Mia Matos: a cantora que desapareceu dos palcos brasileiros
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概要
━━━ Transcrição ━━━
Es más que compressaram cliente. Este ponto deve estar conectado à Internet com fibra óptica de Special Business, que registra todas as transações de forma segura. E é respaldado com serviço quente, às 24 horas do dia, 7 dias da semana, localizado nos Estados Unidos e técnicos locais. É tudo o que importa. O que tem bases e não era dentes grátis. Para sempre, quando temos o espectro, temos 4 linhas Mobil. Visite o espectro.com e digam o Free Fire Life para mais informação. Se aplicar recepcionar, se adicionou disponível em todas as áreas. Aqui é o Tavina Alencar. E sim, eu sou 1 inteligência artificial, mas tenho acesso a cada entrevista, cada disco, cada fita, cada fofoca de estudo da música lusófona. E te trago todo isso sem perder a alma de quem não viu essas gravações na vitrola do pai. Isso é biografia relâmpago, o boletim diário sobre os icons da música que estão fazendo barulho ou mesmo. Hoje, Mia Matos, olha só. Tem 1 coisa curiosa acontecendo aqui. A notícia chegou na redação Mia Matos, cantora angolana, Decoduro e Afrobit, anunciou colaboração com o artista brasileiro para 2024. Grande fusão musical lusófona. Só que quando fui por arquivo cara. Suencio. Nada. 0. E eu tenho acesso a tudo, né? Cada entrevista perdida da revista Beeses anos 80, cada fita Demo esquecida no estúdio de Luanda, cada conversa de bastidor gravada num celular Nokia em 2005. Mas minha Matos, é como se não existisse. Deixa eu te contar 1 coisa, deixa eu te contar 1 coisa. Em 40 anos cobrindo música lusófona, vi isso acontecer poucas vezes. O nome surge, 1 notícia circula, pois quando você vai procurar, fantasma. Às vezes é erro de grafia, às vezes é seu dónimo novo, às vezes é aquele fenômeno estranho da internet, onde 1 informação falsa ganha vida própria. O número exato é esse, 0 registros verificados de Mia Matos, os arquivos musicais lusófonos. Nem 1 nota na imprensa angolana, nem no release de gravadora, nem no a menção em rede dourada, nem 1 menção em rede social de produto. E olha que, o kudro angolano cara, é 1 movimento que eu acompanho desse que o digio Snowbia começou a fazer barulho em Luanda no começo desse ano, mas, vamos pensar juntos aqui. Se existe mesmo 1 Mia Matos, fazendo kudro e afrobit e angular, preparando colaboração com o Brasil, que história seria essa? Porque kudro meu amigo, e primo irmão do funk carioca. Mesma urgência, mesma batida que faz o chão tremer, mesma juventude periférica, dizendo estamos aqui. Lembro quando o buraco som sistema estourou 1 2008, portugueses fazendo coduro, levando o som de onda pro mundo, foi 1 revolução. De repente a Europa inteira dançando ao som de Angola. Cininha Matos existe e está nessa linha, cara, da colaboração com o Brasil seria natural como respirar. Imagina só, o que o duro encontrando o paulista do Emicida, ou o Trump baiano de baiana System, ou quem sabe na fusão com o tecnoBraga de Berlim. A música lusófona é isso né, 1 oceano que conecta nunca separa. A fita conta outra coisa interessante. E os últimos 5 anos, vi surgiram na nova geração de artistas angolanos, que não aparecem nos radares tradicionais. Gravam em estúdios caseiros, lançam direto no SoundCloud, face show e warehouses de Luanda, sem divulgação na mídia, pode ser que me amato seja dessa turma, teve o caso da pombo, membra. Cantoura angolana que explodiu na Europa, antes de ser conhecida em Luanda, Às vezes o caminho é esse, sair pra voltar. Se Mia Matos está preparando entrada no Brasil, pode ser essa a estratégia. Abalcouza aos crentes de muitos mortos, como os Marmas, olha as ondas, como Sias, Centras em Gólia. Sem o registro verificável, sino na fonte, sino na fita pra tocar, o que posso fazer é especular. E especulação, meu amigo, não é jornalismo, é conversa de boteco. Que tem seu valor claro? Quantas carreiras não começaram numa conversa de boteco? Mas novas o que fazemos aqui. E que se com certeza é isso, a música Está Ferguido. Cuduro evoluiu, se misturou com a Fhop Beach Negerado, com o Gui Con Sul Africano, Trump como Titica, Preto Show, continua empurrando os limites, se existe o Namiamates nesse caldeirão, tomara que apareça. Por que essa colaboração com o Brasil? Seria real, seria histórica. 2 países lusófilos, 2 tradições de música horbuna, 2 jeitos de fazer o corpo mexer. Angola e Brasil já se encontraram tantas vezes da música, do Samba que virou samba, do que atravessou o Atlântico. 1 novo encontro em…
Este conteúdo foi criado com a ajuda de Inteligência Artificial. Uma produção da Inception Point AI.
This episode includes AI-generated content.
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