Confira os destaques da 2ª edição do Fast News deste sábado (11): Nova pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (11) aponta o presidente Lula com 39% das intenções de voto no primeiro turno, contra 35% do senador Flávio Bolsonaro (PL). Considerando a margem de erro de dois pontos percentuais, os candidatos encontram-se em situação de empate técnico. O levantamento também testou cenários de segundo turno, onde Flávio Bolsonaro aparece numericamente à frente pela primeira vez, com 46% contra 45% de Lula. Outros nomes como Ronaldo Caiado (5%) e Romeu Zema (4%) também pontuaram na pesquisa, que ouviu 2.004 eleitores entre os dias 7 e 9 de abril. O cenário indica uma perda de fôlego do atual governo e uma consolidação da oposição no maior colégio eleitoral do país. O deputado federal José Guimarães (PT-CE) assume oficialmente a linha de frente da articulação política do governo Lula a partir deste sábado. A mudança ocorre em um momento estratégico, com o Palácio do Planalto buscando consolidar uma base mais estável no Congresso para a votação de pautas econômicas prioritárias. Guimarães, que já atuava como líder do governo na Câmara, agora amplia suas atribuições para coordenar diretamente a relação com as bancadas do Centrão e os presidentes das duas Casas. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva inicia, neste final de semana, uma viagem estratégica à Europa para consolidar a fase final do acordo comercial entre Mercosul e União Europeia. Após a oficialização e promulgação do texto pelo Congresso Nacional em março, o governo brasileiro agora foca nos protocolos de implementação previstos para entrar em vigor em maio. A agenda inclui parcerias na Espanha e na Alemanha, onde Lula participará da Hannover Messe para atrair investimentos em tecnologia industrial e transição energética. O presidente do Congresso Nacional, senador Davi Alcolumbre, convocou oficialmente uma sessão conjunta para o dia 30 de abril com o objetivo de analisar o veto integral do presidente Lula ao chamado PL da Dosimetria (PL 2.162/2023). O projeto, aprovado pelo Legislativo no final do ano passado, propõe mudanças no cálculo de penas e na progressão de regime, o que, na prática, poderia abrandar as punições de condenados pelos atos antidemocráticos de 8 de janeiro e beneficiar o ex-presidente Jair Bolsonaro. O Planalto argumenta que a medida enfraquece a resposta institucional contra crimes contra o Estado Democrático de Direito, enquanto a oposição articula a derrubada do veto para garantir o que chamam de "justiça proporcional". Essas e outras notícias você acompanha nessa edição do Fast News.
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