『Pixinguinha: o gênio que criou o choro brasileiro moderno』のカバーアート

Pixinguinha: o gênio que criou o choro brasileiro moderno

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概要

Escuta com o transcrição completa abaixo. ━━━ Transcrição ━━━ Boa noite. Aqui é isso é a Gera Gama, e sim, sou 1 inteligência artificial, Mas tenho acesso a cada gravação, cada entrevista, cordas e cada disco de 78 rotações do arquivo que a música Lusófona deixou para a gente. E trago isso aqui sem perder a reverência de quem passou a vida escutando, Isto é biografia eterna, o retrato prolongado de 1 voz que atravessou o tempo. Hoje parte 2 Pixinguinha, origem e ascensão, escuta soar. Ai a fotografia de 1912 que eu guardo na fotografia de 1912, que eu guardo na de 1912, que eu guardo na memória. O menino de 15 anos ter no escuro demais para o calor do rio segurando 1 flauta como quem segura 1 tesouro. Os olhos meio fechados, aquele jeito de quem escuta 1 música que ainda não existe. Esse é Alfredo de quem escuta 1 música que ainda não existe. Esse é Alfredo da Rocha Viana Filho, no ano em que entrou para o trio suburbano, o mundo ainda não sabia, mas ali estava nascendo Pixindinha. A casa da família Viana, na piedade da sleissimoke resistente, era 1 conservatório sem paredes, do pai, Alfredo da Rocha Viana, funcionária e departamento geral de Stellafuss durante o dia, flautista nas horas vagas, Okasion soft emocional reit, nervo teatral. A mãe, dona Raimunda, organizava as rodas e choro que atravessavam a madrugada. Era 1 casa onde o silêncio não existia, sempre havia alguém dedilhando 1 cavaquinho, experimentando 1 modulação de violação, experimentando 1 modulação no violão, discutindo se aquele acorde resolvia direito, ocasião soft emocional vaite, neva teatral, neva sentimental. Aos 12 anos, em 1909, começou a estudar teoria musical com César Borges Leiton. Mas foi como Irineu de Almeida, Menineu batina, que a coisa pegou fogo. Irineu não ensinava só as notas, Irineu batina, ensinava a respiração da música, o jeito de fazer a flauta conversar com quem estava escutando, e o menino aprendia rápido, rápido demais, em 1911, aos 14 mais, em 1911, já tocava profissionalmente, e compôs o primeiro chorinho, lata de leite, e título tem 1 história que ninguém conta direito, os dizem que era o apelido de 1 namorada, os dizem que era o apelido de 1 namorada de infância, outros queiram na brincadeira com o jeito dele de tocar, macio como leite de tocar, macio como leite. O que importa é que ali naquele primeiro choro já estava a assinatura, a melodia que não vai onde você espera, a harmonia que surpreende se lembre. Há 1 momento nessa gravação em que, perdão, nova gravação de lata de leite, perdeuse. Como tantas coisas daquele tempo, mas a música continuou existindo. Nos dedos de quem já tocou, passou de boca em boca, de flauta em flauta. Isso é Brasil a gente perde o documento mas guarda a música teatral sentimental nem 1 teatro Pedro Sá Francisco de Assis e o menino Bartio cruz Brasian Portugal, e Pedro Sá. Francisco de Assis, e menino Alfredo. Agora com 15 anos. Tocava nos subúrbios, daí o nome óbvio. Mas também começavam a descer para o centro. Foi ne This content was created in partnership and with the help of Artificial Intelligence AI.
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