A rapper Mc Luanna é a convidada do episódio do Pretoteca desta semana. Em entrevista à jornalista Cynthia, a cantora relembra a própria trajetória artística, que começou ainda na pandemia, quando passou a escrever textos e poesias e a investir na dança como forma de expressão. A artista se define como alguém que também traz a linguagem corporal para o palco. “Eu sou uma artista que tem um balé”, afirma.
Apesar da visibilidade rápida, ela explica que não planejava seguir carreira musical. Antes da fama, trabalhava como técnica de saúde bucal, sem imaginar que se tornaria rapper. Natural do sul da Bahia, Mc Luanna foi criada pela mãe, Valdineti, e passou parte da infância no interior, convivendo com animais e em um ambiente evangélico.
A mudança para São Paulo aconteceu aos oito anos, quando a mãe procurava por melhores oportunidades. Ao chegar à cidade, ela conta que se assustou com os prédios, com a forma de falar e com o que define como "frieza dos paulistas".
A rapper relembra o início da carreira musical, incluindo a primeira vez em um estúdio, que descreve como um ambiente majoritariamente masculino. Ela afirma que precisou aprender sozinha processos técnicos, como subir músicas nas plataformas digitais e organizar o próprio material.
O álbum “Sexto Sentido” é apontado como um marco de amadurecimento pessoal e artístico. MC Luana também destaca o crescimento das mulheres na cena do rap e afirma que a atual geração tem ganhado espaço em números, público e produção musical. Ela diz que se sente feliz com a presença de outras artistas e lembra momentos marcantes da carreira, como quando conheceu o rapper Dexter.
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