エピソード

  • Emilinha Borba ‘escandalosa’
    2026/09/08
    As paradas de sucesso estavam cheias de ritmos latinos quando, em 1947, Emilinha Borba seguiu a onda e gravou a rumba “Escandalosa”, de Moacir Silva e Djalma Esteves. A letra, com "muchachos sabidos” dizendo aos ouvidos de uma mulher “es deliciosa”, era avançada para a época.

    Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos
    Edição: Filipe Di Castro
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  • O baião de Carmélia, Humberto e Sivuca
    2026/09/01
    A onda dos ritmos nordestinos estava no auge, em 1951, quando Carmélia Alves, a Rainha do Baião, gravou “Adeus Maria Fulô”, de Sivuca e Humberto Teixeira, também advogado e por isso aclamado como o Doutor do Baião. Na segunda parte da gravação, Carmélia divide o canto com seu marido, Jimmy Lester. O acompanhamento é de Sivuca e seu conjunto.

    Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos
    Edição: Filipe Di Castro
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  • O edredom em um samba-canção
    2026/08/25
    A primeira opção de Herivelto Martins para gravar o seu “Edredom vermelho” era Jamelão, mas o cantor achou que, por suas referências domésticas – além do edredom, fala em quarto, tapete, cama, espelho, criado mudo –, o samba-canção ficaria melhor na voz de uma mulher. Isaurinha Garcia gravou em 1945 e lançou no ano seguinte.

    Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos
    Edição: Filipe Di Castr
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  • O vozeirão de Agnaldo Rayol
    2026/08/18
    Agnaldo Rayol era um jovem cantor-galã da recente televisão brasileira quando gravou, em 1962, o samba-canção “E a vida continua”, de Evaldo Gouveia e Jair Amorim. O cancioneiro da era de ouro do rádio se encontrava com o moderno veículo de comunicação.

    Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos
    Edição: Filipe Di Castro
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  • Tom Jobim por Claudette Soares
    2026/08/11
    A carioca Claudette Soares começou a década de 1950 com o título de Princesinha do Baião, dado pelo Rei do Baião, Luiz Gonzaga. No final da década, ela já estava no palco das boates da Zona Sul do Rio cantando o samba-canção moderno que anunciava a bossa nova. “Só saudade”, composta por Tom Jobim e Newton Mendonça em 1955, foi gravada por ela em 1962, com uma voz tremendamente sexy.

    Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos
    Edição: Filipe Di Castro
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  • De Bororó para Orlando
    2026/08/04
    Foi o compositor Bororó quem apresentou Orlando Silva, office boy entre outras pequenas ocupações, a Francisco Alves, dando início à carreira daquele que viria ser o Cantor das Multidões. Por isso, Orlando ficou enciumado quando, em 1939, Bororó deu “Da cor do pecado” para Silvio Caldas gravar e fazer enorme sucesso. Em 1940, para ficar bem com o apadrinhado, Bororó presenteou Orlando com o choro “Curare” – e o jogo entre os dois grandes cantores estava lindamente empatado.

    Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos
    Edição: Filipe Di Castro
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  • O ‘samba-canção chopiniano’
    2026/07/28
    “Samba em prelúdio”, de Baden Powell e Vinicius de Moraes, tem uma história curiosa. O poeta ficou tão impressionado com a beleza da melodia do parceiro que se recusou de início a fazer a letra – achou que era plágio de Chopin. Só depois da negativa de uma especialista na obra do compositor polonês – a melodia era mesmo de Baden – foi que ele se pôs a trabalhar. Classificou de “samba-canção chopiniano”. A gravação é de Geraldo Vandré e Ana Lúcia, de 1962.

    Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos
    Edição: Filipe Di Castro
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  • A ‘Palhaçada’ de Dóris Monteiro
    2026/07/21
    “Palhaçada”, composição de Luiz Reis e Haroldo Barbosa, surgiu com tanta força em 1961 que recebeu oito gravações naquele mesmo ano. Uma delas foi a de Dóris Monteiro, que estava abraçando o sambalanço. O suingue da interpretação, somado à letra espirituosa, garantiu o sucesso do registro da cantora.

    Apresentação: Joaquim Ferreira dos Santos
    Edição: Filipe Di Castro
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