Omissão do Linfonodo Sentinela x Radioterapia no Câncer de Mama Inicial // SERENA 6 - Detectar antes de progredir: nova estratégia contra o câncer de mama avançado
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O primeiro podcast discute um estudo retrospectivo, realizado em uma única instituição que avaliou 1.016 cânceres de mama em 999 mulheres com 50 anos ou mais, com tumores iniciais ER+/HER2−, submetidas à cirurgiaconservadora entre 2020 e 2025. A omissão da cirurgia do linfonodo sentinela aumentou de 25,5% para 50,9%, sobretudo entre pacientes mais idosas e com tumores de menor risco. Nessa população, a radioterapia de toda a mama foi menos frequente (21,5%), enquanto a irradiação parcial (51,0%) e a omissão da radioterapia (27,5%) foram mais comuns. Os resultados sugerem que a redução da cirurgia axilar não levou à intensificação da radioterapia quando houve seleção criteriosa e decisão multidisciplinar.Contudo, o estudo não avaliou desfechos oncológicos de longo prazo e tem limitada generalização.
O segundo podcast discute o SERENA 6 TRIAL fase 3 o qual mostrou que trocar precocemente para camizestranto (mantendo o inibidor de CDK4/6) ao detectar mutação ESR1 no ctDNA — antes da progressão radiológica — traz benefício duradouro em câncer de mama avançado HR+/HER2-negativo em primeira linha. Na análise atualizada, a SLP foi de 16,8 meses com camizestranto versus9,2 meses com inibidor de aromatase (HR 0,45). A troca antes da progressão radiológica também trouxe benefício no tempo até deterioração na qualidade de vida global: 35,9 vs 8,3 meses (HR 0,48). A SLP2 e o tempo atéquimioterapia/ADC também favoreceram o braço experimental. Estudo sugere a possibilidade de uma mudança de paradigma no manejo do câncer avançado: trocar o tratamento com base na progressão molecular, antes da progressão radiológica. O estudo de fase 3 SERENA-6 mostrou que trocar precocemente para camizestranto (mantendo o inibidor de CDK4/6) ao detectar mutação ESR1 no ctDNA — antes da progressão radiológica — traz benefício duradouro em câncer de mama avançadoHR+/HER2-negativo em primeira linha. Na análise atualizada, a SLP foi de 16,8 meses com camizestranto versus 9,2 meses com inibidor de aromatase (HR 0,45). Atroca antes da progressão radiológica também trouxe benefício no tempo até deterioração na qualidade de vida global: 35,9 vs 8,3 meses (HR 0,48). A SLP2 e o tempo até quimioterapia/ADC também favoreceram o braço experimental. Estudo sugere a possibilidade de uma mudança de paradigma no manejo do câncer avançado: trocar o tratamento com base na progressão molecular, antes da progressão radiológica.
Link para acesso aos artigos : https://live.makadu.group/bbn_podcast_13082026