• - Especial - Conferência da Família 2026 - Vivos para Deus Em Cristo Jesus - Pr. Fernando Quirino - 07.06.2026 - Noite
    2026/06/09

    O que realmente significa ter um lar moldado pela Graça de Deus? No primeiro culto da manhã da Conferência da Família 2026, o Pr. Fernando Quirino nos conduz através de uma exposição profunda de Romanos 6:1-14, confrontando o dilema: "Permaneceremos no pecado para que a graça abunde?"

    Nesta mensagem impactante, você entenderá que a identidade da família cristã não é definida pelo passado do qual fomos resgatados, mas pela nova vida que agora temos em Deus. Fomos sepultados com Cristo para andar em novidade de vida!

    💡 Principais pontos desta mensagem:

    • O Alicerce: Entender quem fomos e quem somos em Cristo (a nossa velha natureza foi crucificada).

    • A Mentalidade (Logizomai): O exercício diário de considerar-se morto para o pecado e totalmente vivo para Deus.

    • A Atitude Prática: Como parar de oferecer nossos corpos (e nossas casas) ao pecado e começar a consagrar cada membro como instrumento de justiça.

    Seja edificado e descubra como romper com ciclos destrutivos e governar o seu lar debaixo do poder da ressurreição!

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    #ConferenciaDaFamilia #PrFernandoQuirino #Romanos6 #VivosParaDeus #PalavraDeDeus #VidaCrista #FamiliaDebaixoDaGraca #MensagemEdificante #PodcastCristao

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    1 時間 4 分
  • - Especial - Conferência da Família 2026 - Vivos para Deus Em Cristo Jesus - Pr. Fernando Quirino - 07.06.2026 - Manhã
    2026/06/07

    O que realmente significa ter um lar moldado pela Graça de Deus? No primeiro culto da manhã da Conferência da Família 2026, o Pr. Fernando Quirino nos conduz através de uma exposição profunda de Romanos 6:1-14, confrontando o dilema: "Permaneceremos no pecado para que a graça abunde?"

    Nesta mensagem impactante, você entenderá que a identidade da família cristã não é definida pelo passado do qual fomos resgatados, mas pela nova vida que agora temos em Deus. Fomos sepultados com Cristo para andar em novidade de vida!

    💡 Principais pontos desta mensagem:

    • O Alicerce: Entender quem fomos e quem somos em Cristo (a nossa velha natureza foi crucificada).

    • A Mentalidade (Logizomai): O exercício diário de considerar-se morto para o pecado e totalmente vivo para Deus.

    • A Atitude Prática: Como parar de oferecer nossos corpos (e nossas casas) ao pecado e começar a consagrar cada membro como instrumento de justiça.

    Seja edificado e descubra como romper com ciclos destrutivos e governar o seu lar debaixo do poder da ressurreição!

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    55 分
  • Mensagem: O Olhar Gracioso de Jesus (João 8.1-11) | Pr. Egberto Olegário
    2026/05/29

    Na mensagem "O Olhar Gracioso de Jesus", profundamente fundamentada no célebre e impactante texto de João 8:1-11, o Pastor Egberto Olegário nos conduz ao pátio do templo em Jerusalém para testemunhar um dos mais emblemáticos confrontos entre a rigidez implacável da lei humana e o escandaloso fulgor da graça divina.

    A narrativa bíblica nos situa na madrugada em que Jesus retorna ao templo para ensinar o povo. É nesse cenário de instrução que os escribas e fariseus arrastam à Sua presença uma mulher surpreendida em flagrante adultério, expondo-a publicamente no centro da multidão com um propósito malicioso. Citando a lei de Moisés, que ordenava o apedrejamento para tais transgressões, os religiosos lançam a armadilha teológica: "Tu, pois, que dizes?". O pastor divide a exposição desse precioso encontro em três eixos centrais de reflexão:

    1. A Hipocrisia Revelada e a Armadilha Legalista (v. 1-6): O Pastor Egberto destaca que os líderes religiosos não tinham qualquer zelo real pela santidade ou pela justiça da lei. A mulher era usada como uma mera peça de manobra em um xadrez político e religioso para encurralar o Messias: se Jesus ordenasse o apedrejamento, contradiria Sua famosa mensagem de amor e misericórdia, perdendo a afeição do povo; se Ele a perdoasse, seria acusado de violar a lei mosaica perante as autoridades judaicas. Diante da pressão acusatória, Jesus inicialmente silencia, inclinando-Se para escrever na terra com o dedo — um gesto de profundo desdém à soberba dos acusadores.

    2. A Sentença que Desarma as Pedras (v. 7-8): Perante a insistência dos fariseus por um veredicto, Jesus Ergue-Se e profere a sentença que ecoa eternamente na história da humanidade: "Aquele dentre vós que estiver sem pecado seja o primeiro que lhe atire pedra". O pastor enfatiza o poder cirúrgico dessa resposta, que muda o foco do julgamento. Jesus não anula a gravidade do pecado da mulher, mas obriga cada acusador a olhar para o tribunal da própria consciência. O texto narra que, acusados por suas próprias mentes, os legalistas soltam as pedras e se retiram um a um, a começar pelos mais velhos, restando apenas Jesus no centro e a mulher em pé.

    3. O Olhar Absolvedor e o Chamado à Nova Vida (v. 9-11): No clímax da mensagem, o Pastor Egberto foca no olhar misericordioso e gracioso de Cristo. Jesus pergunta: "Mulher, onde estão os teus acusadores? Ninguém te condenou?". Ao ouvir o seu relato de que ninguém a condenara, o Salvador — o único ali que de fato não tinha pecado e possuía autoridade legítima para lançar a primeira pedra — declara: "Nem eu te condeno; vai e não peques mais". A graça de Jesus oferece acolhimento e perdão imediato, mas não compactua com a permanência no erro; a absolvição é acompanhada de uma ordem clara para romper definitivamente com a velha vida de transgressão.

    O episódio se encerra com uma aplicação prática sobre como nos achegamos ao Senhor. Somos exortados pelo Pastor Egberto Olegário a abandonar a postura farisaica de carregar pedras para julgar as falhas alheias, reconhecendo que todos nós carecemos desesperadamente do favor imerecido do Calvário. O "Olhar Gracioso de Jesus" desarmou a condenação que merecíamos e nos convida a desfrutar de um relacionamento real, transformador e santo com Aquele que não veio para nos esmagar com o peso do julgamento, mas para nos erguer com os braços da Sua maravilhosa graça.

    📖 Texto Base: João 8:1-11🎤 Ministração: Pr. Egberto Olegário

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    39 分
  • Mensagem: A Importância do Senso de Pertencimento (1 Coríntios 6.19-20) | Pr. Egberto Olegário
    2026/05/29

    Na mensagem "A Importância do Senso de Pertencimento", fundamentada no cirúrgico e solene texto de 1 Coríntios 6:19-20, o Pastor Egberto Olegário nos conduz a uma profunda reflexão sobre a nossa identidade em Cristo, confrontando o individualismo e a ilusão de autonomia que marcam a sociedade contemporânea para resgatar a gloriosa realidade de que fomos comprados e pertencemos exclusivamente ao Senhor.

    O apóstolo Paulo escreve à igreja de Corinto — uma comunidade imersa em uma cultura de libertinagem, vaidades e relativismo moral — para estabelecer uma verdade que redefine a conduta e a dignidade do cristão. O pastor divide a exposição desta passagem em três pilares teológicos essenciais:

    1. A Realidade do Santuário Divino (v. 19): Paulo lança a confrontadora pergunta: "Acaso, não sabeis que o vosso corpo é santuário do Espírito Santo, que está em vós, o qual tendes da parte de Deus...?". Famos lembrados de que, sob a Nova Aliança, Deus não habita em templos feitos por mãos humanas, mas fez da nossa própria estrutura física a Sua morada terrena. O senso de pertencimento nasce do entendimento de que o Espírito Santo habita em nós de forma permanente, o que exige reverência, zelo e uma mordomia santa em relação à forma como conduzimos o nosso corpo, os nossos olhos e os nossos desejos diários.

    2. A Desconstrução da Falsa Autonomia (v. 19-20): O texto bíblico quebra a espinha dorsal do orgulho humano ao afirmar categoricamente: "...e que não sois de vós mesmos? Porque fostes comprados por preço". O Pastor Egberto adverte contra o sutil perigo do ativismo e do egoísmo espiritual, onde o homem moderno insiste em ditar as regras da própria vida, gerando cansaço e frieza na comunhão. Compreender que "não somos de nós mesmos" significa destronar o "eu" do centro das nossas escolhas, planos de carreira e relacionamentos. Pertencemos a um Dono, um Senhor Soberano que pagou uma dívida impagável para nos resgatar da escravidão do pecado.

    3. O Custo do Resgate e o Propósito da Vida (v. 20): O preço desse resgate não foi pago com ouro ou prata, mas com o precioso e sacrificial sangue de Jesus Cristo vertido no Calvário. Diante desse alto custo, a resposta inegociável da ovelha que reconhece o seu Pastor é cumprir a ordenança final: "Agora, pois, glorificai a Deus no vosso corpo". O nosso senso de pertencimento à família de Deus deve se traduzir em um testemunho prático, ético e moral lá fora — nas ruas, nas escolas, no ambiente de trabalho e na intimidade do lar.

    O episódio se encerra como uma solene exortação contra o cristianismo superficial e de conveniências. Somos desafiados a abandonar a mornidão e a mentalidade de "admiradores ocasionais" para abraçarmos a nossa verdadeira identidade de servos comprados e amados pelo Senhor. Descanse na fidelidade Dele e viva de maneira condizente com a grandiosa vocação para a qual você foi resgatado, permitindo que cada detalhe da sua jornada glorifique unicamente Àquele que é o dono da sua vida.

    📖 Texto Base: 1 Coríntios 6:19-20🎤 Ministração: Pr. Egberto Olegário

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    46 分
  • Mensagem: Trocando uma Vida de Ansiedade por uma Vida de Alegria (Filipenses 4.4-9) | Dc. Israel Paiva
    2026/05/29
    Na mensagem "Trocando uma Vida de Ansiedade por uma Vida de Alegria", fundamentada no cirúrgico texto de Filipenses 4:4-9, o Diácono Israel Paiva nos conduz a uma profunda imersão pastoral para demonstrar que a paz mental e o contentamento cristão não dependem das circunstâncias externas, mas sim de uma mente voluntariamente firmada em Deus [05:10].O Dc. Israel divide a exposição do texto em quatro camadas estruturadas:O Comando para a Alegria Incondicional (v. 4-5): A ordem "Alegrem-se sempre no Senhor; direi novamente: alegrem-se" utiliza um imperativo no grego que denota uma ação contínua, um hábito permanente [07:20]. A alegria bíblica não é uma emoção flutuante ou passageira que brota espontaneamente, mas uma decisão consciente da vontade sobre os sentimentos [07:39]. A esfera dessa alegria é exclusivamente no Senhor, e não nas circunstâncias moldáveis [08:07]. O texto ordena ainda que a nossa amabilidade (ou moderação) seja conhecida por todos [09:54], servindo como um testemunho sob pressão perante o mundo [10:54], amparados pela certeza de que "perto está o Senhor" — tanto no aspecto existencial de Sua presença diária quanto no escatológico de Sua breve volta [11:34].A Terapia da Oração contra a Inquietude (v. 6-7): O imperativo proibitivo "Não andem ansiosos por coisa alguma" ordena interromper o hábito de fragmentar a mente [12:14]. A ansiedade racha a mente humana ao meio, deixando metade no hoje e a outra metade projetando o pior cenário fictício no amanhã [13:41]. O antídoto para essa distração dolorosa é a tríade da oração [14:24]: a Oração (focada na adoração e na soberania de quem Deus é) [14:27], a Súplica (o clamor escancarado pelas necessidades específicas) [14:52] e as Ações de Graças (a vacina contra a amargura e a murmuração) [15:01]. Como resultado desse depósito sacrificial no altar, a Paz de Deus assume o posto de uma patrulha militar (sentinela armada), guardando e blindando o coração (emoções) e a mente (pensamentos) em Cristo Jesus contra as invasões do medo [16:58].A Dieta Mental do Cristão (v. 8): O pregador assevera que a mente não é um terreno baldio [19:30] e o crente funciona como o porteiro de seus próprios pensamentos [19:45]. O versículo 8 funciona como a "vigilância sanitária da mente" [29:01], estabelecendo oito filtros obrigatórios de triagem [19:52]: tudo o que for verdadeiro (combatendo as suposições do medo) [19:59], digno de respeito [20:34], justo, puro (livre de contaminações ocultas) [20:41], amável (promotor da harmonia) [20:52], de boa fama (barrando fofocas e sensacionalismos) [21:09], se há alguma virtude ou algum louvor [21:25]. Alimentar a mente com os lixos informativos e cinematográficos deste século adoece o subconsciente e nutre a ansiedade [27:15].Da Teoria à Prática no Discipulado (v. 9): Paulo conclui exigindo a execução contínua daquilo que os filipenses aprenderam (ensino teórico), receberam (internalização da regra de vida), ouviram (conduta de Paulo fora do púlpito) e viram (testemunho prático observado) [22:59]. Há um glorioso upgrade espiritual aqui: enquanto a consequência da oração no versículo 7 é a paz de Deus (um atributo) [24:06], a consequência da obediência prática no versículo 9 é a presença do próprio Deus da paz caminhando conosco [24:27].O episódio se encerra com um contundente apelo para desligarmos as distrações digitais e resgatarmos a profundidade do devocional em papel, longe do ativismo que sufoca a Palavra [30:59]. Somos exortados pelo Diácono Israel Paiva a manter os filtros de Filipenses 4:8 ativos diariamente [31:59], vigiando a nossa conduta pública [33:37] e descansando na certeza de que o amanhã pertence Àquele que graciosamente nos salvou e nos convida a desfrutar de uma vida transbordante de alegria eterna [33:52].📖 Texto Base: Filipenses 4:4-9🎤 Ministração: Dc. Israel Paiva
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    39 分
  • Mensagem: O YHWH é o Meu Pastor (Salmos 23) | Ir. Matheus Carvalho
    2026/05/29
    Na mensagem "O YHWH é o Meu Pastor", fundamentada nas riquíssimas metáforas do Salmo 23, o Irmão Matheus Carvalho nos conduz a uma profunda reflexão bíblica para resgatar a essência e o impacto prático dessa passagem. Em uma sociedade ocidental saturada por menções superficiais ao Salmo — estampado em adesivos de carros, caminhões e portas de casas [05:27] —, o povo de Deus é confrontado a abandonar o estilo de vida frenético e exaustivo para desfrutar da verdadeira paz e suficiência que só emanam do aprisco divino [06:25].O pregador nos situa no cenário pastoral do antigo Israel, onde o pastor não representava uma figura meramente comercial, mas sim um líder abnegado, protetor e guia íntimo das ovelhas [04:07]. Ao longo da exposição expositiva, o Ir. Matheus divide o salmo em três eixos de sustentação da jornada cristã:A Identidade Suprema do Pastor (v. 1): Davi abre o salmo declarando: "O Senhor é o meu pastor; de nada terei falta" [01:54]. O pregador explora o uso intencional do tetragrama sagrado YHWH (Jeová) no original hebraico — o nome tão sublime que os judeus evitavam pronunciar [09:17]. YHWH aponta para o Deus superabundante, magnífico, transcendente e sustentador de todo o cosmos [09:33]. A tese central da mensagem repousa aqui: a compreensão do versículo 1 é a chave para destravar todo o restante do capítulo [10:46]. Se a nossa alma não se aquietar na certeza de que o Deus todo-poderoso assumiu voluntariamente a função de nosso pastor, o texto perde o sentido [11:05]. Além disso, a promessa de que nada faltará não chancela a teologia da prosperidade — definida como pura heresia [12:51] — nem assegura posses terrenas de luxo [13:00], mas garante a provisão perfeita de tudo o que de fato necessitamos para viver segundo o propósito divino [14:40].O Lugar de Descanso e Refrigério (v. 2-3): O salmo prossegue: "Em verdes pastagens me faz repousar e me conduz a águas tranquilas; restaura meu vigor (refrigera a minha alma)" [01:54]. O Ir. Matheus nos alerta de que o cansaço moderno muitas vezes não é físico, mas puramente espiritual, decorrente da nossa insistência em gerir a vida sob os nossos próprios caprichos intelectuais [11:54]. Ao contrário dos ambientes de trabalho e convívio social, que nos bombardeiam com ordens e cobranças implacáveis [15:51], o Pastor celestial não nos esmaga com exigências pesadas [16:58]. Os mandamentos do Senhor não são penosos [28:05]; o tempo investido em oração e leitura bíblica não deve ser encarado como mais uma tarefa na agenda, mas como o próprio refrigério e manancial de descanso para a nossa alma fatigada [18:55].A Proteção no Vale e a Abundância no Banquete (v. 4-6): O versículo 4 assevera que passaremos sim por vales de trevas e de morte, desmistificando a ilusão neo-pentecostal de uma vida cristã imune a aflições [21:36]. Contudo, a ovelha do Senhor atravessa as crises sem temer mal algum porque a presença imanente do Pastor a acompanha [22:25]. A vara representa a disciplina e a admoestação amorosa, enquanto o cajado simboliza o resgate e a proteção contínua [23:34]. Por fim, nos versículos 5 e 6, a imagem do banquete preparado à vista dos inimigos e o cálice que transborda traduzem a vitória definitiva de Cristo sobre o pecado e a segurança de sermos escoltados diariamente por Sua bondade e fidelidade [24:26].O episódio se encerra com uma aplicação prática e contundente: famos desafiados pelo Irmão Matheus Carvalho a destronar os ídolos modernos de nosso coração — incluindo o ativismo e as obsessões materiais — e a restaurar o altar do devocional diário [28:35]. O YHWH não aceita ser um mero coadjuvante ou "amigo de conveniências" [27:33]; Ele exige liderar a nossa história, marchando à nossa frente como o soberano Guia que nos sustenta, nos protege e nos conduz em triunfo até os átrios da Sua habitação eterna [26:54].📖 Texto Base: Salmos 23🎤 Ministração: Ir. Matheus Carvalho
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    35 分
  • Mensagem: Palavras de Vida Eterna (João 6.66-71) | Pr. Egberto Olegário
    2026/05/29
    Na mensagem "Palavras de Vida Eterna", baseada no agudo e divisório texto de João 6:66-71, o Pastor Egberto Olegário nos conduz ao clímax do famoso discurso do "Pão da Vida", extraindo verdades eternas sobre a natureza da verdadeira fé e confrontando a busca humana por um evangelho utilitarista e superficial.O pastor contextualiza o cenário do capítulo 6, que se inicia com o milagre da multiplicação dos pães e peixes para mais de 5 mil homens [07:47]. Diante do assombro físico, uma imensa multidão passa a seguir Jesus. Contudo, o Senhor discerne as reais motivações de seus corações e declara abertamente no versículo 26: "vós me procurais... porque comestes dos pães e vos fartastes" [08:24]. Ao confrontá-los com a exigência de arrependimento espiritual em detrimento de milagres imediatos, a multidão murmura, rotulando a pregação de "dura demais" (v. 60) [10:21], resultando no triste declínio descrito no versículo 66: "muitos dos seus discípulos o abandonaram e já não andavam com ele" [03:44].A pregação foca no diálogo subsequente em que Jesus Se volta para os doze e pergunta: "Porventura quereis também vós outros retirar-vos?" [03:56], extraindo três grandes marcas do verdadeiro discipulado:A Resposta à Satisfação da Alma (v. 66-68): Diante da indagação de Jesus, que não negocia a verdade para obter popularidade ou reter curtidas [23:54], Simão Pedro responde: "Senhor, para quem iremos? Tu tens as palavras de vida eterna" [04:07]. O Pastor Egberto destaca o detalhe linguístico crucial da resposta de Pedro: ele não pergunta para onde iremos, mas para quem iremos [12:51]. A vida eterna não consiste em aderir a um lugar, sistema institucional ou religião, mas em relacionar-se com uma Pessoa [13:33]. Enquanto a fé superficial recua, retrocede de forma deliberada e se escandaliza nas perseguições por falta de raízes internas (Mt 13:20-21) [20:57], o verdadeiro remido reconhece que somente em Cristo a sua alma encontra repouso definitivo [25:53].A Convicção Teológica Exclusiva (v. 68-69): Pedro emenda sua profissão de fé declarando: "E nós temos crido e conhecido que tu és o Santo de Deus" [04:07]. O pastor ressalta o uso gramatical do verbo "ter", denotando posse e exclusividade [27:13]. Jesus não é simplesmente um mestre moral, Ele é a verdade encarnada (Jo 14:6) e o único nome sob o céu pelo qual importa que sejamos salvos (At 4:12) [31:27]. Pedro exibe a fé salvadora gerada de forma graciosa e soberana pelo Espírito Santo, que convence o homem do pecado da incredulidade [29:48], resultando em um conhecimento intimamente relacional e não meramente informativo [30:11].A Sondagem Soberana da Aparência (v. 70-71): Após a sublime confissão cristológica de Pedro, Jesus traz uma declaração assustadora: "Não vos escolhi eu em número de 12? Contudo, um de vós é diabo (adversário/opositor)" [34:14]. O pastor expõe a sombria tensão entre a aparência religiosa externa e a podridão interna [35:30]. Judas caminhou fisicamente com Cristo, viu os milagres e ouviu os ensinos, mas permaneceu espiritualmente morto [36:56]. Famos advertidos, à luz de Mateus 7:21-23, de que milagres ou atuações eclesiásticas exteriores não validam a salvação se não houver um coração transformado e conhecido pelo Senhor [38:28].O episódio se encerra com um apelo urgente ao autoexame espiritual [46:37]. O Pastor Egberto Olegário nos exorta a não brincarmos com a fé e a avaliarmos a qualidade de nossa vida diária de oração e leitura bíblica [46:55]. Se não encontrarmos prazer em nos relacionar intimamente com Jesus na terra, não haverá sentido em desfrutarmos da Sua eternidade nos céus [47:32]. O Evangelho exige entrega total e nos convida a correr sem reservas para os braços do Salvador [47:59].📖 Texto Base: João 6:66-71🎤 Ministração: Pr. Egberto Olegário
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    54 分
  • Mensagem: A Providência de Deus e o Deus da Providência (Romanos 8.28-32) | Pr. Egberto Olegário
    2026/05/29
    Na mensagem "A Providência de Deus e o Deus da Providência", fundamentada no imensurável consolo de Romanos 8:28-32, o Pastor Egberto Olegário nos convida a fixar a nossa âncora espiritual na soberania absoluta e no amor paternal de Deus. Em um mundo marcado por instabilidades financeiras, emocionais e familiares, o apóstolo Paulo ergue uma barreira de segurança eterna para nos lembrar de que a nossa história não caminha à mercê do acaso, mas está sob os cuidados de um Deus que governa soberanamente o cosmos e rege intimamente a vida dos Seus filhos [01:08].O pastor constrói a mensagem dividindo o texto bíblico em duas gloriosas realidades teológicas:A Providência de Deus (v. 28-30): Definida como a obra contínua pela qual Deus preserva, governa e dirige todas as coisas para o cumprimento de Seus propósitos eternos [06:56], a providência se desdobra em três dimensões cruciais. A primeira é a Preservação, onde o Criador sustenta ativamente o universo e cada batida do coração humano (Hb 1:3) [07:58]. A segunda é a Concorrência, retratada na convergência onde homens tomam decisões voluntárias e governos agem, mas uma mão invisível orquestra tudo para o bem, como na história de José do Egito (Gn 50:20) [11:50]. A terceira é o Governo, que nos assegura que até o agir de Satanás possui rédeas fixadas pelo Senhor, como exemplificado nas provações de Jó (Jó 42:2) [18:32]. O Pastor Egberto elucida a sinergia espiritual do versículo 28: "todas as coisas cooperam para o bem..." [15:34]. Esse "bem" não aponta para o conforto material, mas para o molde do caráter cristão, no qual Deus utiliza inclusive o sofrimento e a dor — assemelhando-se ao oleiro que amassa o barro — para nos conformar de forma progressiva à imagem e mansidão de Seu Filho Jesus Cristo [23:54].O Deus da Providência (v. 31-32): Para que a doutrina da soberania não soe impessoal ou mecânica, Paulo nos introduz à intimidade do Governador do universo: o Deus da providência é o nosso Pai celestial [29:23]. Pelo Espírito de adoção, fomos constituídos filhos e podemos clamar "Aba, Pai" [30:13]. O clímax do argumento reside no versículo 32: "Aquele que não poupou o seu próprio filho antes, por todos nós o entregou, porventura não nos dará graciosamente com ele todas as coisas?" [28:05]. O pastor enfatiza que o Calvário é a maior e mais definitiva prova da providência [31:59]: se o Pai ofertou voluntariamente o Seu tesouro mais precioso no altar da cruz para nos redimir, Ele certamente nos concederá tudo o que de fato necessitamos para a nossa santificação e sustento até o dia da glorificação [36:34].O episódio se encerra como uma profunda exortação ao descanso espiritual e à confiança. Somos desafiados pelo Pastor Egberto Olegário a abandonar a ansiedade e o medo do amanhã, acolhendo a verdade de que o Deus transcendente que domina sobre as nações (At 2:23) é o mesmo Deus imanente e pastor que nos carrega no colo e cuida com fidelidade de cada minucioso detalhe da nossa jornada [37:29].📖 Texto Base: Romanos 8:28-32🎤 Ministração: Pr. Egberto Olegário
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    42 分