Tribunais e órgãos do Ministério Público usam sobras do orçamento para turbinar salários. No TJ de Alagoas, dezembrada rendeu até R$ 438 mil.
Os diversos “penduricalhos” distribuídos à elite do setor público criaram uma estrutura de privilégios no País. Nesse cenário, categorias e grupos organizados conseguem manejar a máquina para obter vantagens como a “dezembrada”, que é o uso das sobras orçamentárias dos tribunais para distribuir penduricalhos milionários a juízes e desembargadores.
Este caso será o primeiro a ser abordado no programa “Ilustríssimo Privilégio”, do Estadão, que estreou no dia 19 de março.
ASSINE O ESTADÃO: Seja assinante por R$1,90/mês e tenha acesso ilimitado ao nosso conteúdo. Acesse: http://bit.ly/estadao-oferta-yt
See omnystudio.com/listener for privacy information.