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Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer

Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer

著者: SIC Notícias
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概要

Para mudar o mundo, eles mantêm-se na sombra. Um programa da SIC Notícias com João Miguel Tavares, Pedro Mexia, Ricardo Araújo Pereira e coordenação de Carlos Vaz Marques

2026 Expresso
政治・政府
エピソード
  • Votar ou não votar: nem se põe a questão
    2026/02/07

    No domingo há eleições. O país vai escolher o futuro Presidente da República, mesmo com um dos candidatos a dizer que “ninguém está com cabeça para votos”. Apesar do alarme, apenas três concelhos decidiram adiar a votação devido ao estado de calamidade. A campanha eleitoral foi atropelada pelo comboio de tempestades que se abateu sobre o país. Uma intempérie que lançou o debate sobre a prontidão e a capacidade de resposta do governo nas zonas mais afectadas. A ministra da Administração Interna diz que estamos todos a aprender. Resistirá, depois da tormenta, ao período de estágio?

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    54 分
  • Livros da semana: Facebook, renúncia, uma entrevista e um romance de despedida
    2026/02/07

    Esta semana, na estante, temos a denúncia de “Gente Pouco Recomendável”, memória da desilusão que Sarah Wynn-Williams viveu na empresa que detém o Facebook; há também “Contra a Identidade - A sabedoria de escapar do eu”, de Alexander Douglas; “Susan Sontag, A Entrevista Completa da Rolling Stone”, de Jonathan Cott; e “Partida”, a despedida literária do romancista inglês Julian Barnes.

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    8 分
  • Tachos, cautelas e socorro
    2026/01/31

    Sobre o assunto da semana, não há muito a dizer. Uma calamidade não se discute, lamenta-se. Só depois do socorro às vítimas será tempo de analisar o comportamento dos poderes públicos. Enquanto isso, vamos observando o comportamento dos candidatos, numa altura em que decorre a campanha para a segunda volta das presidenciais. No debate televisivo que pôs frente-a-frente Seguro e Ventura, imperou a cautela. Ventura só por uma vez usou a palavra “bandalheira”. E lançou uma proposta de que se arrependeu pouco tempo depois: que o procurador-geral da República passe a ser escolhido pela “corporação” dos magistrados do Ministério Público. Uma correcção à proposta do Chega, no Parlamento, para que a escolha seja do Presidente da República. Contraditório? Mais contradição, menos contradição, quem é que ainda está a contabilizar? Por exemplo, o número de tachos autárquicos do partido que se insurge contra o “tachismo”.

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    49 分
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