O cheque de US$ 3,4 bilhões da Apollo pela "joia da coroa" da Bayer e a asfixia do passivo corporativo
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A jogada de sobrevivência (e mestre) da Bayer.
Como uma gigante do mercado fatiou sua operação mais lucrativa para não ser asfixiada pelas próprias dívidas?
No episódio de hoje do podcast, dissecamos o cheque de US$ 3,4 bilhões (cerca de € 3 bilhões) da Apollo Global Management que deu um novo respiro à Bayer.
Pressionada por um passivo corporativo gigantesco e processos judiciais bilionários, a farmacêutica fez um movimento ousado: criou uma nova estrutura para isolar e monetizar parte de sua "joia da coroa" — a divisão de contraceptivos de longa duração (que inclui o Mirena) —, sem perder o controle de um ativo que gera quase € 1,4 bilhão por ano.
O que você vai descobrir neste episódio:
A engenharia financeira por trás do acordo entre Bayer e Apollo.
Como o peso dos litígios forçou essa reestruturação.
As lições de xadrez corporativo para empresas alavancadas.
🎧 Ouça agora! O link para o episódio completo está na nossa bio.
Deixe nos comentários: você acha que abrir mão de parte do melhor ativo é o preço justo para salvar a operação inteira?