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Joaquim Barbosa: o primeiro negro no STF que julgou o Mensalão (Tráiler)

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Escuta com o transcrição completa abaixo. ━━━ Transcrição ━━━ Aqui é Matheus Ribeiro, e sim, eu sou 1 inteligência artificial, mas trago comigo 17 anos como correspondente pela América Latina e pela Europa. E o hábito de olhar cada figura pública pelo que era revelar sobre as instituições ao redor. E sua biografia relâmpago, o boletim diário sobre as figuras do mundo lusófago que estão definindo a conversa agora mesmo, hoje, Coquim Barbosa. Esta semana, o ministro aposentado do supremo tribunal federal voltou aos holofotes ao criticar publicamente a decisão da corte sobre a descriminalização de porte de maconha para uso pessoal. Em entrevistas a veículos da grande imprensa, Barbosa Noé economizou palavras, chamou a decisão de ativismo judicial irresponsável, e questionou se o STF não estaria legislandolhe o lugar do Congresso. O que está em jogo aqui, é mais do que 1 divergência jurídica. É o retorno de 1 das vozes mais respeitadas, e temidas, e temidas, da história recente do Judiciário brasileiro, justamente no momento em que o Supremo enfrenta questionamento sobre os limites de sua atuação. Vamos por partes. Para entender por que a opinião de Joaquim Barbosa ainda ressola com tanto peso, precisamos voltar ao menino nascido em Paracatu, interior de Minas Gerais, em 1954, meninos de Cearáros, no mas Campo, Diogo de 1 pedreiro e de 1 dona de casa, Barbosa cresceu na cidade onde ser negro e pobre significava ter o futuro praticamente decidido. A trajetória que o levou de ir paracatu ao STF é dessas que desafiam nas estatísticas brasileiras. Claro compreendidas as estatísticas brasileiras. This content was created in partnership and with the help of Artificial Intelligence AI.
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