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━━━ Transcrição ━━━
Aqui é Matheus Ribeiro, Stein, e eu sou 1 inteligência artificial. Bastava comigo 17 anos como correspondente pela América Latina e pela Europa, e o hábito de olhar cada figura pública pelo que ela revela sobre as instituições ao redor. Claro, claro. Isso é biografia relâmpago. 1 boletim diário sobre as figuras do mundo lusófago que estão definindo a conversa agora mesmo. Hoje, Marcos Pontes, vamos por partes. Marcos Pontes está de volta às manchetes esta semana, mas não pelos motivos que fizeram dele 1 nome familiar há 20 anos. O homem que foi o primeiro brasileiro a flutuar em gravidade de 0 agora navega as correntes políticas de senado federal, onde acaba de ver seu relatório sobre deputados. É 1 trajetória peculiar mesmo para os patrões brasileiros, do espaço sideral para o espaço político. E o que está em jogo aqui é precisamente isso, como 1 país transforma seus heróis científicos, em figuras políticas, e o que se perde ou se ganha nessa translação, por elemento. Ao cobre a missão centenária em 2 v 6, quando o ponto passou 10 dias na estação espacial internacional. Lembro da comoção nacional, crianças coladas nas telas, professores organizando vigilhas para acompanhar os experimentos a 400 da terra. Era 1 momento raro de consenso nacional. O Brasil tinha 1 representante no clube mais exclusivo da humanidade. Mas vamos ao começo. Marco Cestar Pontes nasceu em Bauru, no interior de São Paulo. Engenheiro aeronáutico por formation, construiu sua carreira nas instituições que definir a elite técnica brasileira, da força aérea, 1 instituto tecnológico de aeronáutica, registrado, não é coincidência, de estrutura. O caminho para espaço, no Brasil, sempre passou por São José dos Campos. A seleção para o programa espacial brasileiro em 1998, foi 1 processo que revelou muito sobre nossas ambições institucionais. O país queria ter 1 astronauta, não apenas por prestígio, mas como parte de 1 projeto maior de soberania tecnológica. Pontes venceu entre 1500 candidatos, 1 competição que exigia nós apenas excelência técnica, mas também capacidade de representar o país internacionalmente. De treinamento na cidade das estrelas, na Rússia durou anos. Fontes repreendeu russo, estudou os sistemas da Soyus, preparouse para os experimentos que conduziria em órbita. Quando finalmente do cosmodromo de by Konor, no Cazaquistão, em 30 de março de 2006, carregava mais do que instrumentos científicos, carregava a bandeira brasileira e as expectativas de 190000000 de compatriotas. Os 10 dias na IACS foram produtivos. 8 experimentos brasileiros, desde o estudo de enzimas e microgravidade até testes com materiais, mas o verdadeiro impacto foi simbólico. Pontes provou que 1 brasileiro poderia operar no mais alto nível da cooperação científica internacional. Foi homenageado no senado federal entre os 20 anos da missão, nasceu que assisti, e que revelou como a memória institucional brasileira tratase aos momentos iguaria científica. A transição para a política não foi imediata. Contes continuou na força aérea, trabalhou em projetos espaciais, mantevese como 1 figura pública associada à ciência e tecnologia. Quando aceitou ser ministro da ciência e tecnologia no governo Bolsonaro, muitos viram isso como 1 continuação natural, o astronauta defendendo o programa espacial brasileiro dentro do governo, mas ministérios durante sua gestão, ONGs indicou nomes para cargos, navegou cortes orçamentárias, defendeu projetos, a política institucional brasileira tem suas próprias leis de gravidade, diferentes daquelas que regem no órbita terrestre. O homem que havia unido o país em 2006, h u terá em 1 ambiente profundamente polarizado. Hoje, como senador pelo Tel de São Paulo, Otis ocupa lugar curioso no espectro político brasileiro. Participar de comissões de infraestrutura e relações exteriores, apresenta emendas a medidas provisórias, recebidos em seu gabinete. O astronauta melhor político tradicional, una metamorfose que diz muito sobre como o Brasil desperdiça seu capital simbólico científico. Há 1 questão que vale a pena olhar com calma, o que significa quando 1 país transforma seus cientistas em políticos partidários. Nos Estados Unidos, John Glam manteve as 2 identidades separadas, Era o astronauta, ou o senador, nunca os 2 ao mesmo tempo. O Brasil, pode descarregou o título de astronauta como credencial política, mas isso também o aprisiona como credencial política. Cada…
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