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Um Castelo Para o Fim-de.-Semana

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No segundo episódio do Conversas de Comer, Beber e Lazer rumamos ao Alentejo. Em Estremoz passamos um fim-de-semana num Castelo, não assombrado, mas imponente e romântico; e em Évora fomos almoçar a um Moinho de Cu Torto onde a ementa falava, fluentemente, Alentejo e tradição. Também oportunidade para falar de dois vinhos distintos, mas de excepcional qualidade e que fazem todo o sentido nesta época do ano, como um Vinho do Porto de 1964 e um Espumenta com berço à beira-mar plantado. Por último, terminando com mais leitura, desta vez à volta do GIN, para descobrir melhor o mundo de um destilado que conquistou o mundo e que teima em conquistar também território Luso.


Pousada Castelo Estremoz

A Pousada Castelo de Estremoz, uma pousada com um ambiente histórico envolvente e que proporciona uma verdadeira viagem no tempo, está à nossa espera mesmo no centro histórico da cidade de Estremoz, em pleno Alentejo, sob a proteção das muralhas do castelo, construído por D. Dinis para a Rainha Santa Isabel no séc. XIII, e com localização privilegiada para partir a pé à descoberta de uma cidade lindíssima com muito por onde nos perdermos.


O Moinho do Cú Torto

A sugestão desta semana para nos sentarmos à mesa faz-nos continuar pelas terras quentes do Alentejo, mais concretamente pela cidade de Évora, onde, por acaso, não é muito difícil encontrar a felicidade num dos muitos restaurantes desta magnifica cidade, mas, desta vez, a nossa escolha dá pelo nome de O Moinho do Cu Torto.

O nome é, sem dúvida, bastante curioso e propicio a uma ou outra brincadeira, no entanto, preparem-se pois lá dentro a coisa fica muito séria e é muito fácil encantarmo-nos pelo seu ambiente acolhedor e genuinamente alentejano, remetendo ao Alentejo dos anos 70/80, com uma decoração rústica, quase exposição de museu com artigos que fizeram a vida de muitos que aqui vêm, quer seja de alfaias agrícolas, como de produtos alimentares, fotografias antigas, botões, marcas importantes e outras coisas que nos fazem olhar as paredes à procura daquilo que nos fará sorrir pelas memórias até então adormecidas.


Porto Barros 1964

A meio caminho entre a passada noite de Natal e a noite de Final de Ano urge falar acerca de dois vinhos. O primeiro, o Barros Porto Colheita, um tawny com "apenas" 61 anos de idade, dono de frescura e elegância ímpar em cada momento de prova, colocando em evidência o fruto seco, as notas levemente torradas, a especiaria envolvente, num abraço hipnotizante e sedutor, e com uma presença de boca solene, textura macia, sedosa, doce bem medido, acidez vibrante e um final de boca que nos obriga a repetir tudo novamente.


Vicentino Espumante Le Mer 2020

Para presença à mesa no último dia de 2025 ou nos 365 dias à escolha em 2026, um espumante que não esconde o seu berço bem perto do mar, de vinhas localizadas na Costa Atlântica Alentejana, num terroir único e privilegiado do qual nascem vinhos frescos, elegantes e salinos e de excepcional qualidade. Assim é este Vicentino Le Mer.


Bíblia do GIN

Terminar novamente o episódio com a proposta de um livro que me parece bem interessante conhecer nesta altura do ano.

Destinado tanto a principiantes curiosos, tal como nós no Comer, Beber e Lazer agora ávidos por conhecer melhor os diferentes Gins à nossa escolha e tudo o que toca este mundo do GIN, como também para conhecedores experientes, a Bíblia do Gin é um guia completo que convida a mergulhar no mundo complexo do destilado, desde a sua origem, passando pelos segredos da produção e destilação, até dicas e receitas sobre os melhores cocktails e mesmo uma viagem pelo GIN Made in Portugal, pela mão de Cristiano Losa, bar manager e especialista em cocktails, que assina uma secção exclusiva dedicada aos gins produzidos em Portugal.


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