António Simões: “Portugal foi a melhor equipa daquele Mundial e isso ninguém me tira”
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Os “Magriços”, assim ficou conhecida a primeira selecção portuguesa num Mundial de futebol. Chegou, viu e venceu, por esta ordem, a Hungria, a Bulgária e o Brasil. Sim, o Brasil tinha Pelé, mas Portugal tinha Eusébio, a liderar a primeira grande geração de ouro do futebol português, baseada em grandes equipas do Benfica e do Sporting nos anos 1960.
O ponto alto dessa estreia é aquele que, 60 anos depois, continua a ser um dos jogos mais extraordinários da história dos Mundiais. Um jogo em que a Coreia do Norte marcou logo no primeiro minuto e, aos 25’, já estava a ganhar por 3-0. Um jogo em que Eusébio marcou quatro golos seguidos e empurrou Portugal para as meias-finais. Portugal não foi mais longe do que isto, eliminado pela Inglaterra, que seria campeã no seu próprio Mundial, mas ainda teve um epílogo feliz, ao ganhar o terceiro lugar à URSS, a tal classificação que nunca foi igualada.
António Simões esteve nesse Mundial, era o mais novo da selecção portuguesa, mas titular indiscutível na frente de ataque, um extremo que gostava de fintar, mas cujo único golo no Inglaterra 66, ao Brasil, foi de cabeça. Ele é o convidado do PÚBLICO no podcast que vai ser uma viagem no tempo, pelo passado de todas as selecções de Portugal que chegaram ao Mundial.
Este é o primeiro episódio do podcast 8 Mundiais: Eu estive lá, com sonoplastia de Margarida Adão. O relato é de Rui Miguel Mendonça e a capa de João Mota.
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