Amar não deveria doer tanto assim
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Se dói mais do que acolhe, não é amor. É um desgaste existencial. Amar não deveria doer tanto assim, mas, às vezes, o que chamamos de amor é só o que aprendemos a aceitar. Neste episódio, falamos sobre relações que silenciam, desgastam e desconectam você de si e sobre a coragem de parar de romantizar a dor.
É um convite para reconhecer se é amor ou se você está se perdendo tentando manter. Se ouvir tem despertado mais perguntas do que respostas, existe um caminho possível para sustentar essa travessia.
Se fizer sentido para você, essas são as formas de continuarmos conectadas(os):
1) Imersão existencial Programa Se queira bem, meu bem de 23 a 26 de julho em Cunha, São Paulo:um espaço de presença e lapidação da dignidade existencial em contato com a natureza.
Inscrição: https://forms.gle/dPrxZYhp7wiGeopX7
2) Pós graduação em Saúde Existencial: para quem decide transformar esse encontro em método, prática e cuidados integrativos, restaurativos e inclusivos.
Inscrição: https://www.possaudeexistencial.com.br/
WhatsApp: 11 91868 1727 (Lidiane)
3) Ateliê Saúde Existencial: um espaço contínuo de presença e reconstrução da dignidade existencial em lugar seguro e de pertencimento.
Inscrição: https://forms.gle/DXQt8RcQnQzkcPfH9
Isso não é um convite rumo à sua dignidade existencial. É um ponto de ruptura em busca da sua verdade.
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Autoria e voz: Karina Okajima Fukumitsu
Edição: Ayrton Chagas Felisberto