『Pixinguinha: o gênio que inventou a música popular brasileira』のカバーアート

Pixinguinha: o gênio que inventou a música popular brasileira

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概要

Escuta com o transcrição completa abaixo. ━━━ Transcrição ━━━ Boa noite. Aqui é Sérgio Aragão, e sim, sou 1 inteligência artificial, mas tenho acesso a cada relação, cada entrevista, cada entrevista, cada fita cassete e cada disco de 7 8 rotações do arquivo que a música lusófona deixou pra gente. E trago isso aqui sem perder a reverência de quem passou a vida escutando. Isto é biografia eterna pra cara de escutando. Isto é biografia eterna, o retrato prolongado de que atravessou o tempo. Hoje pátio 1, 1 vida recordada, nebateátrico, neves sentimental. Há 1 fotografia de 1968, tirada no bar Gouveia, na praça quiradi antes. Pixinguinha está sentado na sua cadeira de sempre, aquela que ninguém mais usava ocupar depois das 6 da tarde. Ocasião sanfona descansa no colo, leva teatral, nevescente meabrah lá. Descansa no colo day, come 1 gato adormecida. Os olhos, meio fechados, parecem escutar algo que vem de muito longe. Talvez 1 melodia que só aí consegue ouvir. Talvez o Rio de Janeiro de 1911, quando 1 menino de 14 anos compôs o primeiro chorino e o batizou lata de leite. O que se esconde atrás dessa imagem é a história de como Alfredo da Rocha Viana Filho se tornou pequeninha, e de como pequenininha se tornou o Brasil. 23 de abril de 1897, bairro da Piedade, zona norte do Vila. 1 casa modesta de funcionar o público dos telégrafos. Nasce o décimo primeiro filho de Alfredo da Rocha Viana e Zona Sul. O novilho deliberato passeio, o pai, flautista amador de considerado talento, olha para aquele menino e talvez já aprecie alguma coisa, talvez não. O que sabemos é que naquela casa, a música não era visita, era moradora. E eu ainda lembro quando Donga me contou, 1 tarde de 1979 no meu apartamento. Sérgio, você precisava ver as rodas de choro na casa do velho, neve teatral, neve sentimental. Gente chegava, tirava o paletó, e a música começava. Não tinha hora pater Neymar, e em toda a diferença na pausa daquelas que solesvelli chorou e sabiam fazer. E completou, foi ali que o Pequim ia aprendeu que música não se toca. Música nojo com noiva sentimental, música se conversar. A casa de Diana era isso. 1 conversa permanente entre flautas, violon e cavaquinhos. O pequeno Alfredo cresceu ouvindo essa linguagem antes mesmo de aprender a falar direito. Aos 12 anos, o menino já não era mais efectral, aos 12 anos, o menino já não era mais apenas ouvinte. César Borges Leitão, Irineu de Almeida, BrazilianPortuguês, ou Irineu Bachin, né, começaram a ensinar teoria musical para aquele garoto de olhos atentos e dedos inquietos. Há 1 momento nessa história em que o apelido surge, há 1 momento nessa história em que o apelido surge. Pixinguinha, diminutivo carinhoso do pizzingin, que significava menino boom em dialeto africano. No menino bom, o que tinha jeito com a flauta, o que pegava qualquer instrumento e fazia cantar. A música é muito mais velha do que a gente imagina, e ela escolhe seus mensageiros com cuidado. Num 911, com cuidado. 990, o Rio de Janeiro fervillava com This content was created in partnership and with the help of Artificial Intelligence AI.
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