Somos educadas para sermos controladoras | Podcast
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Ninguém nasce controladora. A gente aprende, porque por séculos essa foi a única forma de poder que sobrou pra mulher. Neste episódio, cruzo história, psicanálise e a prática clínica pra explicar de onde vem essa necessidade de controlar — e por que ela sufoca justamente quem a gente mais quer perto.
Para conhecer meu trabalho de terapia e mentoria clique no link da bio que está no meu instagram @mclaragermano
Link do meu Instagram:
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*Winnicott não é pediatra e sim psiquiatra
Fontes citadas neste episódio
• Aristóteles. Política, Livro I, c. 350 a.C. (Divisão entre esfera pública e privada; mulher com capacidade deliberativa mas sem autoridade.)
• Deci, Edward L.; Ryan, Richard M. Intrinsic Motivation and Self-Determination in Human Behavior. Plenum, 1985. Ver também Ryan & Deci, “Self-Determination Theory and the Facilitation of Intrinsic Motivation”, American Psychologist, 2000. (Autonomia, competência e vínculo como necessidades psicológicas inatas e universais.)
• Horney, Karen. The Neurotic Personality of Our Time, 1937. (Conceito de ansiedade básica, originada em ambiente de infância inseguro. No roteiro, evitamos o termo “neurótico” do vocabulário original por soar como rótulo diagnóstico.)
• Winnicott, Donald W. “Ego Distortion in Terms of True and False Self”, 1960. (Conceito de falso self como adaptação construída para gerenciar o ambiente e preservar o vínculo.)