Barbeiros da Zona Sul, Celulares e o Apocalipse na Missa das 11
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No episódio 16 do podcast "Expulsando Demônios", o apresentador inicia o programa com uma Coca Zero, rememorando os tempos de "homéricas bebedeiras" e um episódio "proibido" de despedida de solteiro. Ele divaga sobre a falta de um editor para criar cortes para o Instagram e YouTube, e a dificuldade de encontrar tempo e gosto para isso, mesmo com a ajuda de IA.
O episódio aborda a experiência de cortar o cabelo em barbearias da Zona Sul, criticando os preços exorbitantes e a qualidade do serviço em comparação com barbearias do interior. Ele faz uma observação bem-humorada sobre como alguns barbeiros parecem propositalmente expor as "entradas" de calvície. A discussão se aprofunda na onipresença dos celulares, com a constatação de que as pessoas perderam a capacidade de "não fazer nada" e apenas observar, sempre recorrendo ao aparelho em momentos de espera. Ele compara essa realidade com os tempos antigos, onde revistas e conversas triviais preenchiam esses vazios.Em um momento de humor ácido, o apresentador faz uma piada controversa sobre mulheres feias e vozes, refletindo sobre a "dissociação" entre a voz bonita e a aparência, e a "antinatureza" de tal fenômeno. Ele revela que fez essa piada no Dia Internacional das Mulheres, e compartilha sua experiência de não ter dado parabéns a nenhuma mulher, questionando a origem da data e a superficialidade de algumas celebrações. A conversa também passa pela faculdade, onde ele critica o sistema de ensino que nivela as matérias pelo aluno mais "burro" e a falta de propósito em estudar algo que não trará retorno significativo. Ele expressa o desejo de voltar a dar aulas de Crisma, onde encontra um ambiente mais propício para discutir religião.O episódio finaliza com reflexões sobre teorias da conspiração, a guerra do Irã e a expectativa de um "apocalipse bíblico". O apresentador argumenta que o mundo ainda está "muito bom" para o apocalipse, citando a lotação das missas como um sinal de que o cristianismo primitivo, com missas em catacumbas, ainda está longe. Ele também comenta sobre a quantidade de informações e a rapidez com que elas chegam, impactando a capacidade das pessoas de processar e reagir a tudo.