エピソード

  • Como o Itaú está incorporando IA ao trabalho dos times de produto | Diogo Boëchat
    2026/08/31

    A empresa lançou uma ferramenta de inteligência artificial e chegou a mil usuários. Isso ainda não prova que a IA melhorou o produto, reduziu desperdícios ou gerou resultado para o negócio.Neste episódio, Paulo Chiodi conversa com Diogo Boëchat, gerente de Plataforma de Produtos do Itaú, sobre o que precisa acontecer para a IA deixar de ser uma assistente reativa e começar a participar do trabalho estratégico dos times.Diogo apresenta três etapas para medir o impacto da IA: adoção real, transformação dos processos e resultado de produto. Também explica por que frequência importa mais que número de usuários, como produtos internos de uso obrigatório podem esconder baixa qualidade e por que ferramentas deveriam surgir depois da definição de processos.A conversa passa pela fragmentação do trabalho dos PMs, pela integração de dados e sistemas, pelo papel da liderança na mudança cultural e por um possível modelo de operação criado para agentes de IA, com humanos inseridos nos pontos de decisão.No final, Diogo usa sua experiência com uma padaria artesanal para explicar uma consequência incômoda: o melhor forno do mercado não salva uma massa mal preparada. Com IA, dados ruins e processos frágeis produzem o mesmo resultado.Capítulos:00:00 Por que a IA não é uma bala de prata01:31 Paciência para transformar sem quebrar03:23 Da consultoria para a execução05:18 Quando a IA vira parceira do PM09:52 O fim da fragmentação de ferramentas12:14 Processos e cultura vêm primeiro16:02 Como medir o ROI da IA19:20 Adoção real em produtos internos21:49 O que pode surgir depois do Agile25:00 Como criar uma plataforma para toda a empresa28:00 O forno tecnológico que queima o pãoLinkedin Diogo: https://www.linkedin.com/in/diogo-bo%C3%ABchat-22275410b/Parceiros:10% de desconto nos cursos da PM3: https://productgurus.short.gy/HBiSmt

    Certificado Gratuito para carreira na Gringa com a Deel: https://productgurus.short.gy/pPAeWyAssine a nossa newsletter: https://www.productgurus.com.br/p/eu-coloquei-28-frameworks-de-produto?r=2jz3x1

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    32 分
  • Como o iFood cria produtos para 60 milhões de pessoas
    2026/08/27

    Como uma empresa com mais de 8 mil pessoas mantém autonomia, velocidade e coerência ao criar produtos para um ecossistema com 60 milhões de usuários, 500 mil entregadores e 500 mil estabelecimentos?


    No primeiro episódio da série especial sobre o jeito iFood de fazer produto, Paulo Chiodi conversa com Gabriela Fumo, GPM de Reservas, e Bruno Parizotto, Head de Produtos do iFood.


    Eles explicam como funciona o JIP, a cultura de produto da empresa, e mostram como seus cinco princípios aparecem nas decisões do dia a dia.


    A conversa passa pelo Dexter, conjunto de agentes que ajuda PMs a criar PRDs e estruturar testes, e pela história da Dora, uma agente conversacional criada há quatro anos que fracassou como produto, mas gerou aprendizados sobre catálogo, latência, fraude e experiência conversacional.


    Também discutimos autonomia, tolerância ao erro, inteligência artificial, liderança e o desafio de testar rápido sem quebrar um ecossistema usado por milhões de pessoas.


    Se conecte:

    Gabriela Fumo: https://www.linkedin.com/in/gabriela-fumo/

    Bruno Parizotto: https://www.linkedin.com/in/brunoparizotto/


    Capítulos:

    00:00 Primeiro episódio da série com o iFood

    02:20 Por que o JIP foi criado08:05 Cultura de produto precisa de rituais

    13:51 Os cinco princípios do JIP

    17:29 iFood Ads e o fracasso da Dora

    25:05 Convite para o iFood Camp

    27:06 Como o iFood cria produtos do zero

    33:49 Autonomia sem perder o alinhamento

    37:59 Dexter: agentes de IA para PMs

    44:37 A meta de 3 mil experimentos

    45:59 O CEO como primeiro agente

    49:17 Por que o iFood tolera tantos erros

    54:35 Encerramento


    Participe do iFood Camp: https://negocios.ifood.com.br/eventos/ifood-camp

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    54 分
  • O erro de copiar estratégias de empresas americanas | Luis Lourenço
    2026/08/24

    Esse episódio é um oferecimento da PM3, garanta 10% de desconto em todos os seus cursos. Deel Global Badges, a certificação gratuita que te ajuda na carreira internacional. ReveLumi, pesquisas qualitativas diretamente no WhatsApp.


    ————


    87% das empresas brasileiras planejam crescer em 2026, mas 75% não bateram suas metas de vendas no ano anterior. O mercado quer resultados maiores enquanto opera com menos orçamento, jornadas fragmentadas e inteligência artificial ainda concentrada em tarefas básicas.
    Neste episódio, Paulo Chiodi conversa com Luis Lourenço, Diretor de Novos Negócios da RD Station e fundador da Plug CRM, empresa adquirida pela RD Station em 2018.
    Luis conta o que acontece depois da venda de uma startup, quando o fundador precisa abandonar parte da autonomia e desenvolver competências de executivo. Ele explica por que algumas aquisições se transformam em pesadelo e como cultura, metas irreais e decisões tomadas no início podem comprometer anos de integração.
    A conversa também passa pelo fim dos funis lineares, pelos limites do Product-Led Growth como fórmula universal e pelo erro de importar estratégias do Vale do Silício sem considerar WhatsApp, Pix, boleto, logística e as diferenças entre os vários Brasis.
    Luis mostra como aproximar produto de receita usando Voice of Customer, Voice of Buyer, dados do CRM e conversas reais de vendas. Também explica por que a inteligência artificial deveria processar informações de marketing, vendas, atendimento e produto, em vez de servir apenas para gerar textos e pequenas automações.
    Neste episódio:
    Por que algumas aquisições viram pesadelo
    A diferença entre fundador e executivo
    Quando previsibilidade vale mais que velocidade
    Por que os funis de vendas deixaram de ser lineares
    O risco de copiar playbooks estrangeiros
    Como WhatsApp e Pix mudam a estratégia brasileira
    Como produto pode contribuir diretamente para receita
    O que 59 campos inúteis revelam sobre um CRM
    Por que o uso de IA ainda não aparece nas metas
    Como construir uma empresa capaz de durar décadas


    LinkedIn de Luis Lourenço: https://www.linkedin.com/in/luisjlourenco/


    Capítulos:
    00:00 De fundador a executivo após uma aquisição
    07:53 Quando uma aquisição vira pesadelo
    13:16 A diferença entre founder mode e liderança
    16:28 Dez milhões ou algumas pizzas?
    19:50 O fim dos funis lineares
    26:19 Por que o playbook do Vale do Silício falha
    31:31 Os vários Brasis dentro do mercado
    35:31 Recados dos parceiros
    38:15 Como produto pode gerar mais receita
    44:40 O CRM com 59 campos inúteis
    48:43 Como usar IA para tomar decisões
    52:23 Como construir uma empresa duradoura

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    56 分
  • Como trabalhar para a gringa como desenvolvedor
    2026/08/20

    A inteligência artificial reduziu o tempo necessário para escrever e entregar software. O novo gargalo aparece antes do código: descobrir o que merece ser construído e assumir responsabilidade pelo resultado.


    Neste episódio, Paulo Chiodi conversa com Lucas Faria, engenheiro de software na PostHog, com passagens por Coinbase e Brex, e criador do NaGringa.


    Lucas explica por que empresas com times enxutos procuram product engineers: profissionais capazes de conversar com clientes, analisar o mercado, tomar decisões técnicas, acompanhar métricas e participar do ciclo completo do produto.


    A conversa passa pelo impacto da IA na tríade de produto, por uma migração de DynamoDB que trouxe 35% de ganho de performance e pela experiência de colocar um produto em produção durante um hackathon de dois dias, mesmo com código ainda imperfeito.


    Lucas também revela o erro que mais elimina candidatos em entrevistas internacionais e questiona uma crença comum entre profissionais brasileiros: trabalhar para fora deveria ser um meio de acessar empresas melhores, não o destino da carreira.


    Neste episódio:

    Por que desenvolvedores encontram mais vagas internacionais

    O que diferencia um product engineer

    Como a IA está mudando a tríade de produto

    Por que a IA beneficia mais os times que já trabalham bem

    Como defender uma decisão técnica de alto risco

    Quando o perfeccionismo atrasa o produto

    O erro mais comum nas entrevistas de system design

    Como transformar uma entrevista em conversa

    Por que trabalhar para fora não deveria ser o objetivo final

    Como escolher empresas com problemas e profissionais melhores


    Conheça Lucas Faria e o NaGringa:

    NaGringa: www.nagringa.dev

    Newsletter: newsletter.nagringa.dev

    LinkedIn de Lucas: https://www.linkedin.com/in/lucas-faria/


    Comprove a sua experiência internacional no LinkedIn com os Global Badges. É gratuito. Acesse: https://productgurus.short.gy/pPAeWy


    Capitulos:

    00:00 Como o NaGringa virou uma empresa

    02:52 Por que existem mais vagas internacionais para devs

    05:32 A mentalidade exigida pelas startups

    08:11 Por que engenheiros precisam pensar como produto

    12:04 Software engineer versus product engineer

    15:50 Como a IA está refazendo a tríade

    20:21 A decisão técnica mais arriscada da carreira

    24:18 Como abandonar o perfeccionismo técnico

    28:39 O erro que elimina candidatos nas entrevistas

    32:03 A plataforma aberta de salários

    35:21 Trabalhar para fora deveria ser o objetivo?

    40:39 Encerramento


    Inscreva-se no Product Guru’s para acompanhar conversas sobre produto, tecnologia, inteligência artificial e carreira.

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    43 分
  • O que ninguém te conta sobre crescer na carreira | Bruno Sena
    2026/08/17

    Uma carreira acelerada costuma ser explicada por competência e esforço. Bruno Sena acrescenta duas variáveis menos confortáveis: tempo e sorte.


    Neste episódio do Product Guru’s, Paulo Chiodi conversa com Bruno Sena sobre carreira, liderança e o medo de ficar obsoleto em um mercado transformado pela inteligência artificial.


    Formado em Ciência da Computação, Bruno começou a carreira em tecnologia, migrou para uma estrutura de Recursos Humanos no Itaú e voltou à sala de aula para fazer um MBA na Columbia Business School. Hoje, lidera produtos relacionados a talentos, seleção e planejamento de pessoas.


    A conversa passa pela importância das bases técnicas, pelo risco de se especializar apenas na ferramenta da vez e pelas competências que a IA ainda não resolve: pensamento crítico, julgamento e comunicação.


    Bruno também explica por que não acredita em um método único de liderança, como adapta sua atuação a pessoas com perfis diferentes e o que aprendeu ao tomar decisões que afetam processos com até 200 mil candidatos.


    Neste episódio:

    • ​Como evitar a obsolescência profissional
    • ​Por que fundamentos sobrevivem às mudanças tecnológicas
    • ​O que a IA muda nas competências de início de carreira
    • ​Por que liderança exige adaptação a cada pessoa
    • ​Como dados e contexto entram em decisões sobre talentos
    • ​O impacto de voltar a ser aluno depois de virar referência
    • ​Por que times multidisciplinares resolvem problemas maiores
    • ​O papel do tempo, da sorte e dos relacionamentos na carreira
    • ​Por que carreiras deixaram de seguir uma linha previsível

    Conecte-se com Bruno Sena: https://www.linkedin.com/in/brunosena4/


    Conheça os parceiros mencionados:

    10% de desconto nos cursos da PM3: https://productgurus.short.gy/HBiSmt


    Certificação gratuita da Deel Global Badges: https://productgurus.short.gy/pPAeWy


    🧡 Inscrições abertas Trainee Itaú 2027.

    Bora fazer parte do futuro do maior banco da América Latina? As inscrições para o Programa Trainee Itaú 2027 já estão abertas!


    Nesta edição, o programa passa a contar com uma jornada de desenvolvimento de 18meses, estruturada em seis trilhas de atuação: Crédito, Analytics, Estratégia deNegócios, Finanças, Pessoas, Produtos Digitais e Riscos.


    Pré-requisitos:

    • ​ Formação entre Dez/24 e Dez/27;• Qualquer curso de longa duração (bacharelado ou licenciatura) nas áreas deExatas, Humanas e Biológicas;
    • ​ Inglês avançado somente para a trilha de Finanças.
    • ​ Disponibilidade para trabalhar 8 horas por dia em formato híbrido em SãoPaulo/SP, a partir de janeiro/2027.


    Inscrições até o dia 1º de setembro, através do site: https://traineeitauunibanco.com.br/

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    36 分
  • Por que todo aplicativo virou um jogo | Amanda Farias
    2026/08/10

    Roletas, moedas, check-ins, ofensivas e barras de progressão apareceram em bancos, marketplaces, aplicativos educacionais e plataformas de apostas. Todos estão disputando o mesmo recurso: a atenção do usuário.


    Neste episódio, Paulo Chiodi conversa com Amanda Farias sobre como Duolingo, Shopee, Itaú, iFood e outros produtos aplicam gamificação para estimular progressão, aumentar sessões, converter vendas e criar novos hábitos.


    Amanda apresenta um framework que separa a gamificação em três camadas: dinâmicas, mecânicas e componentes. Essa distinção mostra por que copiar uma roleta ou distribuir pontos dificilmente produz uma estratégia consistente.


    A conversa também aborda o limite entre engajamento saudável e manipulação, a diferença entre jogo e gamificação e um problema que costuma aparecer depois do primeiro resultado: como manter o usuário interessado quando a novidade perde o efeito?


    Neste episódio:

    Por que tantos aplicativos adotaram gamificação

    O que Duolingo, Itaú e Shopee fazem de maneira diferente

    A diferença entre dinâmica, mecânica e componente

    Como começar pelo problema de negócio

    Por que uma roleta não constitui uma estratégia

    Como a gamificação altera tempo de sessão e conversão

    Onde o engajamento pode se transformar em manipulação

    Por que as mecânicas perdem efeito com o tempo

    O que fazer depois que o usuário engaja


    Links mencionados

    Artigo sobre Duolingo: https://www.productgurus.com.br/p/duolingo-uma-maquina-de-retencao

    LinkedIn de Amanda Farias: https://www.linkedin.com/in/amanda-farias-16334b97/


    Capítulos:

    00:00 Por que todo aplicativo virou um jogo

    01:22 A nova corrida pela atenção

    05:11 Duolingo, bets e intenções diferentes

    08:54 A apresentação de gamificação

    11:43 O reCAPTCHA visto como mecânica de jogo

    16:58 Gamificação precisa gerar emoção positiva?

    20:03 Dinâmicas, mecânicas e componentes

    27:31 Como identificar gamificação nos aplicativos

    29:07 A estratégia de progressão do Duolingo

    35:59 Duolingo versus aplicativos asiáticos

    36:20 Como a Shopee aumenta o tempo de sessão

    42:58 Engajamento ou manipulação?

    47:21 A verdade incômoda sobre gamificação


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    44 分
  • O excesso está piorando seu produto | Yasmin Florêncio
    2026/08/03

    Empresas adicionam novas features, etapas e ferramentas de inteligência artificial para parecer que estão avançando. O resultado muitas vezes é um produto mais caro, confuso e difícil de usar.

    Neste episódio, Paulo Chiodi conversa com Yasmin Florêncio, PMO Chief of Staff e mentora, sobre a ansiedade que leva empresas e profissionais a correr antes de entender qual problema precisam resolver.

    Yasmin explica como reduzir o esforço cognitivo durante o onboarding, por que produtos B2B também precisam ser pensados para a pessoa que usa a ferramenta e como vendas e produto podem investigar um pedido antes de transformá-lo automaticamente em uma nova funcionalidade.

    A conversa também passa pela diferença entre crescimento de curto e longo prazo, pela corrida corporativa para adotar inteligência artificial e pelo papel da personalidade na construção de produtos e carreiras menos genéricas.


    Neste episódio:

    Como identificar etapas desnecessárias no onboarding

    Por que o usuário precisa de menos coisas para pensar

    Como aplicar os cinco porquês na jornada do produto

    Por que B2B também é uma relação entre pessoas

    Quando recusar uma nova feature protege o produto

    Como separar uma necessidade real do hype competitivo

    Por que empresas brasileiras privilegiam resultados imediatos

    Como manter personalidade sem prejudicar a experiência


    Links e parceiros mencionados:

    LinkedIn da Yasmin Florêncio: https://www.linkedin.com/in/yasminfb/

    Artigo mencionado no episódio: https://www.linkedin.com/pulse/seu-time-tem-ejacula%25C3%25A7%25C3%25A3o-precoce-yasmin-flor%25C3%25AAncio-bortolotti-vqbyf/?trackingId=5WPR7M0xQMSqTO%2BGrkrWRg%3D%3D

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    Capítulos:

    00:00 Por que estamos correndo tanto?

    00:30 Da medicina para negócios e relacionamento

    03:04 O custo de querer crescer antes da hora

    07:36 Como reduzir o esforço no onboarding

    13:21 Existe um onboarding ideal?

    15:17 Todo produto é feito entre pessoas

    19:11 Quando o comercial pede outra feature

    24:25 A ansiedade por lançamentos e IA

    28:26 Curto prazo no Brasil e longo prazo nos EUA

    33:28 A pergunta que todo CEO deveria responder

    35:53 Personalidade em produtos e carreiras

    38:25 Encerramento


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    36 分
  • Quando a IA é a solução errada | Isabela Chitolina
    2026/07/28

    Empresas estão colocando inteligência artificial em produtos, processos e metas antes de responder uma pergunta básica: o problema realmente precisa de IA?


    Neste episódio, Paulo Chiodi conversa com Isabela Chitolina, Staff Product Manager no Mercado Livre e professora de AI Product Builder na PM3, sobre os critérios que deveriam orientar qualquer iniciativa de inteligência artificial.


    Isabela explica como avaliar a solução mais simples, calcular o ROI de projetos de IA e considerar o time to market antes de iniciar o desenvolvimento. Ela também conta como ajudou a reduzir um processo de dois meses para duas semanas, sem tratar IA como resposta automática para todas as etapas.


    A conversa passa pela falsa confiança nos outputs dos modelos, pelo erro de medir produtividade por consumo de tokens, pela decisão entre build, buy ou partner e pelos casos em que construir um modelo proprietário custa mais do que o valor que ele entrega.


    Conecte-se com Isabela Chitolina: https://www.linkedin.com/in/isabela-chitolina/?locale=pt

    Newsletter: https://www.productgurus.com.br/


    Você também vai entender:

    O que significa ser um Product Builder

    Como separar um problema real do hype da diretoria

    Como calcular o retorno de iniciativas de IA

    Por que consumo de tokens não representa produtividade

    Quando uma automação simples resolve melhor

    Os riscos de confiar cegamente nas respostas da IA

    Quando um modelo proprietário pode fazer sentido

    Por que a adoção deveria começar nos processos internos


    🔗 Patrocinadores:


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    Capítulos:


    00:00 IA nem sempre é a resposta

    00:37 O que significa ser um Product Builder

    03:59 Síndrome do impostor e aprendizado em IA

    07:47 Problema real ou hype da diretoria?

    10:01 Os três critérios para construir com IA

    13:02 Como calcular o ROI de iniciativas de IA

    19:11 O perigo de confiar cegamente nos modelos

    22:22 Quando construir um modelo proprietário

    27:35 A verdade que os cursos de IA não contam

    33:21 Por que a adoção deve começar dentro da empresa

    39:24 Encerramento


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    #InteligênciaArtificial #ProductManagement #ProdutoDigital

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