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Cp. 1 - A Façanha do "Onça"

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概要

Neste primeiro capítulo de Arcaz de Um Barriga-Verde, de José Boiteux, acompanhamos os eventos que levaram à capitulação da Ilha de Santa Catarina durante a ofensiva espanhola no século XVIII. Apesar da rendição formal, os oficiais do lendário Regimento Barriga-Verde recusaram-se a assinar a capitulação, preferindo abandonar o serviço militar a aceitar a derrota, reafirmando seu valor e patriotismo. Entre os destaques está o alferes José Corrêa da Silva, o “Onça”, cuja bravura se tornou símbolo da resistência local. O capítulo também apresenta a atitude marcante do Coronel Fernando da Gama Lobo, comandante do Regimento Barriga-Verde, que quebrou as hastes da bandeira e rasgou o pano com as próprias mãos, para impedir que fosse tomado pelas tropas espanholas. A Ilha de Santa Catarina surge como a “chave do Brasil meridional”, reforçando sua posição estratégica no período colonial. Personagens e autoridades citadas: Pedro de Cevallos (Pedro Antonio de Cevallos Cortés y Calderón) – Governador da Província de Buenos Aires (1757–1766); Luís de Almeida Portugal – 2.º Marquês do Lavradio e Vice-Rei do Brasil. D. Guilherme Vaughan – Marechal de campo espanhol. Antônio Carlos Furtado de Mendonça – Marechal de campo português e governador militar da Ilha de Santa Catarina (1775); José da Silva Paes – Primeiro governador da Capitania de Santa Catarina; Raphael Pinto Bandeira – Militar; Coronel Fernando da Gama Lobo Coelho – Comandante do Regimento Barriga-Verde; Robert Mac-Duall – Almirante inglês; José Corrêa da Silva, o “Onça” – Alferes do Regimento Barriga-Verde; Marquês de Casa Tilly – Oficial espanhol; Capitão Pinto de Sá. Fortes e localidades mencionadas: Fortaleza da Ponta Grossa; Fortaleza de São Caetano; Fortaleza de Ratones; Caixa d’Aço; Enseada das Garoupas; Ilha de Santa Catarina; Desterro; Florianópolis. Contexto histórico adicional: O episódio integra a história militar e política de Santa Catarina, marcada por conflitos luso-espanhóis e pela defesa da antiga Vila do Desterro, atual Florianópolis. O Regimento Barriga-Verde tornou-se símbolo da identidade catarinense e da resistência do sul do Brasil durante o período colonial. A região, estratégica para o controle da costa, foi cenário de fortificações, disputas e processos de formação cultural que moldaram o estado. Sobre o autor:José Boiteux (1865–1924) foi historiador, jurista, jornalista e político catarinense, reconhecido por suas obras dedicadas à memória, à etnografia e à história de Santa Catarina. Sua escrita contribuiu para registrar tradições, conflitos e personagens do estado, tornando-se referência para estudos sobre o sul do Brasil e a antiga Ilha de Desterro. Créditos: Projeto executado por Página 1 – Audiobooks; H Music – Produções; Revisão, edição, leitura e finalização por Carlos Henrique Souza Lima. Proposta executada pelo Governo do Estado de Santa Catarina, por meio da Fundação Catarinense de Cultura (FCC), com recursos do Governo Federal e da Política Nacional Aldir Blanc.
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