『Conversas Sinceras』のカバーアート

Conversas Sinceras

Conversas Sinceras

著者: inFINITO
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2026年5月12日まで。4か月目以降は月額1,500円で自動更新します。

概要

A morte precisa ser integrada à nossa existência. Mas isso não significa que seja fácil. O Movimento inFINITO nasce da vontade de ser um espaço de conversas sinceras sobre o viver e o morrer. Um lugar de acolhimento, conforto e informação. Nestes encontros, Tom Almeida, fundador do movimento, chama para estas conversas convidadas(os) para lá de especiais que nos ajudam a atravessar de maneira mais natural possível os processos de envelhecimento, adoecimento, terminalidade, morte e luto.inFINITO 心理学 心理学・心の健康 衛生・健康的な生活
エピソード
  • Nova temporada: Pra quando eu morrer, por Tom Almeida
    2026/04/22

    Este é o link para você participar com a gente dessa jornada: https://materiais.infinito.etc.br/para-quando-eu-morrer

    Todo mundo tem ou já ouviu alguma história de dor de cabeça que surgiu na hora da morte: um gasto gigantesco não planejado, uma discussão com um parente ao pé do leito, um inventário difícil de resolver, e muuuuita burocracia quando o pensamento e o coração tão em outro lugar.

    Pra quando eu morrer é a nova temporada do nosso podcast - e também o início de um movimento. Pra que eu me organize e para que você se organize.

    Eu sou Tom Almeida, fundador do Movimento inFINITO, que promove Conversas Sinceras sobre Viver e Morrer. Nos oito capítulos dessa temporada eu vou tomar decisões “Pra quando eu morrer” e te convido a tomar as suas decisões também.

    Eu lido com a temática da morte há muitos anos. Mas se eu morresse hoje seria um vexame: não tomei praticamente nenhuma providência concreta pra minha partida.

    Às vezes a morte surge de repente; às vezes, em um processo anunciado como em um longo adoecimento, por exemplo. Ela pode até pegar a gente de surpresa, mas - spoiler - não pode ser evitada. Afinal, dizem por ai “a morte é a única certeza que temos”, né?

    A real é que não importa a sua idade: a morte e o luto mexem ou ainda vão mexer profundamente com você. Não é um processo fácil - e normalmente é muito mais desafiador porque a gente não se prepara minimamente pra lidar com isso.

    E eu decidi me resolver de uma vez por todas.

    Porque no dia em que eu morrer - que seja daqui muitos e muitos anos -, eu quero que a minha família tenha o menor número possível de preocupações. Eu quero livrar quem eu amo da parte burocrática, já vai ter sofrimento demais. Deixar tudo preparado é um ato de amor.

    Organizar tudo isso sozinho é difícil, e também pode ser bem chato, então, pra facilitar, eu e vc vamos fazer isso juntos o meu convite é para que vc entre no nosso grupo de WhatsApp.

    Ali a gente vai trocar figurinhas, compartilhar experiências e traçar estratégias para deixar tudo certinho - se a morte vier em breve ou só daqui a 30, 40 ou 50 anos. Você vai sair desse processo sabendo o que é IDEAL e o que é o MÍNIMO pra que tudo fique mais ou menos organizado.

    Este é o link para você participar com a gente dessa jornada: https://materiais.infinito.etc.br/para-quando-eu-morrer

    Eu to chegando dia 12 de maio com o primeiro episódio no seu tocador de podcasts favorito.

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    3 分
  • #04 - O IMPACTO DO DIAGNÓSTICO DE UMA DOENÇA GRAVE NA FAMÍLIA
    2025/10/23

    O impacto do diagnóstico de doença grave na família

    Um diagnóstico de uma doença grave nunca afeta só o paciente, mas toda a sua família e seu núcleo mais próximo de relações.

    Muitas vezes, ele cria ou aprofunda silêncios, transforma relações, altera papéis sociais e dinâmicas familiares. Os sentimentos tendem a ficar mais aflorados, as interrogações circulam por toda a parte e a comunicação pode ficar complexa.

    A lida do cuidado, das idas a hospitais, acompanhamento e efeitos de tratamentos também alteram a rotina.

    Neste quarto e último episódio do 5º Fórum AnaMi de Cuidados para Pessoas com Doenças Graves, vamos ver que é valioso identificar as cascas de banana que podem surgir por falta de comunicação para evitar que novas camadas de sofrimento surjam em um momento que já é suficientemente desafiador.

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    Se você é paciente ou familiar impactado por uma doença grave, é mais do que bem-vindo à nossa Casa Lavanda: uma rede social que abriga uma comunidade virtual de acolhimento e informação. Um ambiente de trocas entre iguais, grupos de apoio, aulas, encontros e tudo o que pode te beneficiar a atravessar essa jornada de uma maneira melhor. Você pode participar da cidade, estado ou país onde estiver e é tudo de graça! É só chegar :)

    https://casa-lavanda.circle.so/c/boas-vindas/

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    Instituto Ana Michelle Soares e A.C.Camargo Cancer Center apresentam:

    5º Fórum AnaMi de Cuidados para pessoas com Doenças Graves

    Uma produção do Movimento inFINITO

    Produção: Maju Almeida, Larissa Barros e Flavio Vieira

    Direção-geral e produção-executiva: Gustavo Cabral

    Apresentação e roteiro: Juliana Dantas e Tom Almeida

    Edição e fotografia: Vitor Bergomi

    Maquiagem: Larissa Oliveira

    Gravado no estúdio Jacarandá Áudio, em São Paulo.

    Alimentação: Casa Catering

    Pré-Produção: Camila Santos

    Operadores de câmera: Rafael Bonini, Caio Brandão e Thiago Trindade

    Operadora de áudio: Jennifer Rodrigues

    Agradecimentos especiais: Alvenir Soares, Samuel Soares e a todo o staff de voluntariado da Casa Lavanda.

    Siga: https://www.instagram.com/paliativas/

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    40 分
  • #03 - EP03 - POR QUE TEMOS MEDO DE DAR TRABALHO AO FICAR DOENTE?
    2025/10/16

    Por que temos medo de dar trabalho ao ficar doente?

    Quantas vezes você já ouviu ou mesmo disse a frase “não quero dar trabalho”?

    Esse jeito de falar não é novo, mas a velocidade dos dias atuais nos empurra ainda mais para este lugar. Quer exemplos?

    Se antes um amigo ou um parente nos oferecia uma sopa quando ficávamos resfriados, hoje, com alguns poucos cliques no celular, conseguimos que a comida chegue na porta da nossa casa. Se antes pedíamos a alguém próximo nos buscar no aeroporto na volta de uma viagem, hoje rapidamente conseguimos um carro por aplicativo que cumpre a função.

    Não dá para negar que sejam comodidades, mas são comportamentos que vão nos afastando de uma vida em comunidade, da vinculação com outras pessoas e, principalmente, de saber pedir e aceitar ajuda.

    Contaram pra gente que a autossuficiência é um grande valor e a gente acreditou. E aí, se em algum momento precisamos de cuidados, de maneira temporária ou definitiva, não estamos minimamente preparados para aceitá-los e para conviver com uma dependência parcial ou total dos outros.

    Neste terceiro episódio do 5º Fórum AnaMi de Cuidados para Pessoas com Doenças Graves, vamos falar sobre os desafios de se deixar cuidar. Como podemos tirar o cuidado de um lugar tão negativo quanto é o pânico de “dar trabalho”? Como não nos sentirmos um fardo? Como enxergar as oportunidades de vínculo e conexão que moram em oferecer e aceitar ajuda? Como mudar a mentalidade que só vê um paciente como alguém passivo e reconhecer o quão ativos podemos ser no nosso próprio cuidado?

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    Se você é paciente ou familiar impactado por uma doença grave, é mais do que bem-vindo à nossa Casa Lavanda: uma rede social que abriga uma comunidade virtual de acolhimento e informação. Um ambiente de trocas entre iguais, grupos de apoio, aulas, encontros e tudo o que pode te beneficiar a atravessar essa jornada de uma maneira melhor. Você pode participar da cidade, estado ou país onde estiver e é tudo de graça! É só chegar :)

    https://casa-lavanda.circle.so/c/boas-vindas/

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    Instituto Ana Michelle Soares e A.C.Camargo Cancer Center apresentam:

    5º Fórum AnaMi de Cuidados para pessoas com Doenças Graves

    Uma produção do Movimento inFINITO

    Produção: Maju Almeida, Larissa Barros e Flavio Vieira

    Direção-geral e produção-executiva: Gustavo Cabral

    Apresentação e roteiro: Juliana Dantas e Tom Almeida

    Edição e fotografia: Vitor Bergomi

    Maquiagem: Larissa Oliveira

    Gravado no estúdio Jacarandá Áudio, em São Paulo.

    Alimentação: Casa Catering

    Pré-Produção: Camila Santos

    Operadores de câmera: Rafael Bonini, Caio Brandão e Thiago Trindade

    Operadora de áudio: Jennifer Rodrigues

    Agradecimentos especiais: Alvenir Soares, Samuel Soares e a todo o staff de voluntariado da Casa Lavanda.

    Apoio: Instituto Olga Rabinovich

    Siga: https://www.instagram.com/paliativas/


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    41 分
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