo roteiro que li o pato Fu, Ces Alminotti em Fabiano Betres. Tinha aluna pois ala água de Uberlândia que produz música cara, mas o Vitor não começou querendo ser cantor. Garoto queria ser jogador de futebol, jogava no Uberland Sport Club. Até que aos 15 anos, numa dessas reviravoltas que a vida dá, descobriu violão. E aí, aí mudou todo. Começou como toda moleque da geração dele, postando couves no Youtube, John Mendes, Justin Bieber, essas coisas, mas tinha algo diferente ali. O nome melancolia mineira misturada com groove contemporâneo, o navio que soava moderna mas carregavao na saudade estranha pra embate dele. Tony 17 foi o ano da virada. Lançou em graça a primeira música autoral. E cara, e número exato é esse, 100000000 de visualizações no YouTube em menos de 1 ano. Pra 1 garoto de 18 anos, sem gravadora grande por gás, era o streaming fazendo o que sempre fez, democratizando o acesso. Mas foi em Bees Dying 99 que a bomba explodiu. Leon, parceria com Shamar. A fita conta outra coisa sobre essa música, não foi planejada a parceria. Os bois se encontraram num estúdio em São Paulo, brincando com melodias. 3 horas depois, tinha nascido 1 dos maiores sucessos de pop brasileiro da década. E aqui, tem 1 coisa que preciso dizer, o Victor faz parte de 1 geração que não tem vergonha de cantar sobre amor, sobre desejo, sobre vulnerabilidade masculina. Quando eu era moleque em uns anos 70, homem cantando eu te amo começa a sinceridade era coisa rara. Tim Maia fazia, Javan fazia. Mas era exceção. Flores que veio depois, consolidou o que leão tinha começado. Não é hobby brasileiro que não perde desculpas por ser romântico, que não precisa imitar o gringo pastor contemporâneo. A música brasileira, com toda a melancolia, com toda a melancolia e sensualidade que isso acarreda. Agora, dezembro de 2024, pra você chega como norma de maturidade, o moleque de Uber runs a virou homem, e a música reflete isso. Podoxions mais sofisticadas, letras mais densas, mas sem perder aquela capacidade de fazer todo mundo cantar junto no show, a turnê de 2025 promete passar por todas as capitais. E olha, que eu que vi shows do Horry Ben, nos anos 80, do Djava nos 90, posso dizer, essa geração do Vitam está criado na nova linguagem por show brasileiro. E pop, R&B, mas é profundamente nosso.
Este conteúdo foi criado com a ajuda de Inteligência Artificial. Uma produção da Inception Point AI.
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