エピソード

  • Presidente do PDT-MG e deputado federal Mário Heringer | Café com Política
    2026/05/22

    Em entrevista ao Café com Política, o deputado federal Mário Heringer, que é presidente do PDT em Minas Gerais, diz que o PT está demorando a definir estratégia eleitoral em Minas e que seu partido, ao contrário, já conversou com siglas de vários espectros políticos. “Conversamos com PSOL e Rede, com o PSDB e com o União Brasil”, disse, “e estaremos com o que for mais conveniente eleitoralmente”

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  • Deputado estadual Eduardo Azevedo (PL-MG) | Café com Política
    2026/05/21

    Integrante de uma família de políticos de direita, o deputado estadual Eduardo Azevedo (PL) se considera o ‘mais ideológico’ dos três irmãos que atuam na vida pública. Além dele, dois irmãos também são políticos: o senador Cleitinho (Republicanos) e o ex-prefeito Gleidson Azevedo (Republicanos). Em entrevista ao programa Café com Política, disponível no canal de O TEMPO no Youtube, Azevedo, que vai tentar se reeleger no cargo de deputado estadual, diz que sempre “entrou mais nas pautas ideológicas dos que os irmãos”.

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  • Deputada Estadual Leninha (PT-MG) | Café com Política
    2026/05/20

    A deputada estadual Leninha (PT), que preside o Partido dos Trabalhadores em Minas Gerais, afirmou que a legenda aguarda um anúncio oficial do senador Rodrigo Pacheco (PSB) sobre a entrada ou não na disputa ao governo do estado até o dia 30 de maio. O prazo, inclusive, coincide com a previsão dada pelo próprio parlamentar para definir sobre a participação nas eleições de outubro. Em meio ao compasso de espera, o PT mineiro já tem uma lista com outros nomes que o partido cogita composições para as eleições. Além de quadros do próprio PT, as opções incluem figuras de outros partidos. Leninha também disse que os petistas trabalham a pré-candidatura de Marília Campos ao Senado como prioridade para o pleito de outubro.

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    34 分
  • Bárbara Botega | Café com Política
    2026/05/19

    Pré-candidata do Novo a uma vaga na Câmara, Bárbara Botega celebra saída de irmão de Cleitinho da sigla: 'Graças a Deus foi embora'

    Em entrevista ao Café com Política, ex-secretária de Cultura também defendeu estratégia do ex-governador Romeu Zema de manter candidatura à Presidência

    A ex-secretária de Cultura de Minas Gerais e pré-candidata ao cargo de deputada federal, Bárbara Botega, defendeu a estratégia do partido Novo, do qual é filiada desde 2015, de resistir às investidas de outros partidos de direita para manter a candidatura solo na disputa pela Presidência da República. Para ela, a estratégia de colocar 'todos os ovos da direita na mesma cesta' é "um risco muito grande". "O STF, com uma canetada, pode tornar a chapa inelegível. Então, a questão é estratégica, da gente ter mais nomes nesse campo, independente de qualquer situação". disse. Questionada sobre a troca de partido do governador de Minas, Mateus Simões, que saiu do Novo e foi para o PSD, Botega disse que entendeu o movimento do ex-colega de partido. "De uma maneira pragmática para a campanha, para a continuidade dele enquanto governador, seria importante que ele fizesse essa migração para o PSD". Já sobre o ex-prefeito de Divinópolis, Gleidson Azevedo, irmão do senador Cleitinho (Republicanos), que trocou o Novo pelo Republicanos, Botega foi mais direta: "Dei graças a Deus que foi embora", disse. "Nunca enxerguei no Gleidson uma pessoa que representasse de fato tudo o que foi o projeto do Novo", disparou.

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  • Procurador regional eleitoral do MPF-MG, Tarcísio Henriques | Café com Política
    2026/05/18

    O procurador regional eleitoral do Ministério Público Federal em Minas Gerais (MPF-MG), Tarcísio Henriques, afirmou que os infiltrados do Primeiro Comando da Capital (PCC) e do Comando Vermelho no pleito passado não foram eleitos. Mas, a chegada do crime organizado às eleições municipais, estaduais e federais tem crescido a cada ano e preocupa as instituições do Judiciário.

    A tentativa de barrar a entrada dos criminosos na estrutura de poder público exige a criação de uma rede de atuação de vários órgãos, que possam identificá-los antes que sejam eleitos. Para o procurador, a participação da população é essencial para que os nomes ligados às facções sejam denunciados.

    As denúncias podem ser feitas de forma anônima pelos Correios, com correspondência a ser enviada para a Avenida Brasil, 1.877, bairro Funcionários, Belo Horizonte, com o CEP: 30.140-007. Existe ainda a possibilidade de contato pelo site do MPF, no endereço www.mpf.mp.br, clicando no canal "denúncia e pedido de informação". Neste caso é necessário se identificar. É possível, porém, solicitar na correspondência o sigilo dos dados de quem está repassando as informações.

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  • Newton Cardoso Jr | Café com Política
    2026/05/15

    O deputado federal Newton Cardoso Júnior, presidente do MDB em Minas Gerais, afirmou que o PT tentou articular uma movimentação para assumir o controle do partido no estado.

    Segundo ele, uma autoridade petista chegou a procurar a legenda para discutir condições de filiação do senador Rodrigo Pacheco, hoje no PSB. Apesar disso, Newton garante que a unidade interna do MDB impediu a manobra e assegurou a manutenção de uma candidatura própria ao governo de Minas.

    Na entrevista, o dirigente também explica a escolha de Gabriel Azevedo como nome da legenda, analisa o cenário eleitoral e comenta a força de Cleitinho, além das dificuldades que Alexandre Kalil pode enfrentar na disputa.

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  • Ben Mendes | Café com Política
    2026/05/14

    O pré-candidato ao governo de Minas Gerais Ben Mendes (Missão) defendeu uma política de “alta eficácia na letalidade” no combate às facções criminosas no Estado. Em entrevista ao Café com Política, exibida nesta quinta-feira (14/5), ele afirmou que policiais terão respaldo para agir em confrontos e criticou adversários da disputa ao Palácio Tiradentes.

    “Minas Gerais virou um ambiente no qual as facções criminosas estão já achando que vão se criar em Minas e já estão dominando territórios em Minas. Isso é um poder paralelo”, afirmou.

    Segundo Ben Mendes, o enfrentamento ao crime organizado deve ocorrer “com letalidade eficaz”. “O próximo governador do Estado, que serei eu, se assim Deus permitir, nós vamos combater veementemente o crime organizado, as facções criminosas, com uma política de alta eficácia na letalidade”.

    O pré-candidato afirmou ainda que “a tropa está autorizada a prender ou matar”. “Se não oferecer resistência, vai prender. Se oferecer resistência ostensiva ou resistência tácita, o policial do Estado de Minas Gerais estará autorizado a neutralizar esse sujeito”.

    Na entrevista, Ben Mendes também fez críticas ao vice-governador Mateus Simões (PSD), ao ex-prefeito de Belo Horizonte Alexandre Kalil (PDT) e ao senador Cleitinho (Republicanos)

    Sobre Mateus Simões, o pré-candidato do Missão afirmou que ele “representa o Centrão”. “O Mateus é do PSD. O PSD é o partido do Kassab. O Kassab é o típico Centrão”, avaliou. Ao analisar Alexandre Kalil, Ben Mendes citou a condenação por improbidade administrativa. “O Kalil foi condenado por desonestidade administrativa. Como uma pessoa que é reconhecida formalmente como desonesto como administrador se coloca como pré-candidato ao governo do Estado?”, questionou.

    Já sobre Cleitinho, Ben Mendes afirmou que o senador “é de esquerda”. “O Cleitinho é de esquerda. Todas as vezes que o Cleitinho tem para votar com a esquerda, ele vota com a esquerda”, argumentou.

    Questionado sobre a pré-candidatura, Ben Mendes justificou a entrada na política afirmando que o cenário nacional motivou a decisão de aceitar o convite do Partido Missão. “O Brasil está vivenciando um tempo muito complicado. Nós estamos em um país quebrado, um país rumo ao colapso”.

    O pré-candidato afirmou ainda que recusou convites de outras legendas antes de se filiar ao partido.“Os outros partidos têm sido quase que balcão de negócios”, criticou.

    Durante a entrevista, Ben Mendes também descartou a possibilidade de usar a pré-candidatura ao governo para negociar outro cargo nas eleições de 2026. “Eu sustentarei essa pré-candidatura até se tornar candidatura. O eleitor não merece ser enganado”, afirmou.

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  • Paulo Brant | Café com Política
    2026/05/13

    Vice-governador durante o primeiro mandato de Romeu Zema (Novo) no Executivo de Minas, Paulo Brant diz que não se “encanta” com a pré-candidatura do ex-correligionário à Presidência da República por considerar a visão política dele “pobre” para os tempos atuais. Além disso, apesar de considerar que o ex-governador teve “boas intenções” à frente da administração estadual, Brant acredita que a gestão não teve capacidade política de viabilizar os projetos que tinha em mente. A avaliação foi feita durante o programa Café com Política, exibido nesta quarta-feira (13/5) no canal no YouTube de O TEMPO.

    Para Brant, a postura de Zema ocupa um lugar “sincero” de indignação. Na pré-campanha, o ex-governador tem adotado uma postura crítica e de embate com ministros do Supremo Tribunal Federal (STF).

    Brant afirma que não teve desavenças pessoais com Zema quando participou do primeiro mandato dele, entre 2019 e 2022. Entretanto, no momento, tem uma visão política diferente da do presidenciável.

    “Não é uma candidatura que me encanta pela visão de mundo que ele tem. Mas respeito. Eu entendo que a visão de mundo dele é um pouco pobre do ponto de vista dos tempos de hoje, do respeito à política, à participação do Estado. Eu acho que a visão do Partido Novo é ultraliberal, liberal demais no sentido de dar um peso muito pequeno à importância do papel do governo, do bom governo.”

    Para o ex-vice-governador, a preocupação, atualmente, deveria ser tornar o governo mais eficaz e com melhor atendimento para a população. Ele cita, como exemplo, as pautas de privatização.

    “É impensável no século XXI uma sociedade sem governo. Então, essas propostas muito radicais de ‘vamos privatizar a Petrobras’, isso não é o relevante, o relevante são outras coisas.”

    Ao ser questionado sobre uma avaliação dos dois mandatos de Zema, Brant considerou a tarefa difícil. Ele também foi filiado ao Partido Novo e adotou uma postura de ‘mea culpa’ sobre os problemas de articulação política da legenda.

    “Quando eu entrei no Partido Novo, eu tinha muita expectativa em relação ao nosso governo. Aquela época era meu governo também. Por quê? Porque a gente entrou completamente livre para fazer o que a gente entendia que era melhor, porque a nossa eleição não teve apoio de deputado nenhum, de prefeito nenhum”, explica. “Mas o partido, e aí eu me incluo, porque eu estava ali dentro, nós não tivemos capacidade de construir apoios políticos.”

    Por conta disso, Brant acredita que a gestão de Zema não conseguiu tirar alguns projetos do papel. “Acho que o governo ficou devendo, ficou devendo porque ele não teve capacidade política. Havia até boas intenções, mas não teve capacidade política de viabilizar os projetos que ele tinha em mente.”

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