エピソード

  • Alexandre Lourenço e Fernando Leal da Costa (parte 2): O que fariam se fossem Ministros da Saúde?
    2026/07/01

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    Fernando Leal da Costa é médico hematologista, professor universitário e e foi secretário de Estado Adjunto e da Saúde entre 2011 e 2015 e ministro da Saúde em 2015. Ao longo da sua carreira exerceu funções de direção clínica e hospitalar e tem desenvolvido trabalho nas áreas da organização dos sistemas de saúde, gestão hospitalar e políticas de saúde. É professor catedrático jubilado da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa.

    Alexandre Lourenço é professor auxiliar convidado na Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade Nova de Lisboa, onde coordena do Centro Colaborador da Organização Mundial de Saúde para a Gestão da Saúde. É, igualmente, presidente da European Association of Hospital Managers (EAHM) e administrador hospitalar. Foi diretor de financiamento e vogal executivo da Administração Central do Sistema de Saúde, presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra e da Unidade Local de Saúde de Coimbra, e da Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares (APAH). Tem desenvolvido trabalho nas áreas da gestão de serviços de saúde, organização dos sistemas de saúde e políticas públicas de saúde, sendo um dos principais especialistas portugueses em gestão de serviços de saúde.

    -- Inquérito aos ouvintes do 45 Graus

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    Índice (2ª Parte):

    Desafio: Porque é que o SNS funciona de forma tão diferente no território?

    Solução: Ajustamento à realidade local e articulação com as autarquias

    As Unidades Locais de Saúde (ULS): uma boa ideia (ainda) mal aplicada?

    Desafio: Governança do SNS: a dificuldade de gerir organizações desta dimensão, a escolha e remuneração dos gestores

    Direção Executiva do SNS: uma boa ou má ideia?

    Como são construídos os programas eleitorais dos partidos?

    O Plano Nacional de Saúde

    Solução: Tirar partido da tecnologia

    Desafio: Lidar com o aumento do papel dos privados e dos seguros de saúde

    O que fariam se fossem Ministro da Saúde?

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    1 時間 4 分
  • Alexandre Lourenço e Fernando Leal da Costa (parte 1): O que está bem e mal no SNS?
    2026/07/01

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    Fernando Leal da Costa é médico hematologista, professor universitário e e foi secretário de Estado Adjunto e da Saúde entre 2011 e 2015 e ministro da Saúde em 2015. Ao longo da sua carreira exerceu funções de direção clínica e hospitalar e tem desenvolvido trabalho nas áreas da organização dos sistemas de saúde, gestão hospitalar e políticas de saúde. É professor catedrático jubilado da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa.

    Alexandre Lourenço é professor auxiliar convidado na Escola Nacional de Saúde Pública da Universidade Nova de Lisboa, onde coordena do Centro Colaborador da Organização Mundial de Saúde para a Gestão da Saúde. É, igualmente, presidente da European Association of Hospital Managers (EAHM) e administrador hospitalar. Foi diretor de financiamento e vogal executivo da Administração Central do Sistema de Saúde, presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar e Universitário de Coimbra e da Unidade Local de Saúde de Coimbra, e da Associação Portuguesa de Administradores Hospitalares (APAH). Tem desenvolvido trabalho nas áreas da gestão de serviços de saúde, organização dos sistemas de saúde e políticas públicas de saúde, sendo um dos principais especialistas portugueses em gestão de serviços de saúde.

    -- Inquérito aos ouvintes do 45 Graus

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    Índice (1ª parte):

    Qual é o estado do SNS?

    Reforma do Ministro Correia de Campos

    Desafio: a evolução das expectativas dos cidadãos

    Solução: os cuidados de saúde primários como peça central da reforma para diminuir o uso de urgências.

    Solução: capacitação dos médicos de família (MGF).

    Distinguir urgências verdadeiras de mera doença aguda

    Desafio: Como atrair mais médicos de família (MGF)?

    Solução: Tirar partido da tecnologia para melhorar eficiência e libertar os médicos para outros papéis

    Desafio da falta de médicos no SNS. Emigração de médicos e progressão na carreira

    Desafio: o envelhecimento da população

    Solução: apostar na prevenção

    Desafio: internamentos sociais

    Solução: Articulação entre SNS e Segurança Social

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    59 分
  • 45 Graus - Feedback às vossas respostas ao inquérito
    2026/06/19

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    12 分
  • Céu Mateus (parte 2): Como está o Serviço Nacional de Saúde?
    2026/06/17

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    Céu Mateus é professora catedrática de Economia da Saúde na Division of Health Research na Universidade de Lancaster, Reino Unido. É doutorada em Economia da Saúde Pública, mestre em Política Social Europeia e licenciada em Economia. Foi professora auxiliar de Economia da Saúde na Escola Nacional de Saúde Pública (2001-2014). Trabalhou no Instituto de Gestão Informática e Financeira (hoje ACSS) do Ministério da Saúde no departamento de Desenvolvimento de Sistemas de Informação Gestão entre 1995 e 2001, onde foi a responsável executiva pelo Sistema de Financiamento/Sistema de Classificação em Grupos de Diagnósticos Homogéneos. Enquanto investigadora trabalha principalmente na área de avaliação económica de tecnologias de saúde, medição da eficiência, equidade e qualidade de vida. É presidente da EuHEA – European Association of Health Economics.

    -- Inquérito aos ouvintes do 45 Graus

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    Índice (2ª Parte):

    Serviço Nacional de Saúde: forças e fraquezas

    Sobrecarga nas urgências

    Pior em Lisboa e Vale do Tejo

    O impacto do Dr Google (e Dr ChatGPT) na nossa relação com os cuidados de saúde

    Faltam camas para internamentos?

    Demora nas especialidades cirúrgicas vs médicas

    Internamentos “sociais”

    Rede de cuidados continuados

    Cuidadores informais

    Que medidas recomenda a Céu para melhorar o SNS?

    Os enfermeiros deviam ter um papel mais relevante no sistema PT?

    Local de residência e distância à urgência

    Os imigrantes podem usar o SNS?

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    1 時間 14 分
  • Céu Mateus (parte 1): Como está a saúde em Portugal?
    2026/06/17

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    Céu Mateus é professora catedrática de Economia da Saúde na Division of Health Research na Universidade de Lancaster, Reino Unido. É doutorada em Economia da Saúde Pública, mestre em Política Social Europeia e licenciada em Economia. Foi professora auxiliar de Economia da Saúde na Escola Nacional de Saúde Pública (2001-2014). Trabalhou no Instituto de Gestão Informática e Financeira (hoje ACSS) do Ministério da Saúde no departamento de Desenvolvimento de Sistemas de Informação Gestão entre 1995 e 2001, onde foi a responsável executiva pelo Sistema de Financiamento/Sistema de Classificação em Grupos de Diagnósticos Homogéneos. Enquanto investigadora trabalha principalmente na área de avaliação económica de tecnologias de saúde, medição da eficiência, equidade e qualidade de vida. É presidente da EuHEA – European Association of Health Economics.

    -> Nota de correção: Na introdução digo que o último Inquérito Nacional de Saúde foi realizado em 2019, mas a verdade é que foi feita uma nova recolha em 2025 (cujos dados ainda se encontravam em tratamento à data da gravação).

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    Índice (1ª parte):

    Como está a saúde em Portugal em comparação com outros países? Estudo da OCDE / Comissão Europeia

    Diferenças entre homens e mulheres

    Inquérito Nacional de Saúde: último em 2014, PCP propôs novo

    Desigualdades económicas

    Diferenças de PIB entre países

    PT é dos países com mais altas taxas de vacinação

    Porque há cada vez mais pessoas anti-vacinas?

    Depressão e ansiedade

    Relação entre falta de sensação de controlo sobre a vida e saúde mental

    Sector da saúde em Portugal

    Público vs privado

    Adse e outros subsistemas

    O peso crescente dos seguros de saúde

    Porque estamos a gastar mais em saúde?

    O caso das ecografias

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    1 時間 23 分
  • Especial Dia Mundial da Criança: José Paulo Soares, de 22 anos, sobre elevador social, centralismo e fazer um podcast aos 16
    2026/06/03

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    José Paulo Soares é licenciado em Economia pela Faculdade de Economia do Porto (FEP) e actualmente estudante do Mestrado em Economia na Nova SBE, onde é bolseiro de mérito. Com 16 anos, em 2021, criou o podcast "A conversar é que a gente se entende" onde ao longo de mais de 130 episódios conversou com personalidades tão distintas como Ricardo Araújo Pereira ou André Ventura. O seu envolvimento cívico levou-o ao associativismo estudantil, aos Órgãos Sociais da banda filarmónica onde é músico em Cête e à cofundação do Coletivo Matéria. Atualmente, é ainda colunista convidado do jornal Eco e comentador no programa Geração V da Rádio Observador.

    -- Inquérito aos ouvintes do 45 Graus

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    Índice:

    Origem e percurso de vida

    Podcast A conversar é que a gente se entende

    Vida de bolseiro e o que falta melhorar no sistema de bolsas em PT

    Centralismo em Portugal e regionalização

    O que é diferente nesta geração?

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    1 時間 30 分
  • Marco Neves (parte 2): A nossa palavra mais antiga, guerras entre linguistas, estrangeirismos e relação com Brasil
    2026/05/20

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    Marco Neves é professor na NOVA FCSH e investigador na área das línguas, literaturas e culturas. É autor de mais de quinze livros sobre temas linguísticos. Dedica-se à comunicação sobre língua portuguesa por escrito, na rádio, na televisão e nas redes sociais. É autor dos programas Português Suave, na Rádio Observador, e Esta Língua Que Nos Une, na RTP.

    -- Inquérito aos ouvintes do 45 Graus

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    Índice (2ª Parte):

    Aos 1:05:12

    O caminho do Indo-Europeu até ao Latim e depois ao Português

    Como é que o Latim deu origem a línguas tão diferentes na Europa?

    Que línguas pre-romanas havia na Península?

    Manteiga, das palavras mais antigas

    Lápide funerária de Wadbar

    O papel das redundâncias e pleonasmos na língua

    Há X tempo atrás

    As guerras entre linguistas

    O caso do split infinitive no inglês

    A discussão em torno do novo Acordo Ortográfico

    O Galego e o Português

    O caso da Noruega e das duas normas de ortografia

    Estrangeirismos

    Palavras importadas inesperadas: sexo, glamour

    Línguas eruditas vs línguas de rua

    Website Ethnologue

    O caso de Cabo Verde

    O caso do Brasil. Livro O Português à Descoberta do Brasileiro, de Fernando Venâncio

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  • Marco Neves (parte 1): 6500 Anos de História do Português
    2026/05/20

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    Marco Neves é professor na NOVA FCSH e investigador na área das línguas, literaturas e culturas. É autor de mais de quinze livros sobre temas linguísticos. Dedica-se à comunicação sobre língua portuguesa por escrito, na rádio, na televisão e nas redes sociais. É autor dos programas Português Suave, na Rádio Observador, e Esta Língua Que Nos Une, na RTP.

    -- Inquérito aos ouvintes do 45 Graus

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    Índice (1ª parte):

    Quando surgiu a linguagem? E as linguas? | Ilha Sentinela do Norte

    Houve uma língua inicial? | Experiência bouba/kiki effect

    Porque se aprendermos uma lingua nova depois dos 12-14 anos, ficaremos sempre com sotaque

    Proto-indo europeu. | Livro Proto: How One Ancient Language Went Global, de Laura Spinney | William Jones

    Método comparativo na linguística

    Mito em relação à palavra Arigato do japonês

    A palavra obrigado é muito mais recente do que achamos

    Investigação mostra que as línguas ganham irregularidades com o passar do tempo

    John McWhorter sobre a “martelada persa” | Distância entre línguas

    Crioulo de Cabo Verde

    O Chinês

    Paralelos entre a evolução da língua e a evolução por seleção natural

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    1 時間 10 分