#18 | A Náusea, de Jean-Paul Sartre
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概要
Em Bouville, cidade francesa fictícia às vésperas da Segunda Guerra Mundial, Antoine Roquentin descobre através de experiência visceral de "náusea" a contingência radical de toda existência - incluindo a contingência das normas sociais e jurídicas que a burguesia local apresenta como necessárias e naturais. Sartre oferece crítica filosófica devastadora da má-fé: a tendência de apresentar escolhas políticas como fatos naturais, decisões históricas como necessidades lógicas, e estruturas de poder como ordens inevitáveis. A galeria de personagens que Roquentin observa - o Autodidata, os "salauds" burgueses, as autoridades locais - representa diferentes formas através das quais elites utilizam linguagem de objetividade e necessidade para ocultar natureza política de suas decisões. Para advogados que trabalham em contextos de crise institucional, lawfare, ou politização explícita da justiça, a análise sartriana oferece instrumentos conceituais para identificar e contestar quando decisões jurídicas que se apresentam como aplicações neutras de normas objetivas são na verdade escolhas políticas disfarçadas de inevitabilidade técnica.