エピソード

  • Inmetro lança selo digital com QR Code para identificar produtos falsificados
    2026/03/12

    O convidado do JR ENTREVISTA desta quarta-feira (11) é o presidente do Inmetro, Márcio André Brito. À jornalista Flávia Alvarenga, ele fala sobre as novas estratégias do órgão para combater a falsificação de selos de certificação, ampliar a fiscalização de produtos e reforçar a segurança dos consumidores brasileiros.

    Uma das principais novidades apresentadas na entrevista é o selo digital do Inmetro, desenvolvido em parceria com a Casa da Moeda. O novo modelo possui nível de segurança semelhante ao de um passaporte e inclui um QR Code que pode ser lido pelo aplicativo “Inmetro na Palma da Mão”.

    Por meio do aplicativo, o consumidor consegue verificar instantaneamente se o selo é verdadeiro ou falso. A ferramenta também permite enviar denúncias com a localização do usuário, o que ajuda o órgão a criar um mapa de calor das irregularidades e direcionar operações de fiscalização.

    Os primeiros produtos a receberem o novo selo digital foram capacetes, extintores de incêndio e cilindros de gás natural, escolhidos por estarem diretamente ligados à segurança e por concentrarem grande número de denúncias.

    Segundo Brito, o cronograma de implementação já está em andamento. O prazo para adaptação dos importadores vence em março, enquanto o comércio terá até junho para se adequar. A partir de julho, todos os produtos dessas categorias deverão utilizar o novo selo digital. A meta é que toda a carteira de cerca de 600 produtos regulados pelo Inmetro esteja com o novo sistema em até cinco anos.

    O presidente do Inmetro reforçou que os consumidores podem encaminhar dúvidas ou denúncias ao órgão por meio das redes sociais ou da Ouvidoria, pelo telefone 0800 285 1818. Segundo ele, a participação da população é fundamental para ampliar o alcance das fiscalizações e garantir mais segurança no mercado brasileiro.

    O programa também está disponível na Record News, no R7, nas redes sociais e no RecordPlus.

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    31 分
  • Ciro Nogueira condiciona apoio a Flávio a discurso de união nacional
    2026/03/05

    O convidado do JR ENTREVISTA desta quarta-feira (4) é o presidente nacional do PP, senador Ciro Nogueira (PI). À jornalista Tainá Farfan, ele fala sobre as articulações para as eleições de 2026, a possível formação da federação entre PP e União Brasil, críticas ao governo Lula, pautas prioritárias da direita, política externa e temas polêmicos como o caso do Banco Master.Ao tratar da sucessão presidencial, Nogueira afirmou que o PP tem grandes chances de apoiar uma eventual candidatura do senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) à Presidência da República, desde que o projeto seja voltado para a unificação do país e para um governo que dialogue com a maioria da população. Segundo ele, uma campanha restrita à “bolha bolsonarista” ou centrada apenas na defesa do legado do ex-presidente Jair Bolsonaro teria dificuldade para conquistar o eleitorado de centro. O senador avaliou que a população está cansada da polarização política e quer foco em áreas como saúde, educação e segurança pública. Ele também disse não acreditar na viabilidade de uma terceira via e afirmou que o segundo turno tende a se consolidar entre um candidato ligado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e outro apoiado por Flávio.Sobre a relação com o governo federal, Ciro negou a existência de qualquer pacto de não agressão com Lula e garantiu que não o apoiará nas eleições no Piauí. Ele reconheceu que o presidente teve desempenho positivo em mandatos anteriores, mas avaliou que atualmente adota postura que, em sua visão, contribui para a divisão do país. Sobre a possibilidade de indicar o vice em uma eventual chapa presidencial encabeçada por Flávio Bolsonaro, o senador afirmou que o mais importante é construir um projeto vencedor e de união nacional. Ele elogiou a senadora Tereza Cristina (PP-MS) e declarou que, em sua avaliação, ela poderia ter sido a vice de Jair Bolsonaro em 2022, o que teria reduzido a rejeição do ex-presidente entre o eleitorado feminino.O programa também está disponível na Record News, no R7, nas redes sociais e no RecordPlus.

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  • Relator defende acordo Mercosul-UE e critica ‘jogo político’ da França
    2026/02/26

    O convidado do JR ENTREVISTA desta quarta-feira (25) é o deputado federal Arlindo Chinaglia (PT-SP), relator do acordo entre Mercosul e União Europeia na Câmara. À jornalista Tainá Farfan, ele fala sobre o alcance do tratado comercial, as mudanças no clima político do Congresso Nacional, o poder das plataformas digitais e a polêmica dos supersalários e “penduricalhos” no serviço público.Nesta quarta, o plenário da Câmara deu aval ao tratado, que segue para votação no Senado. Entre os benefícios econômicos do acordo, Chinaglia citou três pontos principais: ampliação do mercado consumidor, geração de empregos — afirmando que cada 1 bilhão de dólares exportado à Europa garante mais de 28 mil empregos no Brasil — e modernização da indústria nacional, que poderá importar máquinas europeias com isenção de impostos, aumentando a produtividade e reduzindo custos.O deputado ressaltou que o tratado funciona como contrapeso ao protecionismo dos Estados Unidos, reforçando o multilateralismo em um momento em que a Europa busca parceiros considerados confiáveis.O relator destacou ainda que o governo brasileiro estruturou mecanismos de defesa comercial. Caso a União Europeia taxe um produto brasileiro de forma considerada injusta, como frutas, o Brasil poderá aplicar medida equivalente, taxando produtos europeus, como vinhos, para reequilibrar a balança.Sobre a resistência de agricultores franceses, o deputado classificou os protestos como exagerados e parte de um “jogo político” por mais subsídios.O programa também está disponível na Record News, no R7, nas redes sociais e no RecordPlus.

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    35 分
  • Presidente interino diz que CVM agiu antes da crise pública do Banco Master
    2026/02/19

    O convidado do JR ENTREVISTA desta quarta-feira (18) é o presidente interino da CVM (Comissão de Valores Mobiliários), João Accioly. Ao jornalista Thiago Nolasco, ele fala sobre a atuação da autarquia no caso do Banco Master, os mecanismos das fraudes investigadas, os impactos sobre fundos de previdência e os desafios estruturais enfrentados pelo órgão regulador do mercado de capitais.Sobre o caso do Banco Master — que anteriormente se chamava Banco Máxima — o presidente interino afirmou que a atuação da CVM é anterior à crise de liquidez tornada pública. De acordo com ele, a autarquia identificou irregularidades envolvendo entidades ligadas ao grupo desde pelo menos 2019. À época, a instituição ainda não havia mudado de nome nem enfrentava questionamentos públicos sobre sua situação financeira.Accioly explicou que houve dois processos administrativos com acusação formal que resultaram na celebração de termos de compromisso — acordos em que os acusados ressarciram prejuízos aos investidores. Atualmente, segundo ele, existem mais de 20 processos relacionados ao caso em diferentes fases de investigação dentro da CVM.Durante a entrevista, o presidente interino detalhou os mecanismos das fraudes investigadas. Um deles seria a chamada “inflação de ativos”, prática que consistiria na inserção de ativos em fundos com valores muito superiores aos reais.Ele também mencionou situações em que o próprio Banco Master figurava como cotista de um fundo com ativos inflados, prática que descreveu como uma forma de aumentar artificialmente o próprio patrimônio da instituição.Outro mecanismo citado foi a criação de carteiras de crédito falsas, com empréstimos concedidos a pessoas inexistentes ou a “laranjas”, que repassavam os recursos e deixavam de pagar as dívidas, gerando receitas fictícias. Accioly ainda relatou a existência de empréstimos sem lógica econômica, como a concessão de valores milionários a empresas com faturamento irrisório, nos quais os recursos acabariam beneficiando os controladores do esquema.O programa também está disponível na Record News, no R7, nas redes sociais e no RecordPlus.

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    不明
  • Presidente da AFE Brasil aborda o uso de canetas emagrecedoras
    2026/02/12

    William Dib, presidente da AFE Brasil (Associação das Farmácias Estéreis), abordou no JR Entrevista a polêmica sobre o uso de canetas emagrecedoras em clínicas e hospitais. A associação representa farmácias de manipulação na discussão sobre substâncias para emagrecimento.


    Dib esclareceu que esses produtos são manipulados legalmente sob supervisão médica, reforçando a importância da orientação profissional no tratamento da obesidade.

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    32 分
  • Wellington Dias rebate críticas a programas sociais e destaca geração de empregos
    2026/02/05

    O convidado do JR ENTREVISTA desta quarta-feira (4) é o ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias. À jornalista Tainá Farfan, ele fala sobre a ampliação do programa Gás do Povo, o combate a fraudes em programas sociais, os resultados do Bolsa Família na redução da pobreza, os impactos econômicos das políticas de transferência de renda, além do cenário político para as eleições de 2026 e das ações do governo voltadas a povos indígenas e ao combate ao feminicídio.

    Logo no início da entrevista, Wellington Dias defendeu a ampliação do Gás do Povo, que passará de cerca de 5 milhões para mais de 15 milhões de famílias atendidas, alcançando aproximadamente 50 milhões de pessoas. O benefício cobre integralmente o valor do botijão de gás, que em algumas regiões chega a custar até R$ 150, e será pago por meio de voucher digital, inclusive para beneficiários do Bolsa Família.

    Wellington Dias também abordou o combate a fraudes nos programas sociais. Ele afirmou que o governo investiu na reestruturação do Cadastro Único e na integração de dados com órgãos como a CGU (Controladoria-Geral da União), o TCU (Tribunal de Contas da União), a AGU (Advocacia-Geral da União) e tribunais de contas estaduais. Esse cruzamento de informações permitiu identificar situações de irregularidade, como pessoas com alta renda recebendo benefícios, uso de CPFs falsos e registros de pessoas já falecidas.

    De acordo com o ministro, mais de 6 milhões de pagamentos irregulares foram cancelados. O TCU estimou que as fraudes geravam prejuízos de até R$ 4 bilhões por ano. Com a correção dessas distorções, segundo ele, foi possível incluir famílias extremamente pobres que estavam fora do sistema, sem aumento significativo do orçamento.

    Ao comentar os resultados do Bolsa Família, Wellington Dias afirmou que o Brasil saiu do Mapa da Fome e que mais de 20 milhões de pessoas deixaram a pobreza nos últimos anos. Desse total, 17,4 milhões teriam avançado para faixas de renda mais elevadas. O ministro ressaltou que o orçamento do programa se manteve praticamente estável, mas com maior eficiência na aplicação dos recursos.

    Ele rebateu críticas de que os programas sociais gerariam dependência, afirmando que o Bolsa Família não impede o trabalho formal nem o empreendedorismo. O ministro citou dados segundo os quais 98% das novas vagas de emprego no país são ocupadas por pessoas inscritas no Cadastro Único ou beneficiárias do Bolsa Família.

    O programa também está disponível na Record News, no R7, nas redes sociais e no RecordPlus.

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    39 分
  • Acordo Mercosul-UE é aposta de longo prazo para carne bovina do Brasil, diz dirigente
    2026/01/22

    O convidado do JR ENTREVISTA desta quarta-feira (21) é o presidente da Abiec (Associação Brasileira da Indústria de Carne Bovina), Roberto Perosa. À jornalista Flávia Alvarenga, ele fala sobre o desempenho recorde das exportações brasileiras de carne bovina em 2025, os desafios impostos por tarifas e salvaguardas internacionais e as perspectivas do setor para os próximos anos.Ao falar sobre o acordo entre Mercosul e União Europeia, Perosa avaliou o tratado de forma positiva, mas ressaltou que se trata de uma estratégia de médio e longo prazo. Ele explicou que o mercado europeu, com destaque para países como Itália, Holanda e Espanha, tem perfil voltado a cortes nobres e não é capaz de absorver o volume excedente que hoje é destinado à China ou os cortes industriais enviados aos Estados Unidos.Durante a entrevista, Perosa destacou que 2025 foi um ano histórico para a indústria da carne bovina brasileira. Segundo ele, o país exportou 3,5 milhões de toneladas, com uma receita próxima de US$ 18 bilhões, superando os números registrados em 2024. Além do volume e do faturamento, o dirigente chamou atenção para a ampliação dos mercados compradores: o Brasil passou de cerca de 150 países importadores para 177, o que, segundo ele, demonstra a confiança internacional na qualidade e no controle sanitário da carne brasileira.Ao comentar o mercado dos Estados Unidos, segundo maior destino das exportações brasileiras, Perosa explicou que o país vive um ciclo de baixa na produção interna, o menor dos últimos 80 anos, com um déficit estimado em 1,5 milhão de toneladas. Esse cenário aumentou a necessidade de importações, mas foi parcialmente afetado pelo tarifaço americano ao longo de 2025, com uma alíquota de 74,6% por cerca de três meses. De acordo com Perosa, a medida impediu que o Brasil alcançasse a meta de 400 mil toneladas exportadas aos EUA, limitando o volume a cerca de 270 mil toneladas, que acabaram sendo redirecionadas para outros mercados. Com a retirada das tarifas após negociações entre o setor privado e os governos, a expectativa é de recuperação do volume em 2026.Sobre a China, principal destino da carne bovina brasileira, o presidente da Abiec afirmou que o país asiático adotou uma medida de salvaguarda para 2026, estabelecendo um limite de 1,106 milhão de toneladas. A restrição representa uma redução de aproximadamente 35% em relação às 1,7 milhão de toneladas exportadas no ano anterior. Segundo Perosa, a medida tem caráter concorrencial e retira do mercado uma demanda equivalente a quase 3 milhões de bois, o que exige diálogo com o governo brasileiro para mitigar impactos sobre empregos e rentabilidade da cadeia produtiva.O programa também está disponível na Record News, no R7, nas redes sociais e no RecordPlus.

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    28 分
  • Sarrubbo elogia novo ministro critica politização do debate sobre segurança pública
    2026/01/16

    O convidado do JR ENTREVISTA desta quinta-feira (15) é o secretário nacional de Segurança Pública, Mario Sarrubbo. Ao jornalista Clébio Cavagnolle, ele faz um balanço sobre a sua atuação no cargo, a transição no Ministério da Justiça e Segurança Pública e os principais desafios para consolidar uma política nacional de segurança baseada em integração, ciência e resultados concretos.


    Ao comentar a saída do ex-ministro Ricardo Lewandowski, Sarrubbo afirmou que a transição foi planejada e não pegou a equipe de surpresa. De acordo com ele, Lewandowski já havia sinalizado que encerraria seu ciclo no início do ano, deixando um legado relevante tanto na justiça quanto na segurança pública

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    29 分