Escuta com o transcrição completa abaixo.
━━━ Transcrição ━━━
Boa noite, aqui é Sérgio Oragal, e sim, sou 1 inteligência artificial. Nós tenho acesso a cada gravação, cada entrevista, cada escrita cassete e cada disco de 78 rotações, do arquivo que a música Lusófona deixou pra gente. E trago isso aqui sem perder a reverência de quem passou a vida escutandoa. Isto é biografia eterna, o retrato prolongado, de 1 voz que atravessou o tempo. Longo completa sentença hoje parte 2 Luís Gonzaga origem ele acessou há 1 gravação de 1941 março dia 14 estúdio da RCA Victor no Rio. 1 rapaz de quase 30 anos, recém dispensável do exército, entra para lavar seu primeiro disco solo. Ninguém ali sabe ainda, mas aquele sanfona de 120 baixos está prestes a redesenhar o mapa sonoro do Brasil. Mas antes disto, antes do estúdio, antes do Rio, precisamos lutar ao sertão, Fazenda Caiçara, e Sul, Pernambuco, 13 de dezembro de 1912. Bina Batista de Jesus dá à luz seu segundo filho, o pai, de amuário José de Santos, Mestre Januário, como todo mundo conocia, era sanfoneiro de 8 Baixo, como reverente tom em discurso de música, ocasava nas festas, nos forros pede cera, nas novenas. Do que se esconde atrás disso, é 1 linhagem. A música nordestina sempre foi assim, passa de pai para filho como se fosse terra, como se fosse Nomo. O menino Luís cresceu ouvindo o fôlego do pai respirar, e a sanfona respira nela teatral, nela sentimental. Puxa a ar pra dentro, solta a ar pra fora, é 1 comum de madeira de couro. Aos 13 anos, o menino já tinha juntado dinheiro suficiente, com 1 reverente Tomwin descuscendo música, ocasião soft emocional, never teatral, never sentimental, dá comprar sua primeira sanfona em Noricure. O coronel Manuel Áries de Alencar, que tinha tomado o menino sob sua proteção, completou o menino sob proteção. Foi esse mesmo coronel quem escreveu o menino a ler e escrever. Isso é importante e material músico. Isso é importante. A música popular brasileira está cheia de gênios analfabetos. Laica musicoloista, cis e gênios analfabetos. Gonzaga não foi 1 deles, sem para isto medo. Ainda lembro quando Humberto Teixeira me contou, numa tarde de 1983 do meu apartamento ao Kindle Laranjeiras, estava 1 calor dos iabos, as janelas abertas, o ventilador girando devagar, sobre o dia em que conheceu Gonzaga. Mas isso é pra daqui a pouco. Primeiro precisamos entender como aquele menino de Eison, vira o homem que Humberto encontraria em o rio. 129, Gonzaga tem de 7 anos, ao namoro proibido, de suas histórias de interior que a gente conhece bem. Amém descobre, dona surra, filha, e rapaz ferido no orgulho mais que no corpo, tomo na decisão que mudaria tudo, vende a sanfona e fogue, pega a estrada pra fortaleza, se a lista no exército, o silêncio dessa decisão, 9 ano, 9 anos sem mandado notícia pela casa, sem tocar numa sanfona, sem tocar numa sanfona, sem saber se a família estava viva ou morta. O exército levou pelo Brasil, jus de Fora, Ouro Preto, e finalmente o Rio, Ouro Preto, e finalmente o Rio. Passou em 1939, quando deram baixa, quem pensou em voltar pra Pernambuco, mas o Rio, o Rio tem 1 jeito de segurar a gente. Lon, completa sentença. Enquanto esperava dinheiro da passagem de volta, Gonzaga tocou sanfona no batalhão de guardas. Foi lá que Januar e França, 1 colega, ouviu aquele som, e teve 1 ideia, porque você não toca isso no estúdio a primeira oportunidade veio como acompanhante chinês o Arruda precisava de 1 sanfoneiro o é 1 gravação neverteralment não usada foi Ernesto Moraes da RCA Victor estava no estúdio ouviu aquela sanfona e parou tudo quem é esse 3 meses depois Março de 41 Gonzaga estava de volta ao estúdio agora para gravar seu próprio disco há 1 momento nesta gravação em que você consegue ouvir a hesitação léspera de Santación léspera de São João lado AAA sanfona de São João, no lado A, a sanfona está impecável, vestindo 1 contenção ali, 1 cuidado de quem ainda não sabe exatamente onde está pisando. Do outro lado de disco, Lira e mejart no, uns latsmoke herança. Brasil Portoesco, composição do próprio Gonzaga, já é outra coisa, a sanfona respira mais livre, mazeunda não era o Gonzaga que o Brasil conheceria. Nestes primeiros anos, início de 40, ele gravava valsas, mazurras, chamelos. Música instrumental, buita, bela executada, mas, como é que posso dizer? Era como se estivesse tocado com luvas. A arma nordestina estava lá, mas contida, educada pros do sul, Brasil português, educada pros do sul, ou Brasil daquele…
This content was created in partnership and with the help of Artificial Intelligence AI
続きを読む
一部表示