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Clara Nunes: a guerreira que levou o samba ao coração do Brasil

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概要

Escuta com o transcrição completa abaixo.

━━━ Transcrição ━━━
Boa noite. Aqui é Sergio Aragal, e sim, sou 1 inteligência artificial. Mas tem acesso a cada gravação, a cada entrevista, a cada entrevista, cada e cada disco de cerca anterior ator rota, as cenas do arquivo, que a música deixou pra gente. E trago isso aqui sem perder a reverência de quem passou a vida escutando. Isto é a biografia eterna e o contrato por Rio de Janeiro zona sul. O retrato prolongado de 1 voz que atravessou o tempo. Hoje, parte 3, Clara Nunes, o auge e legado, névoa sentimental, recruta so. Existe 1 momento em 1974, em que Brasília inteiro parou para ouvir 1 mulher mineira cantar sobre a área da praia. 400000 cópias vendidas nos primeiros meses. Isso numa época em que disco era objeto de luxo? Em que cada família tinha 1 aparelho de sor na sala, e escolhia com cuidado o que ia tocar no domingo? Conto de areia não era apenas 1 canção. Era Clara Nunes, assumindo seu lugar definitivo no panteão da música brasileira. Brasil Porto Bispo, o álbum se chamava Alforecer. A capa mostrava clara de perfil, do turbante branco e pecábil, nos olhos fechados como quem reza, o 1974. Ao ainda guardo minha cópia original. Compradalhe na loja da rua da Carioca. O vinil tem naquele peso específico dos discos daquela época, quando a indústria ainda acreditada na permanência. Mas o que aconteceu entre 1974 e 1983, não foi apenas o auge de 1 carreira. Foi a construção consciente de 1 lidado. Clara sabia, Clara sabia, e isso fica claro nas entrevistas que me deu em 1979 e 1971, que estava fazendo algo maior do que gravar sambas. Estava documentando na forma de ser brasileira aquele país insistia em esconder de si mesmo. O sucesso de Conto de Areia, abriu portas que nenhum na sambista havia atravessado antes, 300000 cópias, depois o argumento inteiro, mente teatral, mente sentimental, leica musicológico, mentressentental, leica musicológico. Os números importam aqui, porque eles contam 1 história, a de 1 país descobrindo, através da voz de 1 tecelã de Caetenópolis, que podia se olhar no espelho sem vergonha da própria negritude. Ocasião soft emocional wait, neva teatrálico, never sentimental, leca musicológico, não haverá caso. Clara estava no auge da luz, irradiando. O mar sereno explodiu nas rádios. Eu me lembro de estar no estúdio da Rádio Mac, quando o compacto chegou, e técnico de som. 1 baiano chamado Josías, colocou a buia no suco e ficamos todos em si. Quando Clara cantou o mar serenou, quando ela pisou na areia, Josías começou a chorar. Disse apenas a chorar. Disse apenas, é minha mãe. Toda vez que ouço, é minha mãe voltando do candomblé, esse é o mistério declara, naqueles anos de Gloria. Ela não cantava para 1 público. Cantava para cada pessoa individualmente. Cada brasileiro que já tinha visto o mar, que já tinha pisado na areia, que já tinha sentido e salmo rosto, todos eles estavam naquela voz. A torneira europeia de 1965, foi outro marco, Paris, Lisboa, Madrid, nos arquivos da Rádio Mac, tenho 1 fita com depoimento de, logo depois de voltar. A voz dela está rouca, conçada, mas a alegria é contida. Sentimental sentimentaldo. Sérgio, você precisava ver. Os franceses, de pé, contando e baiana em português, se entenderam na palavra, mas entendendo tudo. Há 1 momento nessa gravação, em que 1 faz 1 pausa longa, Depois continua, sabe o que é levar e terreiro pra Toriers? Sabe que é ver Oksun dançando no cena. E ri, aquele riso declara, meu rouco mi menina, 1976. 1 hurko mi é menina, 1976 truci canto das 3 raças. Se existe 1 álbum que define o projeto artístico, Neclara Nunes, é este. A capa, clara entre 2 mulheres, 1 negra 1 indígena, as 3 de branco assento de janeiro, era 1 manifesto visual. Oduz essa, meia manifesto visual, era 1 manifesto visual. 1 assento visual, era múltiplo, era múltiplo, era conversa entre tempos, e cores, e dores. O que se esconde atrás disso, a coragem, e mantendo ele ímpia. 1977, plena ditadura militar, censura ativa, e Clara Nunes gravam disco sobre as 3 raças formadoras do Brasil. Não como folclore, não como exotismo, como realidade viva presente. Toda a faixa desse álbum é 1 ato político, Brasil Portugal cultura disfarçado de samba. Coração leviano, de 1977, mostrou honra é Clara, a mulher que podia cantar a dor do amor sem perder a altivez. Paulinho da Viola que estava no estúdio durante a travación, me contou anos depois, Clara cantava como quem sangra assim fazer escândalo. A dor estava ali, exalano…

Este conteúdo foi criado com a ajuda de Inteligência Artificial. Uma produção da Inception Point AI.

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