Tabu: Ogã e Ekeji pode raspar Iyawo?
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概要
Muito se discute no Candomblé quem pode fazer o quê.
Mas quase não se fala sobre quem deve fazer, e por quê.
Neste episódio, a conversa não é sobre proibição, disputa de cargo ou hierarquia rasa. É sobre procedência, compromisso e responsabilidade ética dentro da tradição.
A partir de uma pergunta comum: Ogãs e Ekejis podem iniciar alguém?
Esse episódio propõe um deslocamento mais profundo:
o problema não está no “poder”, mas na perda de referência, na diluição e na confusão entre rito, licença e caráter.
Você vai refletir sobre:
→ A diferença entre poder fazer e dever fazer dentro do Candomblé.
→ Como a frase “cada um dá o que tem” empobrece o entendimento do rito.
→ Por que iniciação não é autorização automática.
→ O papel das matrizes na preservação do fundamento.
→ Juramento, compromisso e caráter como base da caminhada espiritual.
Uma conversa para quem entende que tradição não se sustenta por atalhos, e que honrar o legado ancestral não é seguir regra. É fazer escolha consciente.
🌐 Toda terça-feira, às 20h, um novo episódio com reflexões críticas sobre espiritualidade e Candomblé.
👉 Se você busca entendimento sem simplificação e sem espetáculo, esse episódio é pra você.
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📩 Dúvidas e sugestões: acesse os links do Farol Ancestral.