エピソード

  • Roni Miranda - Secretário de Educação do Paraná | Café com Política
    2026/02/06

    O Paraná é o estado com o maior número de escolas cívico-militares do Brasil. Atualmente, são 312 unidades, e a previsão é que esse total chegue a 345 neste ano, segundo o secretário de Educação do Estado, Roni Miranda, em entrevista ao Café com Política. De acordo com o secretário, cabe aos pais ou responsáveis a decisão sobre o modelo de ensino em que seus filhos serão matriculados. O modelo cívico-militar conta com a aprovação de cerca de 90% da população do Paraná. Além disso, quase 10 mil estudantes aguardam vaga em escolas que adotam esse formato. Ainda segundo o secretário, responsabilidade e respeito são apontados por pais e professores como alguns dos principais avanços observados no comportamento e no desempenho dos alunos matriculados nessas instituições.

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  • Luís Eduardo Falcão, presidente AMM e prefeito de Patos | Café com Política
    2026/02/05

    O presidente da Associação Mineira de Municípios (AMM) e prefeito de Patos de Minas, Luís Eduardo Falcão (sem partido), acusou o vice-governador de Minas Gerais, Mateus Simões (PSD), de ultrapassar os limites do embate político e levar a disputa para o campo familiar. Em entrevista ao Café com Política, Falcão afirmou que o vice perdeu o controle ao ligar para sua esposa, a deputada estadual Lud Falcão (Podemos), para tratar de um assunto que, segundo ele, deveria ter sido discutido diretamente com os prefeitos.

    “Ele perdeu totalmente a linha e extrapolou qualquer limite. Isso deixou de ser uma questão política e entrou na seara familiar, o que não é admissível”, afirmou. Falcão disse ainda que o vice-governador tentou, dias depois, “reescrever os fatos” em entrevistas à imprensa, numa tentativa de amenizar o episódio. Para ele, os fatos falam por si.

    O presidente da AMM fez questão de diferenciar sua relação com o governador Romeu Zema (Novo) da relação com o vice. Segundo Falcão, o rompimento é com Mateus Simões, não com Zema. Ele elogiou a postura do governador, a quem classificou como equilibrado e respeitoso, mas criticou a centralização de decisões no segundo mandato. “A grande diferença é que hoje tudo está muito centralizado no vice-governador. Ele mesmo diz: ‘eu mandei, eu vou mandar’. Essa não é a forma de fazer política”, disse.

    Falcão afirmou que o diálogo com o vice-governador está encerrado e citou como exemplos a falta de resposta a ofícios da AMM, demissões de servidores ligados a Patos de Minas e o corte de convênios com as forças de segurança. Para ele, essas ações configuram retaliação política após o embate institucional.

    Ao tratar do cenário eleitoral de 2026, Falcão disse que a pausa anunciada pelo senador Cleitinho não altera o projeto que vem sendo discutido para Minas Gerais. Ele afirmou manter diálogo frequente com o senador e destacou que a decisão de Cleitinho de priorizar a família deve ser respeitada. “A questão familiar está acima de qualquer disputa política”, disse.

    Falcão admitiu que pode disputar cargos em 2026, incluindo o governo de Minas ou a Câmara dos Deputados, mas rejeitou a ideia de uma candidatura imposta. “Candidatura se constrói, não se impõe. Não acredito nesse modelo de tirar todo mundo do caminho para ser candidato”, afirmou. Segundo ele, qualquer decisão será consequência de um projeto coletivo e não de um projeto pessoal.

    O presidente da AMM confirmou conversas com diversos partidos e disse que a definição sobre filiação deve ocorrer até março, prazo legal para a disputa eleitoral. Ele afirmou ter dialogado com praticamente todas as grandes siglas, com exceção do PT, com o qual disse não ter identificação.

    Por fim, Falcão criticou a antecipação do debate eleitoral em Minas Gerais e avaliou que a disputa pelo governo está mal colocada. Para ele, o Estado precisa parar de discutir o passado e avançar em projetos de futuro. “Não dá para ir para mais uma eleição só dizendo que alguém não pode voltar. Isso é muito pouco para Minas Gerais”, concluiu.

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  • Christopher Laguna, presidente do Novo em MG | Café com Política
    2026/02/04

    Após quase ficar sem representação parlamentar em 2022 por “erros na montagem de chapa”, o Partido Novo pretende mudar a estratégia em Minas Gerais para 2026. Conforme o presidente estadual da sigla, Christopher Laguna, a legenda irá investir novamente na criação de núcleos municipais, o que fez com que o Novo saísse de quatro para 94 vereadores em 2024, para construir uma base eleitoral sólida para as eleições deste ano. O cenário foi avaliado durante entrevista ao programa Café com Política, exibido nesta quarta-feira (4/2) no canal no YouTube de O TEMPO.

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  • Anderson Cabido, Prefeito de Congonhas | Café com Política
    2026/02/03

    O prefeito de Congonhas, Anderson Cabido (PSB) criticou o que ele chamou de “descoordenação” entre os poderes públicos ao lidar com o vazamento de 220 mil m³ de água com sedimentos da cava da mina de Fábrica, da mineradora Vale, localizada entre Congonhas e Ouro Preto, na região Central de Minas Gerais. Em entrevista ao programa Café com Política, exibido nesta terça-feira (3/2) no canal no YouTube de O TEMPO, o chefe do Executivo cobrou que as cidades envolvidas fossem escutadas e que as medidas tomadas a nível municipal fossem levadas em consideração.

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  • Geraldo Henrique, diretor Político do Sindpúblicos | Café com Política
    2026/02/02

    Sem recomposição salarial nos últimos anos, o Sindicato dos Trabalhadores no Serviço Público de Minas Gerais (Sindpúblicos-MG) cobra a correção da inflação na remuneração dos servidores públicos do Estado. Conforme o diretor político da categoria, Geraldo Henrique, a recomposição anual era uma promessa de campanha do governador Romeu Zema (Novo), que está prestes a encerrar o segundo mandato. A demanda dos servidores foi apresentada durante entrevista ao programa Café com Política, exibido no canal no YouTube de O TEMPO nesta segunda-feira (2/2).

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  • Ronaldo Scucato, presidente do Sistema Ocemg | Café com Política
    2026/01/30

    O presidente do Sistema Ocemg, Ronaldo Scucato, afirmou que o cooperativismo seguirá cobrando do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) políticas públicas mais eficazes para o setor, especialmente nas áreas de crédito, seguro rural e financiamento da produção. Em entrevista ao Café com Política, exibido nesta sexta-feira (30/1) no canal de O TEMPO no YouTube, ele avaliou que as medidas atualmente adotadas pelo poder público federal não são suficientes para garantir o avanço do modelo cooperativista no país.

    Segundo Scucato, o fortalecimento do cooperativismo passa, necessariamente, por uma base econômica sólida. Para ele, há uma inversão recorrente no debate público ao se priorizar o discurso social sem considerar a sustentabilidade financeira das atividades produtivas. “As cooperativas são entidades empresariais como qualquer outra. O econômico não deixa de ser importante, ele é o carro-chefe. É dele que sai o recurso para você realizar o social. Não se constrói um paraíso social sobre uma ruína econômica”, afirmou.

    Ao tratar da economia nacional, o dirigente apontou ainda o agronegócio como pilar do cooperativismo e da própria estabilidade econômica do país. Na avaliação dele, o desenvolvimento passa pelo fortalecimento do setor rural, responsável pelo abastecimento e pelo equilíbrio das contas externas. “Tudo começa no campo. É dali que vem o abastecimento. Se não vier a comida, nós vamos ter problemas em todas as outras áreas, inclusive na saúde. O agro sustenta a balança comercial deste país e é isso que tem garantido equilíbrio econômico ao Brasil”, disse.

    Scucato defendeu também maior atenção do governo federal às demandas do setor produtivo e afirmou que a ausência de instrumentos adequados amplia a insegurança do produtor rural. Entre os pontos citados por ele estão a ampliação do crédito, o fortalecimento do seguro rural e políticas que deem previsibilidade à produção. “Nós precisamos de políticas públicas adequadas. O produtor rural não tem segurança diante das intempéries. Falta financiamento de seguro rural, falta crédito adequado para a safra. As políticas de hoje não têm sido suficientes, é preciso melhorar”, avaliou.

    Segundo o presidente do Sistema Ocemg, o cooperativismo continuará pressionando o Executivo por mudanças nessas áreas. Para ele, o avanço do setor está diretamente ligado à capacidade de gerar renda, emprego e desenvolvimento regional. “O cooperativismo vai continuar cobrando crédito, seguro rural e apoio ao produtor. Sem isso, não há como avançar. Com políticas públicas adequadas, o cooperativismo cresce, gera renda e contribui para a harmonização social”, afirmou.

    Durante a entrevista, o dirigente também criticou o que classificou como excesso de burocracia ambiental. Na avaliação dele, parte da legislação impõe exigências que dificultam a atividade produtiva e não reconhecem o papel do produtor rural na preservação do meio ambiente.

    “Existe muita exigência inadequada. O produtor rural é vilipendiado, tratado como se fosse inimigo da natureza, quando, na verdade, é quem mais cuida do meio ambiente. O Brasil tem o melhor Código Florestal do mundo, e o produtor é quem preserva as nascentes, as matas e as áreas de proteção”, afirmou.

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  • Valentino Rizzioli | Café com Política
    29 分
  • Maria da Consolação | Café com Política
    2026/01/28

    No Café com Política, Maria da Consolação, professora aposentada, militante histórica e uma das fundadoras do PSOL em Minas Gerais, fala sobre sua trajetória de mais de quatro décadas na luta social e confirma que colocou seu nome à disposição como pré-candidata ao governo do estado.

    Na entrevista, ela defende a construção de uma Frente Socialista em Minas, critica a extrema direita, a mineração predatória e o modelo econômico baseado na exploração de riquezas naturais, além de apresentar propostas como tarifa zero no transporte, fim da escala 6x1, reforma agrária, investimento em educação, tecnologia e direitos humanos.

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