エピソード

  • Adriane Garcia - "A mente pode aprisionar… mas também pode libertar"
    2026/04/28
    Adriane Garcia tem certeza de uma coisa: não é só o que acontece com a gente que define a nossa vida, mas a forma como a nossa mente registra, interpreta e revive essas experiências. Talvez por isso, acessar estados mais profundos de consciência não seja algo místico ou distante, mas uma possibilidade real de reorganizar dores, ressignificar experiências e encontrar novos caminhos internos. A história da minha convidada passa por esse mergulho. Por muito tempo, viveu versões de si mesma que não refletiam quem realmente era. Entre inseguranças, padrões e silêncios, atravessou dores emocionais profundas - até viver um ponto de ruptura. Um momento de virada que a levou a olhar para dentro, encarar suas sombras e reconstruir a própria narrativa. Foi nesse processo que encontrou na hipnose não só uma ferramenta, mas um caminho. Um caminho que hoje utiliza para ajudar pessoas a lidarem com dores emocionais e físicas, ampliando a consciência, reduzindo a ansiedade, ressignificando traumas e, principalmente, reconectando o indivíduo consigo mesmo. Hoje, seu trabalho também dialoga com a ciência, integrando a hipnoterapia a abordagens baseadas na neurociência, inclusive como suporte complementar em contextos mais delicados, como o de pacientes oncológicos, contribuindo para o alívio de sintomas e melhora da qualidade de vida. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Adriane Garcia contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre esse momento que estamos passando como humanidade e foi categórica: “A mente pode aprisionar… mas também pode libertar.” Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
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    1 時間 6 分
  • Leandro Barreto: Muita gente chama de idade o que é consequência”
    2026/04/17
    Leandro Barreto costuma dizer que o corpo sempre cobra a conta da alma. Talvez por isso sua trajetória tenha sido marcada pela recusa em aceitar que adoecer seja apenas uma fatalidade biológica ou um efeito inevitável do tempo. Para ele, o corpo não é uma máquina que simplesmente quebra — é também um espelho. Um reflexo da forma como vivemos, pensamos, sentimos e nos relacionamos com o mundo. Foi dessa inquietação que nasceu sua busca por uma medicina mais ampla. Uma medicina que não se contenta em apenas controlar sintomas, mas que procura compreender os hábitos, os excessos, os silêncios, os conflitos e os desalinhamentos que muitas vezes adoecem alguém antes mesmo de qualquer exame mostrar alteração. Ao longo da sua caminhada, passou a defender uma ideia que confronta muitas crenças modernas: a de que envelhecer não precisa significar definhar; que boa parte das doenças que hoje consideramos “normais da idade” talvez sejam, na verdade, consequência de uma forma desordenada de viver. Mas sua reflexão vai além da saúde física. Porque, para ele, cuidar do corpo não é culto à estética — é disciplina, presença e responsabilidade com o veículo que sustenta nossa existência. É entender que corpo, mente e espírito não caminham separados. E que uma vida em desequilíbrio, mais cedo ou mais tarde, encontra uma forma de se manifestar. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", o sócio-diretor do Bio Instituto e uma das vozes mais inquietas na defesa de uma medicina que integra ciência, escuta e consciência contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre esse momento que estamos vivendo e foi categórico: “Muita gente chama de idade o que é consequência.” Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
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    1 時間 10 分
  • Yuri Mocellin - “A realidade que você vive também está sendo criada por você”
    2026/04/10
    Yuri Mocellin não tem dúvida em afirmar que a consciência transforma não apenas a forma como enxergamos a vida, mas a própria realidade que experimentamos. Certo de que a vida não se resume somente ao que os olhos veem, esse meu convidado vem dedicando sua trajetória a investigar as conexões entre consciência, criação, arte e transformação interior. Para ele, o mundo não é apenas algo que nos acontece — é também algo que, em alguma medida, cocriamos a partir da forma como pensamos, sentimos, percebemos e nos posicionamos diante da existência. Mas essa compreensão não nasceu de uma hora para outra. Como acontece com quase tudo o que realmente nos transforma, ela foi sendo construída ao longo da caminhada — entre experiências, inquietações, estudos, buscas e atravessamentos que o conduziram a um olhar cada vez mais amplo sobre a vida e sobre o ser humano. Polímata, produtor e psicoterapeuta, ele vem construindo uma trajetória singular, em que pensamento, sensibilidade e expansão de consciência caminham lado a lado. Seu trabalho transita entre diferentes linguagens e saberes, sempre com um fio condutor muito claro: o convite para que cada pessoa se reconecte consigo mesma e assuma um papel mais consciente na criação da própria realidade. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Yuri Mocellin contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre este momento que estamos vivendo e foi categórico: “A realidade que você vive também está sendo criada por você". Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
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    1 時間 8 分
  • Micha-El e Gran - “Não basta buscar, é preciso amadurecer”
    2026/04/03
    Micha-El e Gran estão certos de que a verdadeira jornada espiritual não tem a ver com acumular conceitos, colecionar experiências extraordinárias ou se perder em promessas de iluminação instantânea. Tem a ver, antes de tudo, com silêncio, discernimento, presença… e com essa disposição rara de olhar para dentro sem autoengano. Certos de que a transformação real não nasce do excesso de informação, mas da maturação da consciência, Micha-El e Gran vêm dedicando uma parte importante de suas vidas a estudar, traduzir, organizar e compartilhar a obra de um dos pensadores espirituais mais profundos e discretos do século XX: o filósofo-místico inglês Paul Brunton. Mais do que simples leitores e admiradores, eles se tornaram guardiões e pontes de um ensinamento que busca unir investigação filosófica, vida interior, prática contemplativa e um tipo de sabedoria que não se exibe — mas se revela, pouco a pouco, a quem está verdadeiramente disposto a buscar. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Alan David Berkowitz, também conhecido como Micha-El, e Magda Beatriz Berkowitz, a Gran — estudiosos, compiladores, tradutores e divulgadores da obra de Paul Brunton — contaram suas histórias de vida, trouxeram um olhar sobre este momento que estamos vivendo e foram categóricos: “Não basta buscar, é preciso amadurecer”. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
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    1 時間 19 分
  • Ricardo Leme - "Nem tudo o que a ciência não explica deixa de existir”
    2026/03/27
    Ricardo Leme tem certeza de uma coisa: a saúde não começa no corpo — ela começa na consciência. Talvez seja justamente aí que mora uma das grandes inversões do nosso tempo. A gente foi aprendendo a olhar para a doença antes de olhar para o ser. A tratar o sintoma antes de escutar o sentido. A tentar consertar a parte sem, muitas vezes, compreender o todo. Certo de que o ser humano não pode ser reduzido a uma máquina biológica, Ricardo foi construindo uma trajetória rara, dessas que não cabem em gavetas fáceis. Um caminho que une a objetividade da medicina, a precisão da física e a linguagem simbólica da astrologia. Um percurso que parte da neurocirurgia, passa pela medicina antroposófica e desemboca numa visão mais ampla da saúde — não apenas como ausência de doença, mas como presença de integridade, consciência e conexão interior. Ao longo da vida, ele foi se aproximando de uma pergunta que parece atravessar tudo o que faz: o que, afinal, adoece primeiro no ser humano? O corpo? A alma? O sentido? Ou a ruptura silenciosa com aquilo que somos mais profundamente? Talvez por isso ele goste tanto de lembrar que a doença, muitas vezes, começa quando a gente deixa o SER pelo TER. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", o médico, neurocirurgião, físico, estudioso da astrologia e da relação entre saúde, consciência e destino humano, contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre este momento que estamos vivendo e foi categórico: “Nem tudo o que a ciência não explica deixa de existir.” Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
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    1 時間 15 分
  • Hugo Madureira - "A vida acontece no eterno instante”
    2026/03/20
    Hugo Madureira costuma dizer que talvez o maior engano da vida seja acreditar que a desilusão é algo ruim — quando, na verdade, é exatamente ali que começamos a deixar de nos iludir. Talvez por isso, sua caminhada seja menos sobre encontrar respostas e mais sobre sustentar perguntas. Perguntas que não cabem em fórmulas prontas, que dançam, que provocam, que convidam a olhar de novo — para a vida, para os filhos, para si mesmo. Um movimento de desapego dos personagens que vestimos ao longo do tempo, para tocar algo mais essencial, mais vivo, mais verdadeiro. Nascido entre a dança e a música, criado nos bastidores da arte, ele aprendeu desde cedo que sentir vem antes de explicar. E foi justamente nesse território — entre a sensibilidade e a expressão — que construiu sua trajetória. Empresário, palestrante, autor e criador do conceito de “Designer de Imaginação”, vem se dedicando a esculpir sentidos, provocando reflexões sobre presença, paternidade, criação e as narrativas que moldam quem somos. Em sua jornada, especialmente atravessada pela experiência de ser pai, foi encontrando novas camadas de si — mais despidas, mais humanas, mais conectadas com aquilo que realmente importa. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Hugo Madureira — que agora, em março, lança mais um livro, "O Eterno Instante", uma obra sensível e poética que mergulha na paternidade como um caminho de presença, memória e descoberta — contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre este momento que estamos vivendo e foi categórico: “A vida acontece no eterno instante”. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
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    1 時間 6 分
  • Oscar Quiroga - “Não precisamos aprender. Precisamos ser”
    2026/03/13
    Oscar Quiroga costuma dizer que “o maior engano das pessoas em relação à astrologia é achar que estamos sob a influência do céu. Não. Estamos em comunhão com uma ordem cósmica.” Talvez seja justamente por enxergar a astrologia dessa maneira — não como superstição ou como um exercício simplista de prever o futuro — que ele tenha se tornado uma das vozes mais singulares quando o assunto são os movimentos do céu e seus reflexos na vida aqui na Terra. Certo de que a astrologia não existe para transformar ninguém em dependente de previsões, mas sim para provocar reflexão, ele construiu, ao longo de décadas, uma forma muito própria de falar dos astros: menos interessada em adivinhar o amanhã e muito mais dedicada a lembrar que fazemos parte de uma coreografia cósmica muito maior do que a nossa pequena história pessoal. Argentino de nascimento, ele chegou ao Brasil ainda jovem, no fim dos anos 1970, em meio às turbulências políticas que sacudiam a América do Sul. Foi nesse período de mudança profunda de vida que a astrologia acabou surgindo em seu caminho — quase como um encontro inesperado que transformaria para sempre a maneira como ele enxergava o ser humano e o universo. Desde então, seus textos e reflexões passaram a traduzir essa linguagem simbólica do céu para milhares de pessoas. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Oscar Quiroga contou sobre sua chegada ao Brasil, trouxe seu olhar sobre esse momento que estamos atravessando e foi categórico: “Não precisamos aprender. Precisamos ser.” Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
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    1 時間 17 分
  • Sol Ayala - “Nada é por acaso quanto estamos atentos”
    2026/03/06
    Sol Ayala costuma dizer que muitas das crises que chamamos de doença são, na verdade, convites da vida para uma mudança que estamos adiando. Talvez por isso ela tenha escolhido trilhar um caminho na medicina que vai além das respostas prontas. Um caminho marcado pela curiosidade — curiosidade sobre a vida, sobre o ser humano e sobre as muitas dimensões que atravessam aquilo que chamamos de saúde. Certa de que cuidar das pessoas exige também um olhar vivo e atento para o próprio viver, ela construiu uma trajetória que mistura conhecimento médico, busca constante e uma relação muito própria com a vida — leve, inquieta, em movimento. Movimento que não fica apenas no campo das ideias. Fora do consultório, ela gosta de experimentar a vida também de forma literal: seja deslizando em um skate, dançando ou se abrindo para atividades que convidam a mente e o corpo a aprender novos gestos, novos ritmos, novas formas de presença. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", a médica integrativa, mestre em terapia neural, contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre esse momento que estamos vivendo e foi categórica: “Nada é por acaso quando estamos atentos". Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices
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    1 時間 31 分